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PRITZKER PRIZE 2011 - EDUARDO SOUTO MOURA


Foi anunciado esta semana (enquanto estávamos com o nosso especial "À Conquista de Paris") o vencedor de 2011 do maior prémio da arquitectura mundial - O Pritzker Prize 2011 foi atribuído a Eduardo Souto Moura.

O já bastante conhecido arquitecto português chega agora ao muito restricto clube de nomes dos maiores arquitectos mundiais. Com uma obra extensa e diversificada, Eduardo Souto Moura ganha aos seus 58 anos o maior prémio da Sua carreira.

Mestre em subtilezas formais e de materiais, a sua arquitectura destaca-se pela contemporaneidade discreta mas espectacular. O estádio de Braga, a Casa de Histórias Paula Rego, a Casa Manuel de Oliveira ou as estações do Metro do Porto são apenas algumas das suas mais renomadas obras.

Com uma carreira bem estruturada, Eduardo Souto Moura torna-se assim no segundo Português a ganhar os Oscars da Arquitectura (Siza Vieira venceu 1992). Junta-se assim a um grupo de 30 vultos incontornáveis da cultura arquitectónica mundial ... e merecidamente!

É um orgulho para Portugal este prémio, pelo que, este fim-de-semana, vamos preparar um especial de arquitectura que vamos revisitar os pontos altos da vasta carreira de Eduardo Souto Moura.

Obrigado Eduardo Souto Moura pela obra, que nos tem permitido viver muito melhor!

Parabéns Eduardo Souto Moura por esta homenagem bem merecida!

KHV60 BY DAVID TAYLOR



David Taylor é o designer destes dois castiçais retirados duma colecção de 60 peças chamada KHV60.

Uma edição limitada que se destaca pela forma como contrasta a elegância das linha e os detalhes em prata com a simplicidade da madeira e do trabalho feito á mão.

LEE PRIMAVERA/VERÃO 2011


No que depender da Lee o sol brilhará no denim em todo o seu esplendor na próxima estação.

Com novos cortes para homem e mulher e uma refrescante abordagem aos seus estilos clássicos, a Lee traz o denim para um novo nível de moda. A colecção virada para o futuro condensa o vasto legado da marca em novos estilos de jeans que se ajustam aos jovens consumidores actuais.

A palete assenta em duas cores cruciais: azul e branco. Tanto para mulher, como para homem, a nova estação começa com camisas e casacos em tons de azul escuro. À medida que os dias crescem, os azuis tornam-se mais claros e chegam ao Verão quase brancos.

Dias longos, roupa curta e muita animação é a proposta da marca para os próximos meses.

BASILICO E PIMENTA PRETA ... UMA COMBINAÇÃO BEM CONSEGUIDA


Foi uma sugestão de um leitor (obrigado Francisco) que hoje trazemos aqui: a Black Pepper & Basil.

Esta empresa é especialista em cocktails e serviços de bar em festas, e melhor ainda, criam cocktails a pedido dos clientes para as festas privadas.

Este luxo é um dos musts que adivinhamos nesta próxima época de festas primaveris e estivais.

Com o aproximar do bom tempo ... este é um contacto interessante de anotar - Black Pepper & Basil.

É ou não é um tempero bem conseguido?

ESPECIAL | À CONQUISTA DE PARIS - DIA 05


Neste último dia desta viagem à conquista de Paris, tal como o prometemos ontem, chegamos ao ponto de entrada dos aliados na II Grande Guerra - as praias da Normandia. A nossa conquista de Paris termina aqui nesta praia normanda a poucos km de Caen. Mais propriamente em Colleville-Montgomery.

Esta praia marca o inicio de 100 km de costa onde se deu o famoso desembarque do "Dia D" e reflecte toda uma magia de um local marcante na história mundial. Foi com um Sol tímido, mas presente que visitámos esta estância do Canal da Mancha. Foi com pouco tempo disponível que marcámos presença neste local e que cumprimos o nosso objectivo com esta viagem: Conquistar Paris, passando simbolicamente pelos dois pontos marcantes da reconquista da cidade luz pelos Aliados - Caen (a primeira grande batalha da reconquista) e as Praias da Normandia (onde tudo começou).


Depois de um breve passeio pela praia a cerca de 15 km da cidade de Caen, voltamos e dirigimo-nos à gare ferroviária onde tínhamos de estar perto da hora do almoço.

