VIAGEM DE VERÃO 2018 EM DIRETO

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VIAGEM DE VERÃO 2018 EM DIRETO | VOLTA AO MUNDO - DIA 15


11:00 ACORDAR EM GRANDE NO MGM GRANDE

É o maior hotel do mundo com mais de 5.000 quartos e foi exatamente aqui que ficámos alojados em Las Vegas: no MGM Grand.

No entanto, porque preferimos alugar suites, ficámos no Luxury Suites do The Signature by MGM. Acordar nestas suites é acordar bem instalado. Com uma cama hiper confortável, almofadas super macias, com uma vista ultra desafogada para as piscinas e para o deserto e resguardados do ruido, da luz e do boliço do The Strip.

Mas há outro aspeto que está muito bem pensado nestas suites: a janela da suite está virada a Nascente, sendo que tem uns cortinados que não deixam o sol passar, mas coa a luz (caso se queira, obviamente ... e nós quisemos).

Esta que foi a última noite neste que é um luxo de hotel, quisemos acordar um pouco mais tarde do que programámos, porque na próxima noite vamos dormir mais uma vez num avião ... e porque acordar nas Luxury Suites do The Signature by MGM Grand é acordar em grande ... e assim acordámos nós na manhã em que saímos de Las Vegas, mais descansados e mais contentes com esta nossa escolha hoteleira!



15:30 O CAMINHAR SOBRE O GRAND CANYON

São duas horas e meia de carro até ao nosso próximo destino do dia: o Grand Canyon.

Se numa viagem anterior (a American Series, que também passámos por Las Vegas e pelo Grand Canyon) optámos por visitar esta Maravilha da Natureza do lado Este, desta vez optámos por fazer o que todos os turistas que vão ao Grand Canyon de Las Vegas Fazem: fomos visitar o lado Oeste.

Esta visita está muito bem organizada, mas não se pense que demora pouco tempo. Quer seja apenas uma ida aos locais com vista sobre o Monumento Nacional Natural, quer seja um passeio de helicóptero pelo meio do Canyon, qualquer uma das alternativas não demora meos de uma hora ... depois de comprar o bilhete respetivo.

Enquanto que uns optaram por ir ver a última maravilha desta viagem (depois do Coliseu de Roma e da Cidade de Petra, esta foi a terceira) de helicóptero, outros optaram por uma opção mais terrena, mas não menos espetacular: o passeio a pé pelas duas zonas de visitas e o passeio pelo Sky Walk.

Para aqueles que tenham vertigens, este não é um passeio recomendável, mas quem já viu o Grand Canyon pelo lado oposto, não pense que esta visita não vale a pena ... porque é outra sensação completamente diferente. Muito mais próxima, muito mais grandiosa e muito mais seco, inóspito e impressionante.





20:00 O DESERTO DO ARIZONA

Após a visita ao Grand Canyon e a nosso próxima etapa foram cerca de 4h de travessia do Deserto do Artizona.

Este deserto tem na imensidão dos seus horizontes, nos tons de terra e ocres dos seus penhascos e nos seus cactos gigantes \as suas principais características distintivas. A cada quilómetro apetece tirar fotografias 360º, a cada curva (que são muito poucas) deslumbramo-nos com mais uma vista impressionante e percorrer uma extensão tão grande, acaba por dar um ponto de vista mais global e impressionante deste imenso Deserto dos Canyons, ou Deserto do Arizona.

Mas nesta viagem houve mais emoções: gado selvagem que estava em plena estrada e uma tempestade de areia. Enquanto que a primeira das situações aconteceu logo junto ao Grand Canyon, a segunda começou a meio do caminho e acompanhou-nos até ao final do nosso percurso.

Relampagos impressionantes, cores de céu que foram do cinza antracite ao amarelo da areia, num nevoeiro incrivel e numa massa compacta, que se estendeu sempre ao nosso lado esquerdo, e que, só a chegarmos a Phoenix, percebemos que conseguiamos evitar.

