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A Coleção da Moschino chega à HM.

O NATAL JÁ ESTÁ A CHEGAR

A Disney leva o Quebra Nozes ao Grande Ecrã!

SIZA E O MUSEU VERMELHO

Siza Vieira desenha um novo Museu na China!

POWER LUNCH COM ESTRELA MICHELIN

Eleven estreia menu mais económico e desenhado para homens de negócios!

O NOVO BRILHO DA LUZ

Tom Dixon cria candeeiros ainda mais cristalinos!

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SABEM COMO FAZER UM LIVRO DRAGÃO?


O desafio é lançado pelo lisboeta Museu do Oriente a todos os pais e filhos já este sábado dia 27 de Outubro, às 14h.

Depois de analisarem alguns exemplos, os participantes vão aprender a construir o seu próprio Livro Dragão utilizando técnicas de corte e colagem, focando a mecânica desta dobragem específica e as múltiplas possibilidades de montagem do livro. Por fim, cada participante cria o seu próprio exemplar, recorrendo aos princípios e ferramentas da encadernação, e ainda, materiais de ilustração e dobragem de papel. O workshop é orientado pela dupla Nic e Inês, Nicholas Carvalho e Inês Almeida, professores na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.

Criar um dragão de papel chinês em forma de livro, que pode conter palavras, desenhos ou o que a imaginação desejar, é o desafio do Museu do Oriente com o workshop que organiza!


MODALISBOA MULTIPLEX EM DIRETO - DIA 4





I.MAUVE

Endless

A coleção de primavera/verão 2019 da Imauve encontrou influências na escultura grega e neoclássica e na sua atmosfera formal de equilíbrio e harmonia. Em particular, nas formas naturalistas, serenidade expressiva, proporção e representação das vestes em pregueados finos que deixavam enigmaticamente antever as formas do corpo. A linguagem atual do artista Daniel Arsham complementa esta base conceptual ao trazer contemporaneidade e confrontar expectativas de espaço e forma.

Silhueta
Longilínea, cintada, evasé (com detalhes franzidos e assimetrias)

Cores
Branco, mármore creme, cobre, barro, carmesim, azul pedra, preto.

Materiais
Seda, algodão, liocel, viscose, modal, malha, tule e lantejoulas.





DUARTE

Monaco Grand Prix

… Bem vindos à DUARTE Racing Team!

O Monaco GP transporta-nos para uma das mais importantes e prestigiadas corridas de Formula 1 do mundo.

Cheia de vibrações cool de corrida e de glamour, a coleção explora o lifestyle da competição. Neste evento as pessoas conseguem assistir à corrida nos seus iates, enquanto os pilotos competem pela vitória. Os linhos e algodões relembram o luxo inerente ao local, enquanto que os tecidos técnicos e as peles realçam a intensidade das cores das equipas opostas.

Seguindo o conceito de sportswear luxury, tudo é cuidadosamente planeado, resultando em peças de qualidade.





CAROLINA MACHADO

Trópico

Cuba nos anos 50 é ponto de partida para “Trópico”. Um verão caliente e rítmico, que também nos traz um sentimento amargurado de nostalgia, num estio sépia que nos deixa sempre com saudade.

Uma coleção fluida, onde se destacam as mangas abaloadas, os franzidos, cortes assimétricos, drapeados e a vivacidade dos tons terracota, complementada pelos estampados tropicais.

A paleta de cores é inspirada na pintura “Kiss Me” de Inès Longevial, onde a artista explora a silhueta feminina, através de técnicas de distorção e fragmentação.





ANDREW COIMBRA

A coleção primavera/verão 2019 de Andrew Coimbra explora o espírito despreocupado de um verão na cidade: leve, solto e esfuziante com uma espontaneidade ousada. Inspira-se em artistas contemporâneos como Jean-François Lauda, Keith Coventry e John Zabawa e mistura texturas, paletas de cores e intenções com estados de espírito sugeridos por espaços urbanos como tabernas e parques citadinos.

