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DESTINOS DE OUTONO


A Skycop, empresa internacional que luta pelos direitos dos passageiros face às companhias aéreas, selecionou 5 destinos de outono para visitar antes do frio do inverno.

O outono é uma das épocas mais bonitas do ano, com cores brilhantes, sol e vento quentes do outono, sofá, mantas e uma chávena de café - não soa bem? No entanto para muitas pessoas o outono é muito mais do que isto - é a altura nobre das viagens. Itália, Reino Unido, Holanda são já destinos conhecidos de outono, mas decidimos falar sobre lugares menos conhecidos, igualmente incríveis, que merecem a sua visita este outono.



Islândia, Geórgia, Andorra, Croácia e Montenegro foram as escolhas desta empresa que tanto defende os direitos dos passageiros que têm problemas com voos atrasados e cancelados (e que nem sempre encontram nas companhias aéreas as respostas que merecem e têm direito) ... e nós, neste fim-de-semana prolongado em que tantos viajam (incluindo nós ... mas quem nos segue nas redes sociais Instagram e Facebook tem estado a acompanhar esta nossa escapadela em direto), assinamos por baixo estas sugestões.

Sim viajar faz bem ... e para estes destinos ainda mais!


TAP LANÇA NOVOS DESTINOS


A muito portuguesa TAP acaba de anunciar os primeiros novos destinos desta primavera e trazem, para já, três surpresas. A partir de abril de 2019 vamos passar a voar para Telavive, Dublin e Basileia.

Os voos entre Lisboa e Telavive, em Israel, realizados em equipamento A321 Long Range, com capacidade para 168 passageiros, vão ser diários, com partida da capital portuguesa às 14:20 e chegada a Israel às 21:30. De Telavive, partem às 5:05, chegando a Lisboa às 9:00.


Para Dublin, a TAP vai oferecer duas ligações por dia, com partida de Lisboa às 7:05 e 14:00 e chegada à capital da Irlanda às 9:50 e 16:45, de onde partem de regresso às 10:35 e 17:30 chegando ao aeroporto de Lisboa às 13:15 e 20:10.

Já entre Lisboa e a muito Suíça cidade de Basileia serão também operados dois voos diários. As partidas serão às 6:40 e 15:50, com chegadas ao destino às 10:20 e 19:30. No regresso, as partidas de Basileia serão às 11:05 e 20:15, que aterram em Lisboa às 13:00 e 22:10. Refira-se que Basileia é terceiro destino na Suíça da TAP, juntando-se assim a Zurique e Genebra.

Sim, aqui estão três apostas de destinos que estão ganhas à partida!

ESCAPADELA ATÉ AOS OITAVOS


Nesta altura em que se começa a voltar de férias, há que começar a pensar onde vamos passar os feriados de Outubro, de Novembro e de Dezembro.

Ora a nossa sugestão fica mesmo ao lado de Lisboa (em Cascais, mais propriamente na Quinta da Marinha): o The Oitavos. Este hotel tem tudo o que uma escapadela exige: é sossegado, tira-nos da nossa rotina diária, é perto de Lisboa (tão perto que dá para ir e voltar sem perder tempos em viagens, que muitas vezes é o problema das escapadelas) e está a preparar um programa especial já para o 5 de Outubro.




Entre a serra e o mar, num espaço mágico de paz e tranquilidade, o The Oitavos oferece um pacote que inclui estadia com pequeno-almoço e upgrade mediante disponibilidade de Superior para Premium, acesso à Balneoterapia - piscina interior com água do mar aquecida e jatos, sauna, banho-turco e jacuzzi - um voucher de 25€ no The Spa e Welcome drink no Ipsylon Bar.



Localizado na Quinta da Marinha, parte integral do Parque Natural de Sintra-Cascais, o The Oitavos é um sítio único para viajantes à procura de natureza. Na lista de experiências regulares do hotel é possível escolher atividades outdoor, como os passeios a cavalo e bicicleta. Para os amantes de desportos com raquete existem courts de ténis, padel e squash. Para os Golfistas, o Oitavos Dunes é o local perfeito para praticar este desporto. Para quem tem companheiros de quatro patas, estes podem também fazer parte da escapadinha e usufruir da estadia no The Oitavos.

