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2 ILHAS E 1 IMPÉRIO | EM DIRETO - DIA 13



11:30 O CAFÉ DA MAGDA

Já aqui temos falado todos os dias do local onde tomamos o pequeno almoço, e da sua simpática proprietária (também ela dona da maravilhosa casa que alugámos no Airbnb), mas ainda não mostrámos o local em si.

Hoje, porque não há muito mais a dizer do que dissemos nos dias anteriores sobre o perfeito que é acordar nesta Sand and Stone House em Megalochori, focamos esta abertura do dia no Traditional Kafeneio Megalochori, ou em português "o Café Tradicional de Megalochori".

Este é o local mesmo duas portas abaixo da nossa casa onde todos os dias temos tido o prazer de tomar o pequeno almoço, na tranquilidade desta pequena e pacata povoação, e com as surpresas diárias de menu que a nossa anfitriã nos prepara.



14:00 A BLACK BEACH

Depois de sairmos do café da Magda, seguimos para o carro para o nosso destino desta manhã: a muito famosa Black Beach.

Situada na costa exterior de Santorini, esta praia não só é a mais famosa da ilha, como é a maior de todas. Com 3 km de extensão esta praia  é enorme para os padrões desta ilha (e mesmo das outras ilhas gregas), e é aqui que se situa, grande parte dos beach clubs da ilha. No entanto, e porque o número de turistas é muito baixo para o habitual, estes estavam quase todos vazios. Tal como a praia em si, pelo que decidimos ir até ao final desta e ficar numa zona mais deserta e fizemos muito bem.

É que esta (normalmente) tão concorrida praia, proporcionou-nos uma manhã sossegada (quase) a sós com as areias negras, a falésia final da praia e as muito límpidas e transparentes águas deste Mediterrâneo incrível que banha esta ilha.






23:30 A TARDE E NOITE EM CASA

Mas como decidimos ontem, o dia de hoje seria mais calmo, por forma a dar-nos uma pausa da overdose de beleza do dia anterior, e assim depois da manhã na praia, voltámos para casa e ficámos o resto do dia em casa, a gozar desta e da sua piscina.

Esta casa é verdadeiramente sofisticada na sua simplicidade e minimalismo chic, pois consegue combinar objetos de decoração e elementos construtivos antigos e clássicos das casas típicas de Santorini, com uma contemporaneidade espacial e decorativa, como só os locais de muito bom gosto conseguem fazer. Com uma casa destas dissemos que tirariamos um dia para a gozar plenamente ... e se não tirámos um dia inteiro, foi quase...

Assim esta tarde passada entre a piscina, o terraço do sol, os sofás da sala, ou a cozinha a fazer petiscos e o almoço e o jantar, foram momentos muito bem passados e que nos permitiram tirar uma pausa reestabelecedora de energias e de vontade para amanhã, explorarmos o resto desta maravilhosa ilha mágica.

2 ILHAS E 1 IMPÉRIO | EM DIRETO - DIA 10

04:35 MADRUGAR PARA O PRIMEIRO VOO DO DIA

Eram pouco depois das 4 da manhã quando deixámos a nossa casa micaelense e, de malas aviadas, rumamos até ao aeroporto de Ponta Delgada para apanharmos o primeiro voo do dia.

Aqui tudo está bem controlado, pois apesar dos poucos casos que existem na região dos Açores, as autoridades tomaram todas as medidas para se poder viajar em segurança. As máscaras são um item obrigatório quer no aeroporto, quer nos aviões, o distanciamento social entre passageiros é cumprido quase à risca, e os cuidados de desinfeção notam-se em todos os detalhes.

É por isso que nos sentimos seguros a viajar para os Açores, e mais ainda quando o comissário que nos faz o check in nos informa que, apesar de os três voos deste nosso longo dia não serem das mesmas companhias (aliás são de companhias diferentes), por razões de segurança para evitar contactos desnecessários dos passageiros com outros passageiros ou com outros funcionários, é possível fazer-nos o check in das malas desde ponta delgada até ao nosso destino final do dia: Santorini.


22:00 UM DIA ENTRE AVIÕES E AEROPORTOS E UM FINAL QUE NEM QUERÍAMOS ACREDITAR

O dia foi longo e passado entre aeroportos e aviões, sendo que foi portanto um dia passado literalmente de máscara posta. Até aqui já sabíamos que ia ser assim, quando comprámos os bilhetes de avião, mas o que não sabíamos era o que iríamos encontrar nos aeroportos internacionais por onde passámos.

Se nos aeroportos portugueses por onde passámos (Ponta Delgada e Lisboa), e no avião português (TAP no voo Ponta Delgada/Lisboa), todas as normas foram literalmente cumpridas (com algumas excepções de alguns passageiros estrangeiros, que sempre que podiam puxavam a máscara para baixo do nariz, esperando que ninguém notasse), nos aeroportos internacionais e nas companhias estrangeiras, o caso muda literalmente de figura.