A coleção usa uma paleta de cores elegante, com base nos clássicos (caqui, preto, cinzento) e acrescenta-lhes alguma intriga com vermelho, amarelo e verde lima.

A silhueta resulta de um equilíbrio entre o streetwear casual e solto e um estilo urbano mais clássico e trabalhado, valendo-se de tecidos práticos com um toque de glamour.

Para o clima imprevisível da primavera, capas de nylon à prova de água e lã de Melton. Para trazer leveza, uma combinação de mistura de linho, crepe da china e algodão.





OLGA NORONHA

Hipnopompia

Da apropriação de um material de 1800 em extinção (celuloide) e técnicas e estética do séc. XVI e XVII (marchetaria com motivos do renascimento Italiano e asiáticos), surgem esculturas que envolvem o corpo rígida e naturalisticamente, com o dinamismo do movimento.

Materialização de um estado vigil de alteração da percepção do tempo e do espaço, onde a imaginação flutua no rearranjo das situações.

Despertar em que há um estado modificado de consciência que espoleta a criação de imagens oníricas.





FELIPE FAÍSCA

Inocência

Começa-se por revisitar a História contada através do tradicional Bordado da Madeira – cuja origem remonta ao século XV com a descoberta da ilha às mãos das fidalgas, apesar de só desde meados do século XIX estar documentada a sua venda e exportação – integrando-o no guarda-roupa da mulher moderna.

A viagem começa no Núcleo Mu­seológico do Instituto do Vinho e do Bordado da Madeira (IVBAM, IP-RAM), mergulhando no arquivo existente, rico em toalhas de mesa, colchas ou aplicações bordadas, e numa visita às casas das bordadeiras espalhadas pelo território insular, onde a arte, que se tornou um motor económico e um cartão de visita da Madeira além fronteiras, se executa diariamente com cantigas à mistura.

Abelha: Símbolo de trabalho árduo. De vontade. D’alma. Como se de um bordado se tratasse.

Borboleta: Personificação máxima da beleza nipónica – a gueixa – a mulher que voa ao sabor da elegância.

Libelinha: Ponte entre tudo o que fomos e quase tudo aquilo que somos.

Flor: Tão pura. Tão frágil. Tão mulher. Oh! A mulher... Sempre a mulher!





GONÇALO PEIXOTO

Flutuando na era do liberalismo feminino, a coleção de primavera/verão 2019 de Gonçalo Peixoto forma-se a partir das conjeturas e projeções que as várias formas de relação intrafeminina apresentam na contemporaneidade, absorvendo não só uma realidade em contexto nacional, mas também internacional.

Com uma abordagem edgy e silhuetas desconstruídas apropriadas pela natureza do streetstyle, Goncalo Peixoto assume um grande desafio no que diz respeito aos clássicos intemporais, revisitando-os e reinterpretando-os.





KOLOVRAT

Passaporte

Hoje, sonhei...

Os sonhos, espaço onde o corpo respira uma liberdade crua que se dilui no sangue e desagua no quotidiano, a viagem a um epicentro onde a imaginação floresce e o controlo desaparece.

Passaporte é o estremecer desse subconsciente, uma porta simbólica de contágio entre o que é sonhado e o que é real, uma visão imprevisível numa sociedade de mecânicas funcionais.

Passaporte é a identidade devolvida ao indivíduo, o símbolo de passagem da humanidade que se desconstrói novamente, a quebra da norma através da criatividade, uma afirmação simplista de rotura.

É nesta saga que se encontra o mote narrativo para uma coleção de cores vivas, embebida na expressão democrática, onde cada tecido, cada padrão, cada corte nos transporta a uma existência de libertação.





DINO ALVES

Tudo o que Somos!

Falar de beleza interior é um lugar comum! O que isso significa é que essa beleza a que nos referimos é a consequência do nosso carácter, da maneira de estarmos na vida, dos valores que defendemos, da luz e do carisma que emanamos pela soma de tudo isto.

Eu acrescento que também a moda é o que temos dentro de nós. Não é apenas a roupa, as marcas e a forma como nos vestimos que fazem de nós pessoas modernas e com estilo, mas muitas outras coisas que construímos interiormente e que não se vêem.