Gostaram? Nós avisámos que era uma boa sugestão ...



VIAGEM DE VERÃO 2018 EM DIRETO | VOLTA AO MUNDO - DIA 18



12:00 THE END

E pronto, depois de 12 voos, 12 paragens e milhares de quilómetros percorridos, ao 18º dia termina a nossa Volta ao Mundo.

Depois de um voo tranquilo da TAP que ligou JFK ao Humberto Delgado, chegámos ao final desta nossa grande aventura de Verão. Cansádos? Sim! Mas satisfeitos? ABSOLUTAMENTE!

É que não se faz uma Volta ao Mundo todos os dias, e muito menos com um ritmo tão grande e alucinante como esta. Poderíamos ter parado em menos pontos, mas não teríamos vivido tanto, poderíamos ter demorado mais dias, mas não teria sido tão intenso, poderíamos ter feito outras opções, mas não tinha sido a mesma coisa.

Aterramos em Lisboa absolutamente concretizados e ansiosos por contar pessoalmente todas estas nossas aventuras aos nossos amigos e família, porque estas são aventuras que acrescentam e nos tornam diferentes e melhores!

Esta foi a Viagem de Verão em Direto mais exigente do ponto de vista físico que fizemos até hoje, mas vale tanto a pena como todas as outras.

Está na hora de dizermos sobre esta Volta ao Mundo uma última coisa - The End!

VIAGEM DE VERÃO 2018 EM DIRETO | VOLTA AO MUNDO - DIA 17



08:00 EMPIRE STATE OF WAKENING

O Hotel que escolhemos para esta nossa última estadia da nossa volta ao mundo tem várias vantagens e desvantagens como referimos ontem ... mas uma vantagem que tem é ser propriedade de latinos. O que é que isto é uma vantagem perguntam vocês? Porque os hotéis nos Estados Unidos da América (e portanto também em Nova Iorque) nunca incluem o pequeno almoço no preço do quarto ... mas neste caso as bebidas estão incluídas. Assim sendo fomos até ao restaurante do hotel e pedimos as bebidas e escolhemos o que comer (pagando só a comida).

Assim ao acordarmos em plena vizinhança do Empire State Building (alguns de nós viam o gigante imponente da janela do quarto), foi muito agradável podermos sentar logo ao acordar numa sossegada sala de tetos altos e trabalhados e tomar tranquilamente um pequeno almoço bem feito e de qualidade.

Assim começámos o nosso segundo dia de Nova Iorque e o último dia da nossa Volta ao Mundo.







12:00 MISS LIBERTY E AS MEMÓRIAS DE UM PAÍS DE EMIGRANTES

Alguns de nós nunca tínhamos ido a Nova Iorque, outros já e várias vezes, mas curiosamente ninguém do grupo tinha ido até à Liberty Island e Elis Island.

Estas duas simbólicas ilhas em pleno estuário do rio Hudson foram durante muitas décadas a principal porta de entrada de emigrantes no país e hoje albergam orgulhosamente uma estátua símbolo da liberdade em todo o mundo e outra um museu dedicado à emigração e aos emigrantes que fizeram deste país o que ele é hoje em dia.

Foi este o nosso primeiro destino do dia de hoje, e ainda bem, pois depois da intempérie tropical que se abateu ontem sobre a cidade, hoje o tempo está perfeitamente limpo e solarengo. É neste contexto que vamos visitar então a elegante e bela Estátua da Liberdade, é também com este céu azul que vemos a famosa vista de downtown Manhattan e de todos os seus arranha-céus e da sua ponte de Brooklyn e é com este sol incrível que visitamos o museu em que se transformou o antigo edifício de Alfândega em Elis Island, hoje dedicado às histórias e vivências e experiências de entrada nos EUA dos milhares

É uma passeio que deve começar cedo, pois tem muito que ver e demora algumas horas, ocupando assim toda a manhã de forma tranquila e simpática ... e dá um bom ponto de partida para este dia dedica-lo à famosa zona de downtwon!


14:00 A MELHOR PIZZA DE DOWNTOWN

Foi logo à saída dos ferries que decidimos rumar ao número 54 de Stone Street, o conhecido Adrienne's Pizza Bar.