O nosso percurso de hoje levou-nos de Lisboa a Zurique, num mega avião da Swiss Air, e daqui para Thira em Santorini, na Edelweiss Airways. E pasme-se que no aeroporto de Zurique não é obrigatório o uso de máscara, mas sim apenas recomendado caso não seja possível manter a distância social, e no aeroporto de Thira, até os guardas estão sem máscara, tendo umas viseiras na cabeça, mas àquela hora já estavam puxadas para cima.

Já nos aviões quer da Swiss Air, quer da Edelweiss, a máscara supostamente seria obrigatória, mas a quantidade de pessoas dentro do avião que tiraram a máscara ao sentarem-se foi assustadora... e nem uma palavra dos tripulantes de cabine, que passaram e falaram com essas pessoas sobre outras coisas (como perguntar que bebidas queriam tomar) e nem lhes chamaram a atenção!

Se até agora tínhamos sentido segurança ao viajar pelos Açores, hoje ao sairmos de Portugal, percebemos o desgoverno e a anarquia que se passa na aviação internacional. Mas o melhor estava guardado para o final, com a chegada à Grécia e a Santorini e os tais testes aleatórios supostamente determinados por um QRCode recebido via email, se torna numa autêntica anedota de mau gosto.

Ao chegarmos somos encaminhados todos os passageiros para uma fila (pelos tais polícias com as viseiras para cima), cujo distanciamento social era inexistente, nem mesmo todas as pessoas tinham máscara posta, para chegarmos ao final da fila e termos dois funcionários do aeroporto a olharem para o QRCode e dizerem a olho nu se uma pessoa fazia teste ou não. Sem leitor de QRCode, nem nada... literalmente olhando para a pessoa e para o QRCode. A anedota foi tal que nem verificavam se a identificação da pessoa a quem foi atribuído esse email era a da própria pessoa que o mostrava ... nada batia certo. Melhor foi que quando um do grupo era mandado para fazer o teste, todos o faziam (apesar de ser supostamente aleatório, e nenhum do nosso grupo ter atestado que ia em grupo, ou sequer ter preenchido o questionário ao mesmo tempo).

Para corolário de tudo, seguimos então para uma mesa, onde estão dois funcionários de bata, viseira e máscara (como mandam as regras), pedem-nos o nosso nome (sem verificar as nossas identificações ou QRCodes) escrevem num aparelho e scanerizam um código de barras das zaragatoas que nos vão ser atribuídas para fazer o teste, mandam-nos passar para trás de um biombo, onde outro funcionário nos esfrega a zaragatoa na lateral da nossa boca?!?!?! sim nem gengivas, nem amígdalas, nem nariz, nem nada ... apenas recolha de um pouco de saliva. Perante o nosso espanto mandam-nos embora sem qualquer instrução ou recomendação de procedimento! É assim que fazemos o controlo de COVID19 à entrada na Grécia, e é assim que chegamos a Santorini!

23:30 A NOSSA CASA EM MEGALOCHORI 

Tal como já referimos anteriormente, nesta viagem, e como medida de salvaguarda perante os problemas de pandemia que existem em todo o mundo, decidimos que tentaríamos sempre não estar alojados em hotéis, e aqui em Santorini, fizemos um Airbnb de uma casa em Megalochori.

É assim que, depois de conseguirmos perceber que o homem da rent-a-car, que era suposto estar à nossa espera na saída do aeroporto, e que afinal estava sentado num café (e disse para irmos lá ter para nos dar o carro...), nos ter dado o carro de aluguer, e termos ido até à povoação onde se encontrava a casa, nos encontrámos com o Costas e a Magda, que são os donos da absolutamente maravilhosa casa que arrendámos para estes dias neste paraíso grego.

A casa é perfeita, mas dela mostraremos mais nos dias que se vão seguir, porque hoje, o dia foi longo e estamos extremamente cansados, pelo que fizemos só uma rápida refeição leve e fomos dormir ... porque amanhã o cenário muda radicalmente e da atlântica e verde Açores, passamos à fase dois desta viagem na mediterrânica e seca Santorini!

ESCAPADELAS ... DE CARAVANA!


A start up francesa Yescapa acaba de estender o seu negócio a Portugal.

Esta empresa é já a maior plataforma de aluguer de autocaravanas na europa e pretende tomar conta do negócio a nível mundial. Conhecida como a “Airbnb das autocaravanas”, a plataforma promove a prática do consumo colaborativo, e assume-se como intermediária de confiança no aluguer de autocaravanas e campervans entre particulares. Propõe um serviço de aluguer completo, com seguro e assistência incluídos, responsabilizando-se pela verificação da identidade dos proprietários e do estado operacional de todos os veículos da plataforma.