A nossa imagem deve vir de dentro para fora e a roupa deve ser uma espécie de segunda pele e extensão de nós mesmos.

Tudo o que somos está dentro de nós!

Detalhes
Peças que mostram o interior das mesmas. Peças sobrepostas que mostram as peças que estão por baixo. Avesso para fora. Peças como suporte de uma série de registos de vários tipos que somados parecem construir o nosso interior. Peças feitas a partir da união de vários elementos, como se fosse uma colagem de registos. Manchas de cores, lembrando telas pintadas. Peças perfuradas a deixar ver o “nosso interior”. Transparências, misturas de estampados e texturas. Peças que parecem embrulhar o que temos dentro de nós.

Cores
Vermelho, lilás , amarelo, branco, preto, beges, azuis, verdes, castanhos, dourado.

Materiais
Algodão, organza, ganga, linho, seda, malhas, tule, telas,

Acessórios
Cintos, sacos, malas de cintura.

MODALISBOA MULTIPLEX EM DIRETO - DIA 3






NUNO GAMA

Porto Graal

Em 1434, esta minúscula nação encurralada entre o Atlântico e a Ibéria atirou-se ao mar numa maravilhosa migração de tolerância que mudou o mundo e a humanidade para todo o sempre.

Esta é a herança que sabiamente temos compartilhado de forma a dilatar a consciência comum e a enaltecer a vida em todo o seu esplendor.

O mar continua repleto de monstros marinhos mas a aventura humana não pára e o espaço que nos “divide” já não se resume ao umbigo, à nossa rua ou cidade. Porque apesar das diferenças/diferendos, deuses ou tragédias, encontramo-nos cada vez mais numa multidisciplinar redescoberta que nos fala à alma do coração da génese humana.

Que nunca cesse essa renovação intemporal, de à mesa, saborearmos o Mundo, porque depois disso já só nos restarão as abelhas.

O estilo joga-se a partir da sobreposição de multi referências provenientes das recordações de Viagens, Conceitos, Formas, Acabamentos ou Materiais por sua vez, cada vez mais nobres, mais inteligentes, mas também na eterna beleza do feito à mão. Dividido entre um regresso ao vestuário formal e uma atitude mais cool para com o self comfort, recriando assim novos looks, geograficamente ilimitados por seres enriquecidos de intermináveis experiências partilhadas neste novo tempo do Mundo.

Com esta alteração climática assistimos ao regresso absoluto do calção à cidade, às nossas vidas, em todas as peças e atitudes.

Amanhecemos com uma silenciosa alvorada de bicolores frescos, de Cinzas, Beges, Kakis e Azuis, que com a chegada do calor se enchem de força e vigor em contraste com o Turquesa, o Petróleo, e o Ameixa, realçados pelo fresco do Amarelo Limão. Tudo isto sem perdermos de vista gráficos objetivos de Pretos & Branco evidenciados pela eterna beleza de Vermelho Crisântemo.

Este ano comemoramos 25 anos de Marca Nuno Gama, com uma loja nova no Chiado e com mais uma coleção com viagem marcada na máquina do tempo da cultura Portuguesa, no Museu de Arte Antiga onde temos hora marcada com os “meus” painéis de S.Vicente.






AWAYTOMARS

Drawn by Light

Coleção cocriada por 809 designers.

A luz, agente natural que estimula a visão e permite que tudo se torne visível. Inicialmente, explorámos como a luz reflete e refrata superfícies como os diamantes, que traduzimos numa linha de padrões digitais. Durante o processo de cocriação da coleção, o coletivo AWAYTOMARS sugeriu que fosse analisada a história da filmografia e as formas como as imagens podem ser documentadas através da luz.

As primeiras origens do cinema e a introdução da cor no século XIX tiveram grande influência na coleção. Esta época foi um marco para o uso de cor no cinema, quando os filmes mudos exploraram pela primeira vez o uso da cor através do delicado processo de pintar à mão os slides um a um, muitas vezes usando um conjunto explosivo de corantes.