Foi uma longa, bela e emocionante viagem, que teve momentos de preocupação e momentos de maravilha. Por isto tudo deixamos aqui a dica: se vierem a Las Vegas e firem de carro ao Grand Canyon, e não tiverem de voltar à "Sin City", aproveitem e sigam em direção a Pheonix, pois o caminho é verdadeiramente espetacular!


22:30 ON THE AIR AGAIN

Chegámos a phoenix com todo o tempo do mundo para podermos devolvermos o carro sem pressas, fazer um check in tranquilo e ainda estarmos na sala de embarque sem pressas ou correrias.

Não só porque vamos fazer um voo interno (o que nos Estados Unidos da América tem uma logística de embarque mais facilitada), mas também porque chegámos com duas horas e meia de antecedência (quando só são necessárias 1h40m, segundo a recomendação da companhia que vamos voar) e porque o aeroporto de Phoenix é de uma dimensão muito simpática e verdadeiramente fácil de chegar do check in às portas de embarque.

Embora ainda esteja cheio de obras de remodelação, a parte nova já promete um futuro aeroporto esteticamente moderno, funcionalmente eficiente e em termos de confroto para os passageiros, muito bem pensado.

É assim que voltamos ao ar, a bordo do da muito americana Delta Airlines, que nos surpreendeu com uma simpatia invulgar no seu check in e uma atenção extra das suas funcionárias da porta de embarque.

A Delta vai levar-nos num voo noturno (mais um ...), até ao nosso destino final desta Volta ao Mundo: a Big Apple. Nós por agora vamos dormir nas núvens, e voltaremos a dar novidades da cidade que nunca dorme!

VIAGEM DE VERÃO 2018 EM DIRETO | VOLTA AO MUNDO - DIA 14


11:30 LAS VEGAS WAKE UP CALL

Depois da maratona de ontem de quilómetros e do jantar muito nocturno no Burgr, decidimos que hoje iríamos acordar um pouco mais tarde do que o programado.

O acordar do nosso quarto no vigésimo terceiro andar foi feito já os primeiros acordes da Pool Party mais conhecida de Las Vegas (a Wet Republic no MGM Grand) estavam a começar ... e nós, logo ao acordar tivemos, da nossa varanda, uma vista desta gigantesca festa (onde hoje tocou a mega estrela Calvin Harris).

Assim foi pouco depois das 10:30 que descemos e fomos tomar todos o pequeno almoço ao Starbucks junto à receção do hotel. Daqui decidimos dividir-nos em dois grupos: um que iria começar pelo vizinho New York New York e iria até onde pudesse e outro que iria até ao distante Circus Circus e voltaria até ao hotel.

Assim fizemos e assim partimos para explorarmos o famoso The Strip.










18:00 À CONQUISTA DO THE STRIP

Contra calor e multidões, o dia foi passado a palmilhar todos os grandes casinos do The Strip. O nosso grupo foi o mais radical e assim decidiu começar no distante Circus Circus e acabar no New York, New York.

Foi unânime que o melhor casino do The Srtip, quer em arquitetura, quer em decoração quer em frequência é o Whynn. Mas de todos os que visitámos - e passo a dar a lista por ordem de visita: Circus Circus, Encore e Wynn, Venetian, The Mirage, Ceasers Palace, Flamingo, Paris Paris, Bellagio e New York New York - houve sempre coisas que nos divertiram, surpreenderam ou encantaram.

Foi um dia literalmente passado a percorrer o The Strip, andando entre lojas de luxo, passeando entre atracções, dançando ao som da música e observando os milhares (se não milhões) de pessoas que jogam nesta cidade qualquer jogo possível. De Beer Pong a corridas de cavalos, das clássicas slot machines às mesas de poker, tudo conquista fãs do jogo aqui em Las Vegas ... e é no meio deste espetáculo que passamos sete horas do nosso dia.