A startup está agora a apostar no mercado nacional, cada vez mais procurado por turistas de todo o mundo. Com seis anos de existência, a Yescapa está presente em 6 países na Europa: França, Espanha, Inglaterra, Alemanha, Itália, e agora Portugal e já tem com cerca de 5 mil veículos disponíveis e mais de 200 mil utilizadores. Melhor que tudo é que tem vários tipos de autocaravanas, e todas elas adaptadas aos vários estilos possíveis.

Sim esta é uma boa ideia para este verão ... se não têm planos, aqui fica esta sugestão ... e agora é só partir numa aventura estrada fora!



CASA DO RIO É DESTINO DE SONHO NO AIRBNB


Quando lá fora referenciam o nosso Portugal, nós fazemos notícia. Até porque, é em Viana do Castelo que se encontra a casa mas procurada, a nível nacional, na plataforma Airbnb. Pelo menos é o que diz a revista Time... A Casa do Rio, goza de uma combinação entre montanhas e praias nas proximidades que faz deste espaço um “oásis verde”, em que cada um consegue “encontrar maneiras de se sentir em casa num lugar que não é seu”.


Este primeiro lugar a nível nacional é alcançado tendo em conta as 26 mil pessoas que marcaram esta Casa do Rio como um local a visitar um dia. Um destino de sonho no sopé da serra d’Arga, banhado pelo Rio Âncora e que fica a pouco mais de vinte minutos, de carro, das praias da costa portuguesa. Mas quem quiser pode ficar pela água doce da piscina natural no Âncora ou fazer uma caminhada de meia hora até às cascatas do Pincho.

A Casa do Rio permite o descanso absoluto, entre a montanha e o mar, porque não tem internet nem canais de televisão. E este desconectar, que para uns é essencial e para nós um problema montado, é um dos principais motivos de destaque, para os clientes do Airbnb, dado ao alojamento com um quatro, três camas, "uma casa de banho e meia" (o que quer que seja que isso significa), para o máximo de quatro hóspedes.


A Casa do Rio recebe hóspedes durante todo o ano e os seus preços variam entre os 60 e os 90 euros por noite. Quem já por lá viveu uns dias, deixa elogios à casa, ao espaço envolvente e ao acolhimento dado pelos proprietários. Quanto a nós, se lá formos, vamos levar algumas coisas connosco, mas apenas por uma questão de ligação ao mundo! :)

OUSE VIVER NUMA KOTI


Por ocasião dos 100 anos de independência da Finlândia, o edifício do Instituto Finlandês da Cultura em Paris foi transformado em hotel. Desenhado por Linda Bergroth, o KOTI, que significa "casa" em finlandês, celebra a experiência compartilhada de uma festa do pijama numa casa de verão finlandesa.



A instalação pop-up é composta por seis casas disponíveis para reservar em Airbnb por 100 dias, de janeiro até maio de 2017. Com o luxo da simplicidade em mente, o projeto leva em consideração o significado da casa e o valor de compartilhar novas experiências.



Totalmente equipada com uma seleção escolhida a dedo de designers finlandeses emergentes, o KOTI foi especialmente criado para convidar os 12 convidados a mergulhar na cultura nórdica. Como as pessoas finlandesas fazem nas suas próprias casas, os hóspedes devem remover os seus sapatos ao entrar. A experiência tende a ser bastante íntima com os outros hóspedes porque as casas não são à prova de som. Isto significa que todo o ruído pode ser ouvido em torno do espaço e dentro das cabines.



Na parte da manhã, um pequeno-almoço finlandês é servido ao longo de uma mesa de madeira comum, completo com café e especialidades tradicionais, como pão de centeio, manteiga salgada e bagas secas.

AMERICAN SERIES | EM DIRETO - DIA 4


00:30 A CASA DE MADEIRA

Mal chegamos ao nosso próximo alojamento ficamos conquistados pela sua beleza: uma casa de madeira, de dimensões assinaláveis, com generosos vitrais e telhados de ardósia, esconde no seu interior espaços espetaculares feitos todos em madeira trabalhada, e muito bem cuidada.

À primeira vista o que nos vem à cabeça são as casas de campo dos finais do século XIX, princípios do século XX, do campo de inglaterra ou da bretanha ... mas desta vez feita toda em madeira. Há um cão (muito simpático por sinal), há lareiras acesas, há lustres e quadros com motivos de caça ... há tudo o que se possa imaginar neste cenário absolutamente de filme ... inclusive um anfitriões que, apesar de nos esperarem até à meia noite, nos recebem de forma simpática e disponível, oferecendo um Moon Shine - bourbon do Kentucky (de onde o Tumothy é originário) feito de milho - e ficamos aind aum pouco à conversa sobre a forma de vida aqui na região do Alaska.