As cores selecionadas são fortemente inspiradas nos primeiros desenvolvimentos de corantes de anilina sintéticos, como o corante roxo Mauveine criado pelo químico britânico William Henry Perkin, em 1856.

Com os novos avanços técnicos na indústria de impressão têxtil, usamos métodos sustentáveis de impressão digital para repensar esse período de descoberta da cor numa coleção de verão coesa e forte.





CONSTANÇA ENTRUDO

Connections

São as perguntas que despertam a criatividade de Constança Entrudo e que abrem espaço para novas possibilidades. Partindo da ideia de que ‘uma pergunta é uma resposta mas uma resposta não é uma pergunta’, esta coleção absorve-nos para um universo estético e criativo em que a moda toca os limites da arte através de um conceito que também nos leva a fazer perguntas.

O seu trabalho quer desafiar códigos pré-estabelecidos (e que representam a moda de agora) através de experiências de paródia, humor e inversão, sempre com um elemento de performance.

A coleção não tem género, é para homens e mulheres, e todas as peças estão ligadas de alguma forma. Unem-se através de botões (uma colaboração com a joalheira Colomb D’Humieres) feitos de materiais diversos, encontrados em lugares diferentes. É este elo de ligação que junta as peças e a sua desconstrução que abre a possibilidade de as vestirmos de diferentes formas, como se a coleção fosse um puzzle.

Estas colaborações também são uma parte fundamental da coleção e do trabalho de Constança Entrudo. Mais do que intervenções na coleção, as colaborações com outros designers e artistas recuperam a importância das ligações entre pessoas com diferentes referências, culturas, influências.

O elemento de desconstrução é evidente no desfile através da performance - à medida que os coordenados se transformam, tudo se transforma com eles.





ALEXANDRA MOURA

Heirloom

Com “Heirloom” reforçam-se as heranças de uma infância cheia de referências, da menina da cidade que vai de férias para a casa da avó na Aldeia.

A coleção Alexandra Moura para a próxima primavera/verão reforça a história da designer na sua infância, um recordar das férias na aldeia em Trás-os-Montes, junto à fronteira - Vila Verde da Raia. Lembranças da casa da Avó Amélia e do Avô Delfim, a magia das divisões imaculadas, limpas e bem arranjadas, sempre à espera que alguma visita surgisse, as vestes para o dia da Festa da Aldeia e a sua procissão num domingo claro. O encontro de contrastes na vida da Designer enquanto menina da cidade que exaltava de alegria em ir para a aldeia.

É também daqui que muitas das suas lembranças vêm, lembranças ao nível sensitivo, os cheiros, os paladares, a ida à taberna beber o sumo com gosto a carica que tanto a deliciava, o sabor do milho, o cheiro do sabonete das mãos, o aroma do café etc…

Para o desenvolvimento dos padrões, as lembranças de quadros florais a remeter ao Impressionismo que povoavam as paredes da sala. Também serviram de fortes alicerces para o desenvolvimento destes grafismos e da própria coleção, a diversidade de pratos florais pintados à mão, onde uns mais elegantes se misturam com outros mais kitsch, as jarras que acolhiam orgulhosamente as flores em tecido e plástico com cores vibrantes, a mistura das carpetes com os brocados florais dos sofás, a colcha de cetim da cama que contrasta com os folhos e os laços dos cortinados fazendo do quarto uma divisão santa e íntima.

Um outro ponto do conceito são as referências às roupas dos avós, que como pessoas do campo se enfeitavam para o domingo ou para comemorar a festa da Aldeia com os anjos a desfilar na procissão ao redor do Andor.

Os materiais presentes são o tule delicado com bordado apelidado de “Resplendor”, jacquard floral, denim e algodão estabelecendo assim uma ponte entre o clássico e o contemporâneo.

O uso na coleção do tweed em tons retro, e da viscose floral num preto total, revela uma conexão intimista entre a designer e os avós que lhe trazem como recordação as peças nestes materiais.