Pelo caminho ainda passamos por edifícios com o charme das antigas construções normandas, de uma cidade cujas raízes remontam à idade média. Nos poucos prédios e monumentos que restam o charme de outros tempos gloriosos está perfeitamente reflectido e impecavelmente conservado.


De comboio até Paris foi novamente um passeio bastante agradável. Rápido, pelo meio de uma paisagem naturalmente rica e paisagisticamente interessante, o percurso faz-se muito bem e tranquilamente.

O nosso tempo nesta viagem é ocupado com o recordar de várias situações dos últimos dias e com o apreciar o ordenamento paisagístico de uma paisagem constantemente ocupada por campos cultivados, por pastos ou por lagos que servem de reservatórios de água para esta região tão forte em termos agrícolas.


À chegada à Gare de Saint Lazare o tempo urge e dirigimo-nos sem demoras para o metro para podermos dirigir-nos até ao aeroporto de Orly.

O percurso do metro e do RER (que apanhamos na mega estação de Chatelet) é o último contacto com os parisienses desta viagem. Cosmopolita, esta cidade junta um conjunto de culturas bastante diferentes, mas conseguindo como resultado final uma homogeneidade única. É destas diferenças e ao mesmo tempo deste elemento agregador que se faz o ambiente das ruas parisienses.


À ida para o aeroporto a conversa flui e chegamos a uma conclusão: o elemento agregador é a própria cidade de Paris. Os prédios, as praças, os monumentos, a História, os museus ... são estes elementos que criam esta identidade una de toda esta diferença.

À chegada a Orly temos uma certeza - a nossa conquista de Paris foi completa e única e ficamos contentes por a partilhar com todos os nossos muitos milhares de leitores.


Mesmo depois do Check-in, e mesmo antes de uma última sessão de compras nas lojas do aeroporto, decidimos parar para comer um dos últimos Must Taste da gastronomia francesa - As Sandes (ou Casse-Croûtes, como se diz em Francês).

Assim dirigimo-nos ao quiosque da melhor de todas as cadeias de sandes de França e uma das melhores do Mundo - a Paul.


Esta cadeia de casas de sandes faz da sua antiguidade (pois foi fundada em 1889) e da qualidade Gourmet dos seus produtos uma força perante a concorrência. É um pouco mais cara, mas a experiência de um pão de excelência e de sabores bem conseguidos e confeccionados, fazem com que cada cêntimo valha a pena!

Depois de uma refeição ligeira tardia descansada e em grande estilo e depois de uma últimas compras aeroportuárias embarcamos no avião da TAP (que temos de aqui dizer que é, sem dúvida, uma das nossas companhias europeias preferidas) em direcção a Lisboa.


Não queremos fechar este directo sem referir dois pontos: o primeiro vai para o aspecto de que esta escapadela europeia, apesar de parecer muito luxuosa, teve como preocupação dar o exemplo de como se podem fazer umas mini férias com gastos bastante controlados (uma lógica bem útil nos tempos que correm); o segundo ponto é um grande agradecimento a todos os nossos leitores que nos foram seguindo quer aqui no ... And This is Reality, quer via Facebook - Muito Obrigado a todos!

Amanhã, cá estaremos, de novo e como sempre com novidades para o Seu estilo diário ... esteja também e novamente connosco. Até cá!

ESPECIAL | À CONQUISTA DE PARIS - DIA 04


Depois de uma manhã passada entre caminho para a estação de comboios, Gare de Saint Lazare, e comboio a nossa viagem à Conquista de Paris entra numa nova fase: O Desembarque da Normandia!

A viagem de comboio é relativamente rápida, confortável (ou não estivéssemos a falar dos famosos comboios franceses) e em cerca de 2.00 horas chegamos à cidade de destino - Caen.


Mas antes de entrarmos pela cidade a dentro, vamo-nos debruçar um pouco sobre a paisagem que nos acompanhou. É que as viagens de comboio têm a grande vantagem de permitirem conhecer um pouco o território que se atravessa.

A primeira fase da viagem é dominada por uma paisagem ainda parisiense que vai progredindo para um ambiente de subúrbio cada vez menos interessante do ponto de vista urbano e que depois se vai transformando e "desdensificando" até atingir a ruralidade. Saímos de Paris!


A caminho da Baixa Normandia, a paisagem vai-se tornando cada vez mais rural e dominada pelas grandes paisagens. Bosques, campos cultivados e pequenas aldeias e vilas vão se sucedendo de forma interessante e com alguns elementos que se destacam. Casas com telhados de colmo, campanários de igrejas de aldeia, ou pequenos lagos são os que mais marcam o nosso olhar.