É aqui e desta forma que terminamos o dia ... deitados em camas de estilo antigo e com papel de parede com padrões campestres em redor. Amanhã temos muito que explorar ... e depois teremos, aqui, muito que contar!


00:00 O TWILIGHT DA MEIA-NOITE

Foi um voo tranquilo, com um serviço simpático e uma comodidade como só um avião dos novos consegue prporcionar (parabéns Alaska Airways, é bem merecido o prémio de melhor companhia regional do Noroeste dos Estados Unidos da América), que nos trouxe até à terra onde o sol não se põe: à muito desconhecida Fairbanks.

Esta cidade, do estado do Alaska, é um dos pontos mais a norte onde vivem seres humanos no continente americano, e tem como principal particularidade, durante o verão (nesta altura do ano), não ter noite. Daí que, apesar de chegarmos mesmo junto à meia noite local, o céu ainda se encontra com luz do sol. Obviamente não com um Sol alto e radioso, mas não fica mais escuro do que um final de tarde mesmo no pôr do sol ... só que o céu não tem as mesmas cores e o sol nem se vê.

É estranho, exótico e muito interessante. Mas porque já se faz tarde e porque os nossos anfitriões estão à nossa espera, apanhamos rapidamente um taxi e vamos até ao nosso próximo Airbnb.


19:30 DE VOLTA AO AEROPORTO

É depois de mais um regresso de barco absolutamente tranquilo e deslumbrante (já com o céu totalmente azul, as vistas das ilhas, ou da baía ou da cidade ganham outra força), e depois de uma rápida passagem pelo apartamento para apanhar as nossas, que nos pomos a caminho do aeroporto novamente, para apanharmos o próximo avião da Alaska Airways, desta vez rumo ao nosso próximo destino: a cidade de Fairbanks, no Alaska.

A estadia em Seattle foi curta, mas suficiente. É uma cidade mais dentro dos padrões americanos, mas que surpreende pela simpatia e afabilidade e abertura das suas gentes. Inumeras vezes fomos abordados, ou pelo chapéu dos Phillys, ou porque estávamos a falar português e queriam saber de onde éramos, ou porque nos queriam ajudar a orientar-nos (nomeadamente logo à chegada uma senhora mais de idade foi quem nos acompanhou ao Airbnb onde ficámos - "era uma Welcome Hostess, que estava ali par ajudar os turistas" - segundo nos esclareceu), sempre com grande respeito e um sorriso nos lábios.

Se a Anatomia de Grey só poderia se passar em Seattle? ... Não podemos afirmar com tanta certeza, pois não conhecemos toda o país ... mas que aqui as pessoas são tão afáveis, simpáticas e fáceis de gostar como a Meridith Grey ... Isso são!


15:30 O CENTRO DA CIDADE DE BAINBRIDGE

Depois de nos delíciarmos com as cervejas e o queijo (uma combinação surpreendente, mas muito boa), chamamos o autocarro (através do wifi da cervejaria, se bem que a ilha tem wifi gratuito para todos) e regressamos à cidade de Bainbridge, desta vez para explorarmos o seu centro.

Aqui, já com o sol a brilhar num céu azul imaculado, todos os estereótipos e ideias feitas sobre uma pequena cidade numa ilha no norte dos estados unidos, se confirmam. A vegetação abundante é o cenário de fundo, as casas de madeira como vemos nos filmes estão todas lá, e o ambiente de familiaridade e simpatia dos pequenos locais é uma constante.

É aqui que decidimos passar o resto da tarde, a explorar as pequenas lojas locais, e sentando-nos na esplanada do Deli Hitchcocka e provar uma das melhores sandes da ilha (segundo nos esclarece mais tarde a tão simpática Leela - a dona do apartamento onde estávamos a ficar) e a apeciar o ritmo de veras calmo e bucolico de toda a paisagem e desta pequena cidade.

Um local pituresco, simpático e muito fotogénico, é o que Bainbridge promete ... e cumpre!


13:30 A DESTILARIA E A CERVEJARIA ARTESANAIS E BIOLÓGICAS

Mal chegamos à ilha, deparamo-nos imediatamente com um simpático senhor já de idade, junto a um posto de informações a turistas (mesmo à saída do terminal dos Ferries), que se oferece para nos dar indicações e um mapa. Perguntamos-lhe onde é a Bainbridge Brewing Company, e ele indica-nos que e longe para irmos a pé, mas que está mesmo ali ao lado um autocarro que nos pode levar até à porta.

Assim fazemos, tomamos o transporte (nós os dois e mais uma pessoa) e este leva-nos bem para o interior da ilha até uma zona industrial perdida no meio de bosques frondosos e densos - chegámos à Bainbridge Brewing Company. Porque queremos voltar de autocarro, o motorista dá-nos um panfleto com um número de telefone, para chamarmos o autocarro quando quisermos voltar ... e ele vem buscar-nos de volta até à cidade.

