VIAGEM DE VERÃO 2018 EM DIRETO | VOLTA AO MUNDO - DIA 10



10:00 UMA CAPITAL QUE SURPREENDE

Depois de uma noite bem dormida, e de um pequeno almoço tomado, fazemos o check out do Park Hotel e vamos explorar a cidade de Wellinghton.

A capital da Nova Zelândia é a segunda cidade do país, em termos de população, e não se pense que é menos cosmopolita que a Auckland. Prédios de arquitetura moderna, alternam com prédios de arquitectura clássica, em largas avenidas, com um aspecto de uma urbe moderna e de estilo internacional.

Mas há outro aspeto que torna Wellinghton uma surpresa: o seu enquadramento geográfico. É que esta cidade situa-se num anfiteatro natural virado para o mar. Ora além do charme de ser uma cidade portuária com uma luz muito especial, ainda está rodeado de um conjunto de montanhas, bastante verdejantes, onde se situam todo um conjunto de bairros de pequenas moradias, onde parece morar muita da população da cidade.

Em termos de passeio pela cidade, claro que há que ver o parlamento e os seus edifícios anexos, bem como as duas catedrais da cidade (uma do século XIX e outra já bem ao estilo do século XX.

Wellinghton é assim uma surpresa, e como tal, uma excelente forma de começarmos o dia.





12:00 O MUSEU TE PAPA

Em Wellinghton há uma instituição cultural que não se pode deixar de visitar: o Museu Te Papa.

Localizado no lado oeste da baía, há um edifício de arquitetura moderna gigantesco, onde no seu interior estão guardadas duas excelentes coleções: uma que conta a história do país nas suas múltiplas vertentes, desde o povo Maori e a sua história e cultura, até à história da colonização desde a chegada dos ingleses, até aos tempos contemporâneos; e outra de arte contemporânea de artistas nacionais, que se apresenta de forma temática e muito interactiva.

Mas há mais: desde exposições temáticas sobre diversos temas, passando por uma excelente loja de museu (onde apetece comprar tudo), até um café de museu digno de uma visita (e de umas provas). Foi aqui que passámos mais de uma hora ... e foi aqui que ficámos a conhecer um pouco melhor a Nova Zelândia, o seu povo, a sua história e a sua cultura.




15:00 ON THE ROAD AGAIN

Logo depois da nossa visita ao Museu Te Te Papa, voltamos aos carros e rumamos de volta à estrada, pois temos um longo dia de condução até ao nosso destino final do dia: a cidade de Auckland.

À medida que nos afastamos de Wellinghton, a área urbana vai diminuindo e a dimensão das paisagens vai crescendo até horizontes bem espetaculares. Assim depois de uma paisagem dominada por pequenas cidades de periferia da capital do país, chegam grandes horizontes de pastagens e de campos cutivados. Com culturas ou com pastos, com pastorícia ou exploração pecuária, esta zona mais a Sul da Ilha do Norte é dominada por uma paisagem agrícola completa, ordenada, mas com um diálogo com a natureza muito orgânico e fluido.

No entanto, quando nos começamos a aproximar do interior centro da Ilha, as montanhas começam a surgir e os cumes brancos das montanhas de Ngauruhoe e o vulcão Tongariro, com a sua cratera envolta em núvens e o seu dominar da planície do deserto de Rangipo, são a apoteose final deste dia.

Por aqui, em Agosto, é o pico do Inverno, por isso anoitece perto das 17h30m, e desde então até às 23:30 (hora em que chegamos a Auckland) o nosso percurso é feito por estradas com apenas duas faixas (uma para cada sentido) e milhares de camiões, muitas zonas em obras pelo meio, com trânsito condicionado, casas que são transportadas por camiões à noite (sim novamente cruzamo-nos com casas que são transportadas por camiões e como tal ocupam a estrada toda, obrigando-nos a sair desta e ir para a berma), ovelhas que pularam a cerca e fugiram para o meio da estrada e zonas em que o GPS se perde e nós ficamos a navegar à deriva de uma orientação absolutamente cega e intuitiva.


23:30 O QUARTO COM VISTA PARA A CIDADE

Depois de muitos quilómetros e quase 12 horas a conduzir (parando algumas vezes para descansar, e comer, obviamente) chegamos a Auckland e ao City Lodge Backpackers de Auckland.

Aqui os quartos são minimais, mas bem desenhados, pois as malas cabeme conseguem-se abrir, sem bloquear a passagem, a casa de banho é simples, mas cumpre a sua função de forma exemplar e a cama é bastante confortável. Mas há um elemento de surpresa adicional: é que nos pisos superiores (onde ficámos), a vista para a cidade tem como bónus a famosa Torre.

É neste contexto que passamos a noite ... num quarto com vista para a cidade ... e para o seu principal símbolo!

Amanhã vai ser um dia muito longo ... e recheado de muitas coisas para contar ... mas disso falaremos amanhã ... por isso não percam, o dia das nossas vidas que nós nunca iremos esquecer!

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