A evolução da paisagem, ao contrário da primeira fase da viagem, agora faz-se de forma bastante lenta (inversamente à velocidade do comboio que acelerou consideravelmente). A ruralidade de toda esta região é evidente e as antigas casas rurais, dominam os pontos centrais das propriedades agrícolas e anunciam-nos que estamos a chegar a outra cultura arquitectónica. Digna de um filme histórico passado numa casa de campo de qualquer familiar abastado (como sempre se passa nos filmes históricos), esta paisagem vai evoluindo consideravelmente para um ritmo bucólico e campestre desacelerando a nossa viagem À Conquista de Paris, nesta nova fase Normanda (o que é bom, dada a correria dos últimos dois dias parisienses).


Chegámos a Caen e damo-nos conta de uma realidade por um lado interessante, por outro algo decepcionante: a cidade está pontuada por vários monumentos que vão desde o período da Idade Média até ao século XVII mas é uma cidade moderna e sem um centro histórico digno desse título.

Este facto fica a dever-se a um aspecto que deconhecíamos: no desembarque da Normandia, os aliados arrasaram com Caen para poder reconquistá-la, pois encontraram tanta resistência por parte dos alemães locais que só ao fim de um mês de bombardiamentos conseguiram reconsquistar a cidade.


Assim os monumentos que restam são poucos (tendo em conta que esta foi desde a Idade Média uma cidade importante em França), mas a quantidade de fachadas antigas que foram integradas em recontruções modernas, janelas antigas que foram colocadas em edifícios mais recentes, ou edifícios antigos que estão isolados no meio de um quarteirão ou de uma praça moderna é surpreendente ... é uma cidade interessante!

No entanto há vários locais a visitar. O destaque vai para a Abadia dos Homens e a Abadia das mulheres. Estes dois magníficos edifícios medievais foram sendo adaptados ao longo dos tempos a novos usos e a novos gostos, mas sempre com uma espectacularidade de arquitectura assinalável. Construídos no Século XI, ambos destinavam-se a acolher (fora de portas na altura) os religiosos e religiosas que muito contribuiram para a afirmação da cidade ao longo dos tempos.


Mas outro ponto importante é o impressionante Castelo (na foto). Um dos maiores castelos medievais ainda de pé de em toda a Europa Ocidental, este castelo foi também construído no Século XI por Guilherme o conquistador. Os altos muros, o palácio no interior (hoje o Museu da Cidade e o Museu de Belas Artes) e a forma impecável como ainda se encontra fazem dele um ponto brigatório nesta viagem.

Mais do que uma cidade arquitectonicamente especial, Caen, por razões históricas, assume-se como um destino com monumentos muito particulares e extremamente bem conservados. Por toda a destruição decorrente do seu papel estratégico na segunda guerra mundial, todo o património que sobrou está impecavelmente conservado, o que faz com que este percurso não seja uma decepção mas sim uma surpresa.


Caída a noite decidimos dirigir-nos até ao Porto (apesar de estarmos a cerca de 20 km do Canal da Mancha há um canal que permite ter uma marina no centro da cidade) e escolhemos um tradicional restaurante - Le Carlotta - para provar algumas das especialidades da região. A ementa começou com umas Ostras frescas sublimes, a que se seguiram umas Tripas à Moda de Caen (completamente diferentes das portuguesas) e terminámos com uma Baba au Rum ... tudo regado com a tradicional Cidra Normanda. Foi um repasto digno de uma cozinha rica, variada e farta.

Foi um dia em que o ritmo foi abrandando à medida que passavam as horas, mas que mesmo assim deu para fazer tudo. Amanhã culminamos esta conquista de Caen com uma ida até à Costa de Manhã, mesmo antes de voltarmos para Paris (por volta do Almoço) e apanharmos o avião para Lisboa (onde chegaremos no final do dia). Vai ser uma correria e muitos kms a percorrer ... mas vai seguramente valer a pena!

Não deixe de acompanhar os momentos finais desta viagem À Conquista de Paris que desde Sábado estamos a relatar em directo aqui no ... And This is Reality!

ESPECIAL | À CONQUISTA DE PARIS - DIA 03


Tal como o planeado, o dia de hoje foi dedicado à conquista final de Paris e à descoberta de uma cidade contemporânea e arrojada. Com tal objectivo a primeira paragem só poderia ser uma das mais espectaculares e menos meidáticas obras dos Grands Traveaux levadas a cabo pelo presidente Miterrand: A Biblioteca Nacional de França.