Entramos no recinto da destilaria e da cervejaria e descobrimos que apenas a primeira está aberta e que a segunda apenas abre às 14:00h. Por isso decidimos entrar na destilaria e explorar um pouco. Assim que abrimos a porta uma simpátia funcionária pergunta se nos pode ajudar com algo, à qual respondemos que viemos apenas visitar, e ela explica-nos então todas as produções da destilaria: Vodka; Gin; e Bourbon. "Tudo feito apenas com produtos biológicos certificados locais" explica-nos rapidamente.

Quando saímos da destilaria, já a cervejaria se encontra aberta ... e entramos. é então que recebemos uma explicação dos vários tipos de cerveja: as sazonais (quatro); as anuais (outras quatro); e as de assinatura (criadas por alguns clientes, mas que em troca, deixam esta cervejaria produzir em maior quantidade - para estas serem viáveis de produzir - e comercializa-las no local). Decidimos fazer uma prova de cervejas sazonais, e temperá-las com um "cheese and crackers on the side". A qualidade das quatro cervejas sazonais é incrivel e a riqueza, diversidade e especificidade dos seus sabores, faz desta uma experiência absolutamente a não perder.


12:15 UM PASSEIO DA CIDADE À NATUREZA

Logo à partida da cidade, damos conta da beleza que este passeio vai ter. Para além da beleza natural de toda a impressionante e imensa massa de água ue é a baía de Seattle, e para além da paisagem das várias ilhas e penínsulas por que passamos no caminho de 35 minutos para Bainbridge, a principal beleza ainda está na cidade.

A vista de Seattle da sua prória baía, é verdadeiramente incrível. Magestática, o centro da cidade debruça-se e empoleira-se sobre a baía, numa sucessão de planos, que impressiona tudo e todos. É a vista de Seattle que é o objeto das fotografias de todos ... e é-o merecidamente.

Mas neste percurso de 35 minutos (num ferry gigantesco de 5 andares), não há lugar para monotonia, pois há sempre uma ilha a surgir nas proximidades, cargeiros que se movem lenta e magestaticamente em direção ao horizonte, ou uma simples gaivota que pousa no deck superior. A beleza natural que nos envolve é de uma escala tal, que não conseguimos ficar imunes a ela.


11:30 OS FERRIES DE SEATTLE

Depois de uma noite muito bem dormida, de um acordar sem despertador, de alguma calma e vagareza, de uma ida ao 7 Eleven vizinho para ir buscar o pequeno almoço, e de gozar um pouco a casa que tínhamos alugado, saímos de casa para cumprir o nosso programa do dia.

Assim para um dia que prometia ser cinzento e menos solarengo que o anterior, e dirigimo-nos ao terminal de ferreis da companhia Washinghton State Ferries e compramos um bilhete de ida e volta (só se paga a ida, a volta é gratuita) para uma das ilhas da baía de Seattle: Bainbridge.

Esta é a maior ilha de toda a grande baía de Seattle, e é exatamente nestes ferries (os únicos que a ligam ao centro da cidade) que o famoso e muito polémico Doctor Sheppard da nossa série de Seattle - Anatomia de Grey - andava com bastante regularidade. Por tudo isto não poderíamos deixar de incluir este passeio nesta nossa paragem na capital do estado de Washinghton.

Comprado o bilhete, restou-nos esperar pela hora do barco e embarcar rumo a este passeio marítimo.

RUMOS DO SUL | EM DIRETO - DIA 2


05.15h ATERRAR JÁ NOUTRO CONTINENTE

Com um embarque sem problemas começámos esta Viagem de Verão em Direto 2015, rumo ao sul com a TAP Air Portugal.

Sendo o nosso destino a muito brasileira (e muito ignorada, nesta viagem) metrópole São Paulo, o voo foi feito de forma muito tranquila e bastante serena, com um serviço de excelência conforme é hábito desta companhia. Uma refeição bem portuguesa (por sinal bastante boa ... obrigado TAP) um filme, um ballet (o lago dos cisnes por Alexander Ekman dançado pelo Balet Nacional da Dinamarca ...  por sinal sublime), um sono e um pequeno almoço consequente, depois aterramos em Guarulhos.

Mas para já o plano é mudar de terminal e vaguear por um aeroporto pouco mais que deserto com o objetivo da nova porta de embarque que nos irá conduzir a Buenos Aires.


08.00h ESCALA NOUTRA CULTURA

Não fora todos os episódios caricatos e nada desta escala teria história para contar ... mas tem!