Famoso pelas suas pizzas este é talvez o melhor local de downtown (quem sabe de Manhattan) para provar as famosas pizzas americanas. Diferentes das italianas (que já tivemos o prazer de provar em Roma, no início desta nossa Volta ao Mundo), as pizzas americanas são também um clássico da gastronomia internacional ... e essencialmente de Nova Iorque e de Downtown. Assim sendo abancámos neste templo das pizzas americanas e provámos as duas modalidades existentes na casa: a Pizza Branca e a Pizza Vermelha.

O segredo aqui está na diferença dos molhos de base de cada pizza: a vermelha leva um molho com base de tomate, enquanto que a pizza branca, leva um molho de base com queijo no lugar do tomate, tornando assim esta pizza ainda mais intensa do ponto de vista de sabor.

É tão deliciosa que é percetível a todos o porquê deste ser um dos locais de pizza mais famosos de Manhattan ... e nós tivémos a sorte de a provar!




16:00 O PASSEIO POR DOWNTOWN E O DILUVIO TROPICAL

Depois de um almoço absolutamente delicioso, mas hiper calórico, a nossa opção foi irmos passear pelas imediações de Downtown.

Assim não faltou uma visita ao Touro da Merryl Lynch, à famosa Wall Street e uma caminhada pelo emaranhado de ruas que compõe a zona de downtown Manhattan. Aqui nota-se que a cidade nunca dorme mesmo: em pleno Agosto, o buliço das ruas, com executivos das corretoras e consultoras, dos bancos e das financeiras da zona, mantém-se totalmente intacto e impactante.

Mas no meio deste ambiente, de repente, o céu desaba. O sol que tinha reinado até esse momento, numa questão de 10 minutos deu lugar a um dilúvio tropical, e foi ver todas as ruas repletas de executivos de fato e gravata, ou executivas nos seus vestidos preppy de verão, a correrem para as entradas dos escritórios, e a aglomerar-se nos cafés. Nós fizemos o mesmo e refugiamo-nos por baixo de uns andaimes de umas obras ... mas como somos turistas empenhados e tínhamos ainda mais um local para ver antes de partirmos de regresso a casa, e o tempo passava a minutos rápidos, decidimos arriscar a aventurar-nos pelas cascatas que caíam do céu. Escusado será dizer que ficámos totalmente encharcados, até aos ossos ... mas foi o pretexto que precisámos para ir às compras nas lojas do WTC.

Sim Nova Iorque continua a ser o paradigma das metrópoles, mas está cada vez mais com sintomas tropicais!




18:30 O NOVO WORLD TRADE CENTER E A TORRE DA LIBERDADE

O final da nossa visita a Nova Iorque tinha de ser simbólico e portanto escolhemos o novo World Trade Center e o memorial ao 11 de Setembro e todas as grandes obras de arquitetura que agora já povoam este espaço simbólico de um renascimento de da cidade.

O espaço está absolutamente invadido de turistas e, para ver quem queira o museu criado com o tema do maior ataque terrorista da nossa era - o 11 de Setembro - tem de comprar os bilhetes online e com antecedência. Para quem queira subir à nova Torre da Liberdade, o edifício mais alto de Nova Iorque, também tem de comprar as suas entradas online. Nós escolhemos apenas andar por ali, a rever as duas impressionantes fontes criadas no local onde estavam as duas torres gémeas e a apreciar a arquitetura de excepção das novas torres e novos edifícios deste que é o renovado e icónico World Trade Center de Nova Iorque.

Assim percebemos que esta é uma cidade infindavel, que se renova a cada segundo, criando e recriando, e que tem uma alma muito própria e forte. Nestes edifícios sentimos a força de Nova Iorque, perante a adversidade, mas também repleta de positividade e beleza. Foi um final de visita a Nova Iorque único e que terminou como todas as visitas a esta metrópole devem terminar: com uma selfie do grupo que foi na viagem (no impressionante centro de transportes desenhado por Santiago Calatrava) e com uma simpática e descontraída sessão de compras nas lojas das imediações.