Vimos de tudo, e se partimos à conquista do The Strip, acabámos conquistados por ele!



21:00 O CIRQUE DE SOLEIL

Mas se Las Vegas é sinónimo de casinos e casinos são sinónimo de jogo, Las Vegas e os seus casinos têm um segundo significado: os espetáculos. E dentro destes o Cirque du Soleil é, obviamente, um dos must see de Las Vegas.

Assim sendo, dividimo-nos novamente em vários grupos e voltámos a ir cada grupo para o seu lado: uns foram ver o One (dedicado a Michael Jackson), outros foram ao mais ousado Zumanity (um circo erótico, como só Las Vegas consegue ter) e outros fomos ao clássico e sublime Ka.

Este espetáculo é um puro espetáculo de circo, bem à moda do Cirque de Soleil, com uma dimensão de cenografia incrívelmente tecnológica, um guarda roupa verdadeiramente sublime e números de malabarimos, absolutamente impressionantes.

Não sendo o melhor dos espetáculos que se podem ver, acreditamos que seja obrigatório ver um deles. Porque vir a Las Vegas e não ver um espetáculo do Cirque de Soleil é o mesmo que ir a Roma e não ver ... O Coliseu!





22:30 O JANTAR NO CLANDESTINO DE LUXO

Para terminar a nossa passagem por Las Vegas em grande estilo, quando saímos dos respetivos casinos damos conta que está um vento ciclónico em Las Vegas, e que portanto existe muito pó no ar graças a estarmos em pleno deserto e como tal os ventos terem esse mesmo efeito ... mas não foi obstáculo que nos impedisse de continuarmos o nosso programa e assim sendo reencontrámo-nos todos no Cosmopolitan.

Foi aqui que decidimos terminar a nossa estadia em Las Vegas, com um jantar no muito selecto Beauty & Essex. Este restaurante recria a casa original de Nova Iorque, que é um restaurante que funciona nas traseiras de uma loja de penhores. Assim sendo se em Nova Iorque é assim, em Las Vegas também.

Mas quando se abre a porta de acesso ao restaurante (que está no interior de uma loja de penhores verdadeira e em funcionamento), um mundo clandestino e secreto, quase digno de ser apelidado de um clube privado abre-se para nós comensais. Dessa tal porta para dentro tudo está feito com um ambiente de um luxo e de um bom gosto, que merece ser referido e destacado. Não fora o muito barulho que está no interior do restaurante, este seria perfeito, pois a mestria do Chef Chris Santos, é absolutamente notável. Desde as entradas, até às sobremesas, passando pelos cocktails de aperitivo e pelos pratos principais, tudo estava absolutamente sublime e sem uma única falha. Até o serviço (apesar de ser feito no estilo americano ... e portanto, menos detalhado do que o europeu) foi irrepreensível e portanto merecedor de um aplauso!

Se durante o dia ficámos conquistados pela dimensão, luxo, opulência, extravagância e diversidade do The Strip, durante a noite ficámos rendidos à excelência dos espetáculos e à perfeição gastronómica de Las Vegas!

Assim terminamos o nosso dia (não sem antes jogarmos um pouco no MGM Grand, antes de subirmos para o quarto), mas amanhã partimos rumo ao nosso destino final desta viagem ... não sem antes visitarmos a terceira maravilha desta viagem ... mas disso falaremos amanhã!

VIAGEM DE VERÃO 2018 EM DIRETO | VOLTA AO MUNDO - DIA 13


10:00 DESPERTAR NO DOWNTOWN

Foi uma boite tranquila e bem dormida a que hoje tivemos no Freehand Los Angeles.

E acordar num espaçoso e muito cool quarto, com a luz do dia a entrar pelas inermes janelas, coada pelos estores de ripas de madeira, e com uma vista para as torres de Downtown Los Angeles, é um acordar que recomendamos.