Alguns chamaram ao Presidente Faraónico, outros Napoleão, mas o que é um facto é que deixou cinco obras impressionantes que marcaram uma nova era na capital francesa: a Pirâmide do Louvre, Musée d'Orsay, Grand Arch de La Defense, Ministério das Finanças, Opera da Bastille, Parc de La Vilette, Institut du Monde Arabe e Nova Biblioteca Nacional de França. Foi este último edifício (que actualmente tem o nome do antigo presidente - Biblioteque François Miterrand) que escolhemos para começar o dia e percorrer uma cidade contemporânea e menos conhecida.


A dimensão, o equilíbrio, a simplicidade e a sofisticação do projecto assinado por Dominique Perrault conferem a esta obra um lugar bastante especial no roteiro da Paris Moderna. Continuámos para outra obra de modernidade pouco conhecida, mas igualmente elegante e interessante - a ponte Simone de Beauvoir.

Desenhada pelo arquitecto austríaco Dietmar Feichtinger, esta ponte pedonal liga a Biblioteca Nacional de França ao moderno e muito bocólico Parc de Bercy. Ondulante, esta "Passerelle" (como lhe chamam os parisienses) é um elemento de grande engenho, contemporaneidade e elegância no capítulo das Pontes sobre o Sena.

Chegados ao Parc de Bercy caminhamos lentamente por entre canteiros bem tratados, um desenho pasiagístico moderno e um ambiente de inicio de Primavera notório.

Foi um passeio agradável em direcção ao nosso próximo destino que nos troxe mais uma faceta de uma Paris contemporânea: o Bercy Village.


Este conjunto de antigos armazéns do porto do Sena foi reconvertido num pequeno centro comercial a céu aberto com várias esplanadas e lojas contemporâneas. É agradável, sofisticado, tem uma população de residentes e sente-se o discreto charme parisiense dos tempos que correm.

De metro seguimos directamente para o lado oposto da cidade e chegámos ao expoente máximo da cultura urbana e contemporânea artística da capital francesa: o Palais Tokio.


Este museu, dedicado à arte avançada e a instalações efémeras de artistas que arriscam ideias com significado é um pólo dos mais desafiantes da cidade.

Nesta capital dos museus, o Palais Tokio tem sem qualquer dúvida um papel de dianteira na vanguarda museológica e artística da cidade. É um conceito de museu bastante sofisticado, cheio de gente Branché (ou trendy, en inglês) e sempre com surpresas e novidades à espera de quem lá vai. Nesta Paris contemporânea, urbana e Moderna ... este é um ponto de visita obrigatório!

Depois de uma visita e de uma ida até à livraria, onde nos perdemos no meio de tantos títulos interessantes e originais, aproveitámos para almoçar e dirigimo-nos ao Tokio Eat (o restaurante do próprio centro de exposições).


Aqui o ambiente é verdadeiramente selecto, sofisticado e ultra moderno. Desde a decoração moderna, até ao serviço com um pequeno toque de distância (que por volta da sobremesa se torna mais informal, pois o empregado já nos conhece), passando pelo menu ... tudo é pensado ao milímetro.

A cozinha ... essa é equilibradamente inteligente e bem feita. Para um almoço de domingo, tardio, moderno, de gastronomia francesa, rodeado da jovem e intelectual sociedade parisiense, este, definitivamente, é o local ideal. Em termos de ementa optámos por uma entrada de alcachofras com parmesão, frango caramelizado com arros de limão e como sobremesa uns macarrons caseiros do Tokio Eat. Não podia ter sido mais contemporâneo e perfeito!

De saída do Palais Tokio, virámos à esquerda e decidimo dirigir-nos ao último capítulo da Paris Moderna. O primeiro e derradeiro símbolo de uma nova Paris - a Torre Eifel.


A apenas trezentos metros, este que é o monumento mmais famoso de Paris encerrou este nosso percurso dedicado a um Paris Moderno. Tendo sido contruída para ser o símbolo da Exposição Universal de Paris de 1889, na altura foi uma imensa demonstração de vanguarda, de inovação e de utopia urbana. Foi o primeiro símbolo de uma Paris Moderna, no despontar da época industrial ... por isso encerra este nosso percurso por uma Paris Moderna.

A "Dama de Ferro" continua actualmente a ser um deslumbre de técnica, elegância e magestade arquitectónica. Assim terminamos este percurso dedicado a um Paris Moderno ... mas ainda nos falta a etapa final - o Desfile Triunfal!