Assim que saímos do avião encontramos de forma bastante eficiente e que muito nos surpreende um "aeromoço" de terra que nos pergunta (a nós bem como a todos os passageiros) se estamos em trânsito ... como estamos ele pede para ficarmos com ele e não seguirmos. Assim fazemos. Ora depois de esperarmos todos o avião esvaziar e de se perceber que não há mais passageiros em trânsito somos todos os que nos juntámos encaminhados para o corredor principal e para uma fila para o terminal três ... até que chegam duas "aeromoças" que depois de estar tudo na fila explicam que afinal aquela fila é só para algumas companhias (neste caso a nossa não estava nessas companhias) ... e que as outras pessoas têm de ir procurar então nos quadros electónicos onde se devem dirigir ... sendo imediatamente contrariadas pelo tal "aeromoço" que nos diz que não, que ali é para todas as companhias ... e a confusão instala-se. Nós, depois de alguma hesitação, decidimos rumar por nós próprios e em vez de confiar em "aeromoças" ou "aeromoços" confiar nos quadros electónicos do terminal. E seguimos o nosso caminho.

Chegando à porta de embarque é com muita alegria que vemos que esta tem um Starbucks, o que obviamente nos deixa bastante entusiasmados, ou não fossem 9 da manhã de Portugal (5 da manhã de São Paulo). Dirigimo-nos e percebemos que estava semi aberto e perguntamos (por baixo da lona que nos dá pela testa) se vai abrir ... a resposta é que sim. Mas percebendo a hesitação perguntamos quando, ao que nos dizem que estão com um "probleminha". Aqui perguntamos qual é então as horas que vão abrir ... e respondem que não têm horário! Depois de esclarecermos que queremos saber os horários dos dias em que não têm "probleminhas" ... e respondem-nos que então abrem às 3 da manhã ... ou seja há 2 horas atrás!

A nossa alegria esvai-se e procuramos outro café aberto no terminal, onde compramos café e muffins que nos confortam enquanto esperamos pelo próximo voo ... na esplanada do Starbucks! Chegámos a outra realidade ...


11.00 CHEGÁMOS A BUENOS AIRES

Depois de um voo tranquilo e de uma passagem pela alfândega ainda mais tranquila, temos um problema para resolver: conseguir um taxi. A tarefa de sair do aeroporto central de Buenos Aires não é fácil, pois sem pesos, com as máquinas de dinheiro do aeroporto a não aceitar os cartões e uma espera de 1h para os carros com motoristas, não nos resta outra opção do que negociar um preço com os taxistas presentes para lhes pagarmos em euros ou em dólares ... e foi o que fizemos.

Metemo-nos em dois taxis e saímos para uma cidade com um trânsito difícil, congestionado, mas essencialmente muito diferente do que estávamos à espera, pois esta é uma metrópole moderna mas também recheada de contrastes e de história.

Foi uma descoberta interessante e que prometia bastante para este começo de Viagem de Verão em Direto ... assim os Rumos do Sul vão começar em grande estilo.


12.30 A CASA DE BUENOS AIRES

Porque cada local tem a sua personalidade, nesta viagem decidimos que em cada local onde pernoitamos adoptamos um tipo de alojamento diferente ... e começamos por buenos aires alugando uma casa recheada de história e muito ao estilo arte nova - a Mansion Boero.

Assim quando chegamos ao bairro de San Telmo e à casa onde vamos ficar, deparamo-nos com uma casa cuja monumentalidade e a autenticidade são verdadeiramente impressionates. A sua dimensão, o trabalhado arte nova da sua decoração autêntica, os maravilhosos e infindáveis salões, quartos e halls e os seus vitrais, madeiras e estiques tornam este um local digno de um cenário de um filme de época de grande produção hollywoodesca.

Ficámos rendidos, maravilhados e absolutamente conquistados por este primeiro momento real da nossa viagem. Se até agora tinham sido aviões, aeroportos e taxis ... o primeiro momento verdadeiramente real e memorável desta viagem foi esta casa única e monumental que nos recebe para marcar o ponto de partida para estes Rumos do Sul.


13.30 DON ERNESTO

Depois de toda uma explicação de como se acendiam as lareiras, como funcionavam as várias particularidades de uma casa arte nova ainda em funcionamento e de um acolhimento pelos nossos anfitriões do Airbnb irrepreensível, escolhemos os nossos quartos (de entre os doze da casa) e saímos para irmos almoçar.

Assim dirigimo-nos ao centro do bairro de San Telmo e entramos no muito conhecido em muito típico restaurante Don Ernesto. Situando-se mesmo ao lado do famoso coração do mercado de San Telmo, este restaurante tem como principal particularidade ter as suas paredes brancas repletas de mensagens deixadas pelos seus milhares de visitantes que, ao longo das décadas, vêm elogiado a qualidade da sua muito típica Parrillada Argentina.

Se é famosa a Parrillada do Don Ernesto, a razão percebe-se assim que esta aparece na mesa: a qualidade da carne, a diversidade e excelência dos seus cortes e a magistralidade com que esta é confeccionada, fazem deste um prato obrigatório numa passagem por Buenos Aires ... E com esta verdadeira experiência sensorial de excelência que começamos também a nossa viagem gastronómica por estes Rumos do Sul - em grande e em muito saboroso!