Melhor ainda é o hotel ter uma cafetaria onde se pode comer um pequeno almoço feito na hora, e simpaticamente servido.

Assim despertámos nós hoje no centro de Los Angeles.




12:00 SANTA MÓNICA

Depois de fazer o check outo do Hotel (pois hoje iremos já dormir a outro destino da nossa Volta ao Mundo), rumamos à icónica e mítica praia de Santa Mónica.

Esta zona de Los Angees é a praia onde muitos filmes foram rodados, e nomeadamente a série Bay Watch, mas a realidade não tem muito a ver com a fantasia. A praia é uma praia grande, com um oceano pacífico em frente de um azul escuro profundo, mas que está totalmente explorada pelo turismo. Assim, entre auto estrada (que se para a praia da cidade em si), parques de estacionamento, e um areal cheio de lixo, o cenário só não desaponta totalmente, porque um cenário junto ao mar tem sempre uma beleza especial.

Uma curiosidade desta visita é que o bairro de Santa Mónica, junto à praia tem um excelente ambiente. Com bastantes restaurantes de muito bom aspeto, boas lojas, uma arquitetura moderna de bom gosto e várias obras de arte no espaço público, Esta zona da cidade vale uma visita sim ... mas, contrariamente ao que se possa pensar, mais pela zona urbana do que pela praia.

Finalizamos a nossa passagem por Santa Mónica com uma ida ao famoso Pier, onde, curiosamente acaba a estrada mais mítica de toda a américa: a Route 66. Este é um espaço totalmente dedicado à exploração do turismo, quase que destruindo novamente a ideia edílica que os filmes nos criaram.






15:00 O PAUL GETTY MUSEUM

Bem perto de Santa Mónica, mas já na zona das colinas, está o nosso destino seguinte: o Paul Getty Museum.

Podemos afirmar sem qualque reserva que este é um dos museus mais bonitos e espetaculares da América e do Mundo. A arquitetura de Richard Meyer, a incrível qualidade das exposições temporárias produzidas por este museu (nós apanhámos três, mas apenas vimos duas - uma de Fotografia de Moda e outra de Arte Egípcia pós ocupação romana) e a excelente coleção de arte que tem (que percorre destde as artes decorativas à antiguidade clássica, passando pelas jóias e arte sacra, e acabando na pintura antiga, moderna e contemporânea), bem como uma impressionante vista sobre Los Angeles, fazem deste um local espetacular.

Aqui decidimos ficar pouco tempo para o que havia para ver, e para o que este museu merecia, mas todo o tempo aqui passado foi bem aproveitado, porque este espaço cultural, quer pelo edifício, quer pelos jardins, quer pelas vistas, quer pela arte lá exposta, é um luxo de qualquer perspetiva que se queira ver.

Tivemos pena de não coneguir ficar mais tempo aqui, mas outros destinos se impunham ... e assim pegámos no carro e voltámos à autoestrada!




16:30 BEVERLY HILLS E RODEO DRIVE

Depois do Luxo que foi a visita ao Paul Getty Museum, continuámos em versão de luxo e fomos visitar a exclusiva e requintada zona de beverly Hills.

Se a zona urbana de Santa Mónica era boa, esta área da cidade exala dinheiro e luxo. Grandes condomínios de apartamentos, casas imensas e uma zona central que tem no seu coração o mais famoso centro comercial ao ar livre de Los Angeles: Rodeo Drive.

Esta icónica rua, corresponde totalmente à sua fama de ser o centro de todas as marcas de luxo do mundo. Mas o impressionante é que cada loja é um edifício próprio, e portanto desde a inquestionável Chanel, até à muito americana Vera Wang, passando pela eterna Van Cleef & Arpels, ou pela muito pop DSquared, todas marcam presença com os seus edifícios próprios. Assim um passeio na icónica Rodeo Drive é um passeio pelas melhores marcas de moda do mundo, numa rua com música ambiente, posta por um DJ e no meio de passeios com instalações artísticas e vasos de flores que não deixam qualquer dúvida que estamos numa das mais luxuosas zonas do mundo!