Mesmo ao final da tarde, e depois destes dois dias À Conquista de Paris, rumamos ao nosso percurso final. Na véspera de partirmos em direcção à Normandia e à cidade de Caen (onde os aliados desembarcaram na segunda guerra mundial), fomos ao local onde os Aliados fizeram a entrada triunfal em Paris - o Arco do Triunfo e descemos os Champs Elisées.


Este é o encerramento simbólico desta nossa primeira etapa da escapadela europeia. Assim da Etoile (rotunda onde se situa o Arco do Triunfo), fomos descendo os famosos Campos Elísios e entrado, à esquerda e à direita nas melhores e mais atractivas lojas.

De realçar a presença de várias grandes marcas de carros, com os seus Ateliers. O nosso destaque vai para o Atelier Citroën e para o Atelier Peugeot (na foto). As marcas de automóveis, usam estes espaços para exibirem aos muitos milhares de visitantes as suas últimas novidades, numa postura de marketing de marca puro. Espaços ultra produzidos e que não vendem um automóvel ... apenas vendem a marca!


Este desfile triunfal terminou, não na Prace de La Concorde (como seria de esperar), mas antes noutro símbolo da cidade ... e com bem mais estilo.

Chegados à rotunda de Franklin Roosevelt desviámos para a muito Chic Avenue Montaigne e virámos à esquerda na singela Rue François 1er. Aqui terminámos a nossa conquista parisiense em frente ao nº15 - a Casa Christian Dior.


Não podíamos deixar de terminar este desfile triunfal final em Paris que não fosse na mítica casa parisiense e que ainda é um dos locais mais selectos de toda a capital francesa. Antes de partir para a Normandia ... este foi o final perfeito!

Desfile triunfal terminado e fomos jantar. Aqui decidimos também ir a um dos locais mais em voga no momento - o Café Germain. Propriedade dos Irmãos Costes (famosos pelos vários locais de culto que nos últimos 20 anos têm dado à Cidade Luz), esta é a sua mais recente abertura - um restaurante/bar moderno que cruza um ambiente retro-arty, com o tradicional Bistrot de Saint Germain des Prés (nº25/27 da Rue de Buci).


Este é um local com uma frequência despreocupada mas ultra-requintada, uma cozinha simples mas bem executada (aqui na imagem está a sobremesa Semi-frio de Frutos Silvestres), uma decoração exímia e sem mácula (ou não fosse este um espaço que foi inaugurado no passado mês de Setembro, pelos Irmãos Costes).

Foi o final perfeito para esta estada Parisiense e que nos embala em direcção ao TGV logo de manhã em direcção à Normandia e à cidade de Caen. Conforme o prometido vamos fazer o percurso inverso que os aliados fizeram na reconquista de Paris. Nós como já conquistámos paris ... agora vamos percorrer as restantes etapas até aos areais normandos.

Nós e os nossos leitores! ... Porque amanhã estarão aqui todos os detalhes de mais um dia de viagem em directo aqui no ... And This is Reality!

ESPECIAL | À CONQUISTA DE PARIS - DIA 02


Conforme o prometido cá estamos a relatar todos os detalhes da nossa viagem À Conquista de Paris.

O dia começou cedo e em direcção ao ponto onde acabámos ontem - aos Grands Boulvards. A primeira paragem foi nas míticas Galleries Lafayette. O mais emblemático dos armazéns parisienses foi a primeira paragem do dia. Chic, fervilhante e com muito glamour parisiense, estes grandes armazéns são paragem obrigatória.


Depois de uma primeira incursão no mundo das compras parisienses (à qual resistimos por ainda ser muito cedo e como tal implicar carregar com elas o resto do dia), seguimos para um dos edifícios mais emblemáticos da Cidade da Luz - Opera Garnier.

O edifício projectado pelo genial arquitecto Charles Garnier, é o centro da famosa zona parisiense projectada pelo Barão Haussman sobre as ordens de Napoleão III. Com um estilo muito próprio, esta é a Ópera clássica de Paris e foi inspiração para várias das famosas histórias parisienses. A mais famosa é talvez o musical "Fantasma da Ópera".


De um luxo arquitectónico passamos a outro luxo (arquitectónico e não só) - a exclusiva e muito sofisticada Place Vandôme.

É talvez a praça parisiense que melhor reflecte o estilo da cidade - clássico, luxuoso e com uma monumentalidade neoclássica. Nesta praça, para além do mítico Hotel Ritz, estão as principais lojas de alta joalheria da cidade. Chanel, Dior, Cartier, Van Cleef & Arpels, Chaumet são apenas algumas das marcas que preenchem todo o piso térreo da praça. O espectáculo das montras ... esse é brilhante!