Depois disto voltámos ao hotel, para recolher as malas, e esperar o transfer que tínhamos marcado para as 19:15 para nos levar até ao aeroporto ... e assim termina a nossa estadia em Nova Iorque e assim termina este último passo da nossa Volta ao Mundo.


23:45 O ÚLTIMO STRESS

Depois de sairmos do World Trade Center apanhámos um Uber e voltámos ao hotel, onde o transfer nos apanhou e nos levou até ao aeroporto JFK.

Mas não há final destas viagens sem uma aventura ... e assim foi desta vez também. Quando chegamos ao aeroporto JFK verificamos que um saco com muitas das compras que fizemos ao longo da viagem ficou no hotel. Assim começa um stress que é resolvido da seguinte forma:

1. pedimos ao motorista do transfer para esperar e negociamos um novo preço para ele nos levar de volta ao hotel e nos trazer de novo ao aeroporto;
2. dirigimo-nos ao check in da TAP onde pedimos para fazer um drop off rápido de dois de nós, o que a chefe de escala, mesmo depois de explicarmos o que se passa, nega indiferentemente e manda-nos para a fila do check in normal (apesar de termos já feito o check in online, ao que responde que isso não lhe interessa), pois a do drop off está inexplicavelmente fechada (a antipatia e a arrogância e indisponibilidade da chefe de escala da TAP em JFK surpreendeu-nos mesmo, pois não estamos habituados a que esta companhia tenha este tipo de profissionais mais dignos de qualquer prestador de serviços indiferenciados ... mas enfim, pelos vistos a TAP em JFK tem uma chefe de escala absolutamente inqualificável e sem qualquer atenção ao cliente);
3. fazemos o check in das malas (discretamente peda a senhora do check in para a chefe de escada não perceber que ela nos está a despachar a dois (aos que tínhamos de regressar ao hotel) antes do resto do grupo ... pelos vistos a chefe de escala em JFK não é apreciada nem pelas suas funcionárias;
4. voltamos ao transfer;
5. fazemos uma corrida de obstáculos pelo meio do trânsito intenso de volta a Manhattan;
6. enquanto estamos a caminho ligamos para o Hotel e avisamos do sucedido e a simpática funcionária da receção foi logo verificar se tinha lá o saco e confirmou que o tinha, e que já o tinha separado e entregue ao porteiro, para assim que chegarmos não perdermos mais tempo;
7. chegamos ao hotel e recolhemos o saco com as compras que está com o porteiro;
8. levantamos dinheiro num ATM para pagarmos o transfer (pois ao que percebemos o senhor do transfer estava a fazer este transfer sem estar inserido no seu horário oficial, mas sim no seu horário de pausa, sacrificando o seu tempo de pausa, mas ao mesmo tempo ganhando o dinheiro ele e não o repartindo com a empresa ... enfim, Nova Iorque na sua melhor versão, pois facilitou, mas também o fez por dinheiro ... como dizem por aqui, uma "Win Win Situation");
9. voltamos à corrida de obstáculos pelo meio dos túneis, auto-estradas e viadutos
10. e regressamos a JFK 1:20h depois de termos chegado da primeira vez!

Foi uma situação stressante, mas bem conseguida, graças à colaboração de um condutor de transfer muito simpático e deligente e de um hotel que funcionou bem e foi colaborante.

É assim que terminamos o dia de hoje, sentados numa sala de embarque e à espera da nossa partida em direção a Lisboa!

VIAGEM DE VERÃO 2018 EM DIRETO | VOLTA AO MUNDO - DIA 16


07:30 A CHEGADA A NOVA IORQUE

Foi um voo bastante duro aquele que nos levou de Phoenix a Nova Iorque. Mas se os poços de ar forma muitos e a turbulência foi uma constante, a simpatia das hospedeiras e comissários abordo foi inexcedível. Connosco adultos e com as crianças a bordo, com americanos e com estrangeiros, foi a extrema disponibilidade da equipa de cabine que conseguiu fazer deste um voo muito bom, apesar de todo o incómodo das condições atmosféricas. A simpatia é tal que o capitão, já em terra, passa por nós durante o desembarque e pergunta-nos se conseguimos dormir ou se a turbulência tinha sido assim tanta, e pede desculpa pelo sucedido e dá-nos, pessoalmente, as boas vindas a Nova Iorque!