Nos filmes Beverly Hills e Rodeo Drive são sinónimo do melhor de Los Angeles ... e na realidade, também!



17:30 HOLLYWOOD E O WALK OF FAME

Com as horas a passarem, decidimos sair de Beverly Hills e ROdeo Drive e ir até outro local obrigatório numa visita a Los Angeles: Hollywood.

Esta cidade é conhecida pela sua indústria cinematográfica, e esta tem em Hollywood o seu centro. Assim foi para o conhecido e incontronável Chinese Theatre e Dolby Theatre (conhecido pela icónica entrega dos Oscars) que nos dirigimos, pois este edifício é o coração de Hollywood Boulevard.

Aqui o ambiente exclusivo e fascinante de Beverly Hills ficou a fazer parte do passado e chegámos ao mundo dos imitadores de todas as personagens que alguma vez foram celebrizadas por algum ator ou algum filme (vimos desde o clássico Freddy Krueger ao mais recente Jack Sparrow), dos souvenirs para turistas made in india e made in china, e dos milhares de turistas e carros de visitas guiadas sem tejadilho que debitam onde está cada estrela de cada artista conhecido.

Sim porque também é aqui neste passeio que estão as famosas estrelas do Passeio da Fama de Hollywood. Assim é diversão de todos lerem todos os nomes que estão de abos os lados de Hollywood Boulevard e tirar fotografias com alguns dos nomes mais conhecidos. E não se pense que é difícil encontrar nomes que reconhecemos, pois desde Jack Nicholson até à mais recente Jodie Foster, passando pelo polémico Bill Crosby ou pela incontronável Barbra Streisand, muitas foram as estrelas em que tropeçámos.

Aqui o ambiente é tudo menos de sonho, mas uma vista a este local é também obrigatória. Não se perca aqui muito tempo, mas tem de se vir ... e foi exatamente o que fizémos.



18:30 O GRIFFITH OBSERVATORY E O ADEUS A LA LA LAND

Mas se há uma imagem de Hollywood que tem de se ter é a das letras nas montanhas circundantes.

Assim sendo, não poderíamos ir-nos embora de Los Angeles sem subrimos ao melhor ponto para ver este gigantesco sinal da terra dos sonhos: o também muito conhecido Griffith Observatory.

Este edifício localiza~se no topo do Grifficth National Park, que está no centro da cidade de Los Angeles e tem no seu topo o famoso observatório das estrelas que tanto fez sonhar tantos. Foi aqui que nos despedios da Cidade ds Anjos, a tirar fotografias às letras de HollyWood que estão no monte lateral e com a cidade a estender-se aos nossos pés.

Pela beleza do edifício, pelas letras de Hollywood que estão mais próximas que nunca, pela luz dourada do Sol a pôr-se e pela imensidão da  cidade que se estende à nossa frente até ao mar, este é um dos locais mágicos da cidade de Los Angeles e que faz-nos lembrar a letra que Ryan Gosling e Emma Stone cantam, na famosa cena do filme La La Land, passada exatamente aqui neste mesmo Griffith Observatory, que diz "City of Stars You Never Shined So Bright".

É assim que nos fazemos à estrada e saímos da cidade rumo ao nosso próximo destino: Las Vegas!


23:30 WELCOME TO LAS VEGAS

Depois de mais de cinco horas de viagem numa auto estrada com 8 faixas de rodagem (na sua largura mínima), chegamos à cidade das mil luzes: Las Vegas.