Rumamos à vizinha Rue de Saint Honoré. A clássica rua da moda parisiense, há alguns anos um pouco fora de moda, está agora a renovar-se a olhos vistos.

O ponto essencial desta renovação trendy de Saint Honoré é a mais famosa Concept Store do momento - a Colette. Esta loja situada no nº 213, junta roupa, acessórios, comida, gadgets, música, livros e objectos de culto por baixo de um dos conceitos mais bem conseguidos da cultura urbana. Tudo faz sentido, tudo contribui para um lifestyle moderno e edgy, tudo tem a garantia de ser trendy como só a Colette consegue. É verdadeiramente um novo templo da cultura urbana contemporânea mundial!


Da cultura contemporânea ao grande templo da cultura clássica foi um instante - o Louvre.

O maior Museu do Mundo continua a ter uma adesão do público e uma magia e encanto, como só as grandes instituições conseguem. Nesta que é a cidade do mundo com mais museus, este é o centro desta actividade museológica. Deixamos-lhe aqui uma dica - a entrada da Pirâmide tem normalmente uma grande fila para entrar, mas se se dirigir à Rue de Rivoli (nº 99), entra para o Carroussel du Louvre e a entrada deste centro comercial para o Museu, normalmente não tem quase ninguém. Para passar pela própria da pirâmide passa à saída (sem esperas, claro).


É impossível ambicionar a ver o museu, mas o que fizemos e propomos é um passeio por entre as galerias e deter-nos em frente de algumas das obras mais emblemáticas da heranca cultural ocidental. Há paragens obrigatórias como sejam o Escriba Sentado, a Venus do Milo, a Vitória de Samotrácia, a Gioconda, a Coroação de Napoleão ou o retracto de Gabrielle d'Estrées e sua irmã. Todas obras cujo papel de relevo na nossa identidade cultural universal é inquestionável ... e à distância de uns corredores e galerias. É obrigatório!

No final da visita (já perto das três horas), decidimos parar para comer algo num dos segredos mais bem guardados deste Museu - o Café Richelieu.


Situado no primeiro andar da ala do mesmo nome, este espaço tem o dedo do famoso arquitecto Jean-Michel Wilmotte, sobreposto a umas salas clássicas do antigo palácio real. Apesar dos magníficos tectos trabalhados, a modernidade é absoluta e acompanha uma cozinha simples mas requintada. Isto foi o que nos "permitimos" nesta primeira pausa do dia. A recomendação de menu que deixamos é a Salada Campagnarde (o presunto era excepcional e o queijo verdadeiramente divino).

Do Louvre saímos em direcção ao famoso Sena e caminhamos pelos cais. Não podemos deixar de pensar que a Primavera (que pelo sol que estamos a apanhar, já chegou a Paris) torna esta maravilhosa cidade ainda mais mágica.


Depois de Paris dos Grands Boulevards (que conquistámos com as Galleries Lafayette), de Paris Capital da Moda (cujo expoente da Place Vendôme e da Rue de Saint Honoré nos deram esse ambiente), de Paris a Capital dos Museus (onde a visita ao Louvre nos deixou conquistados) vamos até à Paris Cidade Capital do Romance.

Assim rumamos à mítica Pont des Arts. Aqui os casais mais apaixonados tradicionalmente beijam-se e a atmosfera situa-se entre o romance e a boémia artística. Chamou-nos a atenção uma iniciativa bastante curiosa: esta ponte de ferro tem nas suas grades das quardas um sem número de declarações de amor ... escritas em cadeados! Cada casal que queira deixar a sua marca na clássica ponte dos namorados em Paris (assim como quem declara escrito numa árvore o seu amor), pode prender um cadeado com os seus dois nomes nas guardas da ponte. A instalação é surpreendente, divertida, forte e simples de apreender ... e bastante popular, a julgar pela quantidade de cadeados!


Gostámos e atravessamos para a famosa e também muito romântica Rive Gauche. Ao longo dos cais da Rive Gauche estão os famosos Bouquinistes Parisienses (ou alfarrabistas, em português).

Poucos sabem, mas estes três quilómetros de cais onde os Bouquinistes se concentram, com as suas caixas verdes empoleiradas nos muros (recheadas de livros antigos, selos, postais curiosos ou gravuras) estão classificados pela Unesco como Património Cultural da Humanidade.