15.00 O BAIRRO DE SAN TELMO

Depois de nos deleitarmos com um autêntico repasto dos deuses (e atenção que uma dose de carne dá para duas pessoas ... pois nós somos sete e pedimos três entradas e quatro cortes de carne distintos), vagueámos pelas ruas deste bairro tão típico e tão popular da capital argentina.

Sendo um território marcadamente residencial, as suas lojas de antiguidades e velharias, de pequenos alfarrobistas e lojas de objetos curiosos, o ambiente que se vive é digno de uma imersão no verdadeiro espírito popular argentino. Não se espere de San Telmo o deslumbre dos grandes edifício, mas sim um sentimento de peculiaridade e de honestidade digno dos verdadeiros bairros populares das cidades cosmopolitas.

É assim num oásis no meio de uma das grandes metrópoles deste continente, por onde começámos estes Rumos do Sul ... e as surpresas deste bairro não ficam por aqui.

Poucos sabem que a famosa personagem de banda desenhada Mafaldinha é argentina ... e ainda menos sabem que esta nasceu neste bairro. É na esquina de Defensa com Chile que se encontra o muito simpático, divertido e surpreendentemente cativante monumento a esta sarcástica, bem humorada e muito autêntica personagem do humor mundial. Assim, não deixámos San Telmo sem antes fazer a Selfie obrigatória acompanhada de Mafaldinha, e da sua amida Susanita e do sempre divertido Manolo.

Foi um final de visita a San Telmo muito divertido e que nos pôs todos com um sorriso nos lábios.


16.00 A PLAZA DE MAYO, A CASA ROSADA E A CATEDRAL

É mesmo no limite norte do bairro de San telmo que está um dos locais mais monumentais de Buenos Aires: a Plaza de Mayo e os seus edifícios monumentais.

Esta imensa e imponente praça, está rodeada de alguns dos edifícios mais significativos da nossa memória coletiva da cidade. Sendo dominada no seu topo nascente pela famosa Casa Rosada, esta praça está recheada de história política, arquitetónica e simbólica em todas as suas fronteiras.

Mas se temos de destacar dois monumentos, estes são sem dúvida o imponente e muito icónico palácio presidencial, donde evita peron se imortalizou e deu início à sua lenda a nívl mundial (a Casa Rosada) e a sua catedral, muito ao jeito de igreja neo-clássica em ton de templo romano, que nos seus interiores guarda alguns dos altares e tetos mais impressionantes de toda a américa latina.

Foi aqui entre estes dois edifícios que passámos uma hora ... e foi daqui que partimos rumo à Avenida de Mayo, para fazermos a nossa próxima paragem ...


17.30 O CAFÉ TORTONI

A cidade de Buenos Aires é conhecida pelas suas inúmeras e muito ricas livraias e pelos seus magestosos e irrepreensíveis cafés monumentais. O café mais conhecido e famoso desta cidade é o Café Tortoni.

Localizado no número 825 da Avenida de Mayo, este café data do século XIX e tem os seus interiores profusamente decorados bem ao estilo arte nova com referências dos cafés parisienses da época.

Aqui em plena hora do lanche juntam-se turistas, argentinos e estrangeiros residentes na cidade, que fazem deste o seu lugar de pausa da tarde ... sempre acompanhada por um chocolate quente delícioso e uns muito saborosos e leves churros para molhar nesse mesmo chocolate ... e foi o que também fizemos ... durante esta pausa da tarde a meio deste primeiro dia de Rumos do Sul.

Sem em Roma Sê Romano ... em Buenos Aires, à tarde tem de se passar pelo Café Tortoni e comer uns churros com chocolate!


18.30 O CONGRESSO

Depois de uma revigorante pausa gourmet, continuámos Avenida de Mayo fora e chegámos ao seu outro extremo: a Plaza de los Congresos.

Se de um dos lados da avenida está o poder executivo, no seu outro extremo está o poder legislativo com o grandioso e muito bom (arquitetonicamente falado) edifício do Congresso da Argentina.

Com a sua estrutura muito baseada no sempre referencial Congresso Americano, esta construção impõe-se incrivelmente sobre toda a paisagem da praça, obrigando assim a que, apesar de todos os edifícios magníficos que tem, a nossa atenção se centre forçosamente apenas no topo poente da Praça e na sua imponente construção. Mágico foi o momento em que chegámos porque coincidiu com o tempo exato em que o Sol se punha atrás do edifício, deixando o céu com umas cores verdadeiramente espectaculares que fizeram desta uma imagem memorável e irrepetível nas nossas memórias.