Relativamente às formas e detalhes das peças, o passado e o presente, a cidade e o campo, são representados em “colagem” lado a lado. Influências de uma vertente clássica e tradicional em contraposto com a relação entre peças oversized/sportswear feeling das roupas de quem vem da cidade.

Finalmente, inspirada no sucesso das últimas estações, Alexandra Moura reintroduz os trench-coats e vestidos oversized e colabora, pela quarta vez, com a marca portuguesa Duffy Sport, no desenvolvimento de Puffer Jackets e acessórios. Outra nova parceria surge nesta coleção, com a marca Portuguesa de calçado com a EXCEED Shoe Thinkers, onde se reforçam os conceitos do sport e do tradicional exemplarmente bem confecionado em unissexo.

“Heirloom” é isto tudo, a herança e as sementes que todos trazemos dentro de nós.





CIA MARÍTIMA

Passaporte Carimbado

A coleção Cia. Marítima de verão 2019, intitulada Passaporte Carimbado, procura referências em cidades à volta do mundo. Elementos de diversas culturas, de leste a oeste, são as grandes inspirações para a estação.

As peças refletem as características mais marcantes de cada lugar, com uma paleta de cores fortes e estampagens icónicas, criando, assim, uma coleção contemporânea para a estação mais quente do ano.

Brasil, Flórida, Capetown, Hawai, Rio de Janeiro, Tokyo e Mykonos são os nomes das cidades usadas nas estampagens. A paleta de cores inclui tons como azul marinho, que aparece no fundo das estampagens, branco, areia, amarelo, verde, rosa, e o vermelho mais fechado, uma das apostas para a coleção. Os nós aparecem como detalhes e também para compor os prints.

As novidades são o tringle biquíni, o fato de banho com decote nas costas mais cavado inspirado nos anos 90, o novo modelo de biquíni cup e a tanga dupla face.

A coleção diferencia-se pelas modelagens, cores e estampagens pensadas para combinarem entre si, tanto nas peças de moda, como no beachwear. Os bodies e biquínis, que fazem parte do DNA da grife, são as peças fortes da estação.

As peças de linho, viscose, alfaiataria e tricô são apresentadas em versões de diferentes texturas, modelagens fluidas, vestidos, macacões, saias e calças.





PATRICK DE PÁDUA

She

Preto - elegância
Branco - pureza
Vermelho - atracão
Amarelo - energia
Roxo - ambição
Laranja - alegria
Azul - confiança

A paleta de cores centra-se nos clássicos da marca, preto e branco, trazendo nesta coleção amarelo, azul, vermelho, laranja e roxo para reforçar o conceito.

Silhuetas estrategicamente desconstruídas entre o justo e o oversized, sobreposições de materiais, num assumido o ADN streetwear / sportswear.





ALEKSANDAR PROTIC

Heróis das novas gerações das metrópoles brasileiras, futuro, liberdade, renascença.





RICARDO ANDREZ

Provocando uma onda de pânico, semelhante às crenças ‘fim do mundo’, o bug do milénio apresentou-se como algo inofensivo, estimulante e apocalíptico.





LUÍS CARVALHO

Cherry

A próxima estação quente tem como principal inspiração as cerejas, que se destacarão de uma forma mais direta e ao mesmo tempo abstrata. Essa inspiração traduz-se em vários estampados e na utilização da sua silhueta enquanto forma de construção de alguns dos moldes e detalhes da coleção.

As cerejeiras trazem-nos o segundo ponto principal de inspiração, o lado mais oriental, fazendo-se denotar em algumas das silhuetas presentes.

As silhuetas dividem-se entre fluidas e estruturadas, variando entre looks micro/XL e reto/oversize.

As cores predominantes são os vermelhos, azul céu e verdes secos em materiais como tafetá, crepes e cetins de seda.

Silhueta
Micro, XL, fluida/estruturada, reta, oversize.

Cores
Vermelho, azul céu, verde seco, crú, preto.

Materiais
Tafetá de seda, cetim de seda, sarja de algodão, sarjas de seda, crepe de seda, cupro.