Depois de espreitar algumas caixas de "Bouquiniste", continuamos para dentro e perdemo-nos no também muito romântico bairro de Saint Germain des Prés. Centro da vida cultural, artística e comercial da Rive Gauche, é aqui que nos damos mais algum tempo para umas pequenas compras. Todas as grandes marcas têm lojas na zona, por isso o difícil vai ser escolher.

Deixamos uma indicação - na Rue Bonaparte, nº 35, está a loja da editora de livros de culto Assouline. Dedicada apenas a livros de Moda e de Arte (os dois temas do dia de hoje), aqui encontram-se absolutas obras de arte editoriais. Num ambiente único e que cruza o inesperado com o extremo bom-gosto os exemplares de colecção sucedem-se diante dos olhos dos visitantes. Não se esperem preços baixos (há mesmo exemplares de livros que custam cerca de 5.000,00 €), mas o espectáculo visual e a paixão pelos livros ... fazem deste um ponto de romaria para os nossos leitores!


Por fim vamos até um dos locais mais tentadores da zona - a Maison Georges Larnicol.

Conforme o anunciam à porta, esta é a melhor fábrica de chocolate, de pequenos bolos secos e de biscoitos de França. É um local doce, de maravilha para o olhar, para o cheiro e, essencialmente, para o paladar. As cores do chocolate, o excelente aspecto dos (agora) muito na moda Macarrons e o cheiro guloso dos biscoitos acabados de fazer, invadem os sentidos. Não se recomenda este roteiro para quem esteja em dieta ... pois não há como resistir ... mas vale a pena!


Depois de deixar as compras feitas e de um pequeno restabelecer de energias no hotel, voltamos a sair então para o Jantar. Desta vez vamos até à Rue Montorgueil, onde jantámos no bistrot típico "Aux Trois Petits Cochons". Aqui encontrámos um ambiente muito agradável e caseiro, francês (não havia um único estrangeiro, para além de nós) e com uma cozinha bem condimentada.

Muito ao estilo da famosa cozinha francesa tradicional, pedimos um menu completo - para entrada um Petit Gâteau de Figado de Ganso, ao que se seguiu um Quisado de Vaca em Vinho de Bordéus acompanhado de batatas baby e para encerrar um Vacherin Glacé recheado de Gelado de Baunilha e cobertura de morangos caramelizados. Tudo foi acompanhado com um vinho branco da região do Loire fresco e aromático - Sancerre 2010.


Finalizado tal (imenso e completo) repasto, e antes de acabarmos o dia dedicado ao Paris Clássico, ainda faltavam dois símbolos grandes desta cidade. Por isso não resistimos a um pequeno passeio nocturno que nos levou em direcção ao vizinho Marais onde reinava toda a habitual animação nocturna.

Apesar da leve mas insistente chuva que teimava em cair continuámos em direcção ao Sena e detivémo-nos a contemplar o magestoso Hôtel de Ville. A Câmara Municipal parisiense é um dos edifícios mais imponentes da capital francesa. Símbolo da sede do poder da maior cidade do país, e uma das mais mágicas e famosas cidades do mundo, este Hôtel (como lhe chamam os locais) é um símbolo de poder e da monumentalidade que domina toda a cidade.


Mas o nosso destino final deste passeio nocturno foi outro: a casa do famoso corcunda parisiense - a Notre Dame.

Magestosa, dominante da paisagem, magnificamente iluminada e de uma presença esmagadora, a catedral que sobreviveu a muitas coroações e revoluções, a vários regimes e modas religiosas e arquitectónicas, foi o encerrar perfeito do primeiro dia em que nos dedicámos a conquistar o Paris Clássico. Foi um dia em que andámos muito, visitámos bastante e confirmámos uma ideia - esta é de facto uma cidade mágica!


Amanhã a magia continua ... em versão moderna ... absolutamente a não perder!

ESPECIAL | À CONQUISTA DE PARIS - DIA 01


Depois de reuniões de trabalho de manhã, rumámos à hora do almoço ao aeroporto da Portela onde apanhámos o avião da TAP rumo à "Cidade Luz".

Chegados a Orly e depois de toda a logística de recolha das malas, dos bilhetes de comboio, do Orlyval, do RER (o metro de longa distância de Paris) e metro chegamos ao Hotel - Clarion Opera.


Check-in, desfazer malas e logo rumámos ao restaurante para jantar (pois já eram perto das 21.30h. Assim encaminhamo-nos para a primeira paragem desta conquista da capital francesa e começamos pela conquista gastronómica.