E é assim que chegamos ao terminal 8 do aeroporto de JFK. Este é um terminal exclusivo da Delta Airlines e vive e respira esta simpatia e eficiência da companhia. Tudo tem bom aspecto, tudo está impecavelmente cuidado e tudo está eficientemente pensado para que a experiência do passageiro seja a melhor possível.

É um gosto voar assim e maior ainda aterrar num aeroporto assim!



12:00 A METRÓPOLE QUE VIROU TROPICAL

É gigante a cidade de Nova Iorque, mas a caminho de Manhattan, por infindáveis auto-estradas, a bordo de um shuttle privado (que solicitámos no welcome center do terminal de aeroporto), ganhamos ainda mais noção da sua dimensão descomunal.

Mas o que mais surpreende é que, ao chegarmos a Nova Iorque está calor como é normal de verão, mas está tudo nublado e chove copiosamente, como se estivéssemos num país tropical. Depois de termos tido sorte com o tempo em várias paragens como Banguecoque, Sidney ou Nova Zelândia e termos fintado um tornado no Hawai ou termos passado mesmo ao lado de uma tempestade de areia em Phoenix, agora chegamos a Nova Iorque e chove como se esta fosse uma cidade tropical.

O Céu está cinzento escuro, a chuva grossa cai impiedosamente e a humidade e o calor tornam esta metrópole numa autêntica cidade tropical. Sim ... no final da nossa volta ao mundo, aterramos na mais tropical de todas as cidades ... Nova Iorque! Sim foi uma autêntica surpresa!



14:00 O THE GREGORY HOTEL

Fica mesmo no quarteirão do Empire State Building e foi o hotel que escolhemos: o The Gregory Hotel.

Este hotel ocupa um edifício antigo, com todo o seu charme, mas também com todas as suas dificuldades e constrangimentos. Tendo uma localização em Manhattan espectacular, e tendo as zonas sociais absolutamente irrepreensíveis, os quartos, estão, infelizmente em estado menos cuidado, quer em termos de conservação, quer em termos de comodidades para os clientes.

Não sendo um mau hotel, não é de todo uma das melhores escolhas que se podem fazer em termos de relação qualidade/preço na Big Apple ... mas enfim, foi o que escolhemos e foi aqui que ficámos!




17:00 O POPULAR THE MET

O nosso primeiro destino na grande metrópole é o seu maior museu: o Metropolitan Museum of Art.

Como estamos no verão e como estamos num dia chuvoso, mal paramos à porta no Uber que chamámos para ir desde a 35ª (onde se situa o hotel) até ao museu, percebemos que todos os turistas que se encontram em Nova Iorque nesse dia (e mais alguns, suspeitamos ...) decidiram enfiar-se no museu. Assim temos filas para entrar e passar a segurança, que descem as monumentais escadarias da entrada principal e seguem vários metros ao longo da fachada do edifício.

Mas se as filas cá fora são muitas, a quantidade de visitantes por metro quadrado lá dentro é ainda mais alucinante. Não há obra que se consiga ver sem lutar com alguém para ver, não há escada ou corredor que se consiga subir ou andar sem fazer uma gincana de obstáculos e, mesmo com a exposição de moda organizada pela prestigiada Vogue US maravilhosamente exposta à prova de hordes turísticas, esta visita torna-se uma experiência menos agradável do que seria expectável.

Tudo passa a valer a pena graças à incrível exposição de moda, com a curadoria de Anna Wintour, Heavenly Bodies, que cria um diálogo entre a moda e a arte medieval da coleção permanente do museu, e expõe, pela primeira vez fora do vaticano, um conjunto de vestes e coroas papais, únicas e que serviram de inspiração e de iconografia para muitas criações de moda contemporâneas. De Yamamoto a Dolce & Gabbana, muitos são os vestidos exibidos nas salas do prestigiado museu, e que criam um diálogo muito interessante e estimulante com as obras de arte expostas ao longo das diversas salas da zona medieval do museu.

É um luxo de uma exposição ... num museu de Luxo!




18:30 O PASSEIO ATÉ AO EMPIRE

Saídos do Met, damo-nos conta de que a chuva parou e portanto podemos caminhar até ao nosso próximo destino, conseguindo assim ver e visitar vários ícones da cidade.