19.00 AS GALERIAS PACÍFICO E A RUA FLORIDA

Já com a noite a instalar-se na cidade e as suas luzes a acenderem-se, fomos (de metro, pois era a forma mais prática e rápida) até à Plaza de San martin e à famosa e muito peculiar Rua Florida.

Esta rua pedonal e comercial é conhecida por vários fatores ... um deles foi de grande utilidade para nós: os trocadores de moeda argentinos clandestinos. É corrente todas as lojas, restaurantes ou estabelecimentos aceitarem o pagamento em dólares americanos ou em euros ... mas o melhor câbio da cidade não está nelas, nem nas casas de câmbio, nem nos bancos ou nas caixas automáticas ... mas sim nestes homens que ao longo da Rua Florida se oferecem a todos os que eventualmente possam parecer turistas para trocar estas duas moedas por pesos argentinos.

Assim aproveitámos (num processo escondido, e claramente pouco ortodoxo) o cambio muito favorável que nos ofereciam (para que se tenha uma ideia era 30% melhor do que o oferecido nas casas de câmbio oficiais) e dirigimo-nos às muito bonitas e elegantes Galerias Pacífico.

Este centro de lojas de luxo é exteriormente belo ... mas ainda mais belo de noite e com as suas iluminações monumentais a potenciar a arquitetura trabalhada e magistral do edifício. E é com esta visão (e não sem antes tomarmos mais um café, pois o nosso dia já vai bastante longo, uma vez que durante o voo muitos não dormimos e os poucos que dormiram foi de forma ligeira e descontinuada) que voltamos a casa, para nos prepararmos para o final que tínhamos preparado para o dia de hoje ... o jantar do Eatwith.


21.30 O JANTAR EM CASA DE DESCONHECIDOS AMIGOS

Foi através da plataforma digital Eatwith que marcámos o jantar de hoje para casa de um habitante da cidade de Buenos Aires: o Hernan.

Depois de um merecido e relaxante banho e de um percurso de meia hora de taxi, chegamos a casa do Hernan e dos seus amigos, onde nos recebem como se fossemos conhecidos de longa data. Não fora o facto de nos apresentarmos à porta e este nosso encontro com o nosso sorridente e simpático anfitrião seria o típico encontro de amigos de longa data em casa de um deles.

Chegados à sua casa, instalámo-nos na sala, bebemos uma "cerveja de trigo artesanal, feita por uns amigos meus" (conforme nos esclarece) e, nem 20 min depois de termos chegado, estamos sentados a uma mesa onde é posto um repasto digno das mesas mais familiares e informais: um Asado Porteño. Depois de comermos uma Parrilla Argentina ao almoço, ao jantar provamos então, a versão popular e muito caseira deste típico sucesso gastronómico argentino.

A conversa foi tão boa que acabámos por chegar já depois da meia-noite a casa ... mortos, mas muito satisfeitos, com este primeiro dia dos nossos e dos vossos Rumos do Sul recheados de momentos únicos e muito ricos e diversos.

Se este primeiro dia prenuncia o resto desta viagem ... esta vai ser sem dúvida uma viagem memorável, que se tornará num momento determinante nas nossas vidas de viajantes. Mas se este dia nos deu tanto ... o dia de amanhã vai dar-nos uma Buenos Aires totalmente diferente ... por isso não percam, que nós também não vamos perder ... e contaremos tudo ao longo do dia nas nossas redes sociais (facebook e instagram com o hashtag #rumosdosul) e no final do dia, aqui, mais detalhadamente, e em exclusivo, no blogue And This is Reality!

ESPECIAL | OS MELHORES ESCRITÓRIOS DO MUNDO – DIA 02


Continuamos hoje o especial dos melhores escritórios do mundo!

Nem todos os espaços de trabalho foram criados de forma igual ou com o mesmo objetivo... Alguns podem reduzir a moral dos trabalhadores, enquanto outros podem deixá-los felizes, inspirados e mais enérgicos e criativos. Vamos ver mais alguns exemplos de escritórios surpreendestes...

Dropbox

Um escritório espetacular, localizado em São Francisco. Este espaço do escritório oferece um ambiente flexível e original para toda a equipa da genial Dropbox.

AirBnB

Também localizado em São Francisco está a sede de 170.000 metros quadrados da AirBnB. Salas de reuniões acolhedoras, zona de cafeterias/cozinha, espaços criativos... É como se estivesse em sua casa.

Facebook

Localizado em Menlo Park, o Facebook transformou o que era um escritório antigo em algo que se encaixa perfeitamente nos ideais da empresa: social, móvel, culturalmente relevante, sustentando, pessoal e auto-expressão.

Nokia

A Nokia está localizada num edifício de escritórios, em Sunnyvale. O espaço transparece muita juventude e modernidade, cheio de cores divertidas e alegres!

Não há dúvida de que estes escritórios se sobrepõem a muitos outros, sem pôr de lado o trabalho ou o ambiente de escritório.