Assim dirigimo-nos ao nº 4 da Rue Feaubourg Montmarte e entrámos no muito típico, mas bastante francês Villa Montmartre.


Aqui jantámos num ambiente bastante tradicionalista e popular, cxom uma cozinha simples e muito saborosa. Este pequeno restaurante tem o charme das velhas casas da típica e boémia zona de Montmartre, mas está bem temperado com tons de rosa e um ambiente semi kitsch, povoado de objectos tradicionais e de quadros de divas de Hollywood.

Foi uma primeira conquista que contou com Terrine de Peixe como "primeira batalha", um famoso, mítico e simples, mas muito bem feito, bife com batatas fritas como "grande batalha" e como "golpe de misericórdia" uma Tarte Tatin.


Depois de tal repasto, foi essencial uma volta pela zona dos Grands Boulevards e pelas montras das grandes lojas das famosas casas de moda parisienses.

Para as primeiras (poucas) horas de Conquista de Paris, já vários aspectos foram conquistados. Amanhã então temos um programa cheio! Nós e Vós, pois tudo vai estar aqui relactado no ... And This is Reality, claro!

ESPECIAL | À CONQUISTA DE PARIS


À segunda é de vez!

Depois de uma tentativa gorada (devido à não anunciada greve dos controladores aéreos espanhóis e o consequente cancelamento de muitos dos voos na Europa), da nossa tão programada aventura em Paris no Inverno, estamos de novo de passagem marcada para a capital francesa.


Tal como referimos na altura, depois de uma road trip do outro lado do Atlântico, o primeiro destino da Europa tinha de ser Paris e França. Esta primeira experiência de travel blogging europeu vai corresponder a todos os canones. Escapadela europeia que vai combinar ícones bem conhecidos (como a famosíssima e incontornável Torre Eifel) e locais menos conhecidos mas igualmente interessantes (como é o caso da incursão à famosa normandia que vai dominar os dois últimos dias).

Estamos pois de partida para uma viagem de quatro dias e que terá dois destinos cruciais. A primeira paragem será, obviamente, a inigualável cidade de Paris seguindo-se, dois dias depois a belíssima e histórica cidade de Caen, na Normandia, junto à praia onde os aliados desembarcaram para reconquistar Paris no final da II Guerra Mundial. Assim a nossa conquista vai ficar completa!

Mas o mais interessante de tudo é que vamos trazer-vos todos connosco, pois vamos trazer tudo em directo aqui ao ... And This is Reality, através de uma completa e emocionante cobertura em directo, todos os pormenores desta viagem. A começar logo pelos seus preparativos ...


Apesar de os dias estarem mais solarengos e as temperaturas mais primaveris, o tempo parisiense e normando ainda não são dos mais quentes. Assim, depois de consultar o tempo via internet as roupas, assessórios e sapatos são emalados.

Fazer uma mala (quer seja para muito tempo, como foi a Grande Aventura Americana deste Verão passado, quer seja para uma curta escapadela de quatro dias) tem obrigatoriamente de corresponder a duas situações - ser prática e completa. Assim viajar não quer dizer andar com roupas que não combinem ou com pouca roupa. Deixamos uma dica - escolher uma cor base de vestuário e de estilo é essencial, para depois tudo poder combinar entre si com base nessa mesma cor. Nesta viagem a eleita é o Azul (ou não fossemos para França).


Outra das maiores preocupações são os acessórios inerentes a qualquer viagem. A máquina fotográfica é, indubitavelmente, o objecto mais importante para quem quer registar todos os momentos importantes – como este é o caso, pois vamos aqui trazer todos pormenores desta aventura parisiense.

Mas não só ... A mala leva também o portátil, o telemóvel, o caderno de notas moleskine, óculos de sol, vários carregadores, um impermeável e o indispensável guia Louis Vuitton da cidade de Paris. Para uma estadia tão curta, numa cidade que todos conhecemos tão bem, o que interessa é levar um guia com os locais mais trendy para podermos andar em grande estilo.


Outro aspecto essencial é uma programação do que se quer ver, visitar e onde se quer comer. Este aspecto é essencial para uma viagem tão curta e a um local com tanta oferta cultural, monumental e gastronómica. Assim estudou-se as recomendações do Guia, pesquisou-se na Internet e programaram-se os dias.

Com malas feitas, bilhetes organizados, roteiro estudado ... está na hora de dormir e depois de acordar, ir até ao aeroporto e rumar ao nosso destino nestes próximos dias para nós e todos os nossos leitores, conquistarmos Paris.