Assim optamos por descer a Quinta Avenida e fazer uma parte lateral ao Central Park, passar em frente ao icónico Plaza de Nova Iorque, à mediática Trump Tower, entrar no sofisticado Saks 5th Avenue. passear no meio do conhecido Rockfeller Center, ver a sempre elegante New York Public Library e então acabar a nossa caminhada no único e impressionante Empire State Building. Este passeio permitiu não só perceber uma cidade viva e frenética de turismo e de cosmopolitismo, mas também deu possibilidade para vermos e revermos todos estes edifícios únicos e emblemáticos desta metrópole inigualável.

Foi uma sorte termos conseguido umas duas horas sem chuva, que nos permitiram passear a pé pela quinta avenida de forma alongada e relaxada ... mas a nossa visita não acabou por aqui hoje, e portanto fomos até ao hotel para tomar um duche e continuarmos a nossa aventura nesta cidade que nunca dorme!



22:00 O MUSICAL DA BROADWAY

Na nossa Volta ao Mundo tínhamos três espetáculos e o último era aqui na Broadway: um musical.

Enquanto que alguns de nós optámos por ficar a descansar no hotel, outros mais destemidos sairam do Rockfeller Center diretos ao Ambassador Theatre‎ e entraram numa sala absolutamente focada num dos mais significativos musicais da cena teatral americana: o Chicago. Para muitos que pensam que a época dos musicais já foi, deixamos aqui este exemplod e qualidade. Sem grandes cenografias, esta encenação de Chicago prima pela simplicidade cénica, mas também pelo rigor e excelência interpretativa.

Com vozes de excepção, com uma interpretação teatral incrível e um um guarda-roupa sem uma única falha, este musical é a prova de que os musicais estão bem e pujantes na cena teatral da Broadway. Podem já não estar de moda ou já não serem as mais recentes obras a subirem a cena (pois muitos deles estão em cena há décadas), mas uma coisa é inquestionável: ainda são um espetáculo de qualidade e que vale a pena ver em Nova Iorque!



23:00 O JANTAR TARDIO

Para aqueles que foram para o hotel tomar um duche, acabou por haver um pouco mais de tempo para descansar, e assim o jantar foi um pouco mais tardio, mas num dos lugares mais discretos da cidade: o John Dory Oyster Bar.

Localizado a pouco mais de 6 quarteirões do hotel, esta osteria está inseria no prestigiado Ace Hotel, e conta na sua cozinha com uma das estrelas mais cintilantes da cena gastronómica novaiorquina: April Bloomfield.

Esta jovem chef britânica já ganhou o seu lugar na constelação de estrelas da cozinha desta cidade tão impressionante do ponto de vista gastronómico ... e esta Osteria é um exemplo dessa excelência de cozinha, serviço e ambiente.

Foi um momento especial que não vamos esquecer, quer pelos sabores provados, quer pela simpatia do serviço.



02:00 A VOLTA À CIDADE FORA DE HORAS

Mas se há uma cidade que nunca dorme, esta é Nova Iorque. Assim sendo decidimos que depois do jantar tínhamos de testemunhar isso mesmo.

Portanto chamámos um uber e marcámos uma rota a três destinos na cidade: Brooklyn junto à Ponte; Meetpacking District e o High Line; e a Eterna Times Square. Foi com este percurso pelo meio das luzes da cidade que terminou o nosso dia: com uma vista de Manhattan digna de um filme junto ao rio à beira da esmagadora ponte de Brooklyn; com um passeio entre as muito trendy e movimentadas ruas de Meetpacking Districk, passando obrigatoriamente pela sede de um dos ícones da moda americana e da cultura cosmopolita de Nova Iorque - Diane Von Furstenberg; e terminando na magia das luzes da Broadway e na icónica e sempre cintilante e impressionante Times Square.

Nova Iorque fora de horas é tão impressionante quanto a de durante o dia ... e é tão bela e magnética quanto a que ainda vamos ver amanhã ... por isso voltamos ao hotel e dormimos uma última noite na cidade que nunca dorme ... porque amanhã temos mais visitas programadas!