Aqui o reino é dos casinos, e as luzes são um must para o espetáculo visual e para a identidade desta cidade. E se há uma luz que é a primeir que deveremos ver é o famoso sinal que está à entrada do Las Vegas Boulevard ... ou The Strip para os Amigos. Um dos outros aspetos que há que referir é o choque térmico de sair do carro e do ar condicionado deste, para os cerca de 40 graus que estavam perto da meia noite. Sim ... Las Vegas é no meio do deserto e também à noite está quente. Se a esta hora está esta temperatura, imaginamos amanhã durante o dia ... será um Inferno!

É aqui que começa o território deste gigantesco parque de diversões para adultos, e se ontem nos divertimos como crianças nos Universal Pictures Studios, hoje vamos entrar na famosa Sin City e divertir-nos como Gente Grande!



00:30 AS LUXURY SUITES DO THE SIGNATURE NO MGM GRAND

Assim que entramos em Las Vegas a nossa prioridade é irmos fazer o check in no nosso hotel: o Luxury Suites do The Signature no MGM Grand.

Localizado na pate de trás do prestigiado e gigantesco MGM Grand, o The Signature é uma opção para estar situado mesmo junto ao coração do The Strip, mas sem o incómodo de ter de estar no meio da confusão. tem uma receção mais privada, uma entrada mais controlada e uma qualidade também mais cuidada. No entanto, como todos os hotéis em Las Vegas, também o Luxury Suites são várias torres, e o check in é algo que se faz rápido e de forma eficiente.

Assim subimos aos quartos e voltamos a descer ... porque se há cidade que não dorme é esta ... e nós ainda não terminámos o dia, pois ainda temos de jantar ...



02:30 O HAMBUERGUR DO BURGR

Sim, mal chegamos a Las Vegas o que vamos fazer é jantar e escolhemos logo um great american classic: um Hamburger.

Mas se estamos em Las Vegas, também este Hamburger tem de ter uma assinatura de Luxo, e portanto escolhemos o mediático Gordon Ramsay e vamos à sua hamburgueria Burgr (que fecha apenas às 2h da manhã).

Como chegamos já tarde, não apanhamos fila para nos sentarmos e entramos sem problemas. Mas assim que entramos percebemos que estamos num sitio especial: a carta é variada, os sabores prometidos são requintados e os preços são os que se poderia esperar de um chef ... mas em versão Hamburgueria.

Sim, esta é a nossa entrada em Las Vegas, porque se esta é a Sin City, o pecado que decidimos praticar foi o da gyla ... e nesta meca do dinheiro, não faltam restaurantes com nomes de chefs conceituados por trás. Depois de pecarmos muito e de nos dar muito prazer, seguimos de volta para o nosso casino e para a nossa Luxury Suite ... porque amanhã temos mais pecados para praticar ... porqe esta é a cidade em que tudo é possível!

VIAGEM DE VERÃO 2018 EM DIRETO | VOLTA AO MUNDO - DIA 12


06:30 CHEGADOS À TERRA DOS ANJOS

Passámos toda a noite a voar com a Hawai Airlines, que teve a gentileza de nos fazer (a alguns de nós) um upgrade de lugares para termos mais espaço, e assim conseguirmos dormir melhor ... e foi exatamente o que aconteceu.

Aparentemente foram servidos inclusive snacks durante a viagem, que nem demos por isso acontecer. Depois de uma tarde de praia numa ilha tropical do pacífico e de um sunset com uns cocktails bem feitos, podemos dizer que tivemos uma noite nas nuvens em sentido literal e figurado!

Assim são 6h da manhã quando chegamos ao aeroporto internacional da maior cidade da Califórnia, ou mais propriamente LAX. Aqui o desembarque foi bastante rápido e muito eficiente, tendo nós depois seguido para a rent a car também de forma célere e simples.

Sendo um dos maiores aeroportos dos Estados Unidos da América, o LAX tem uma eficiência de estrutura física e de fluxos de pessoas, absolutamente de espantar!



08:30 O FAMOSO TRÁFEGO DE LOS ANGELES

Mas se tudo foi muito célere no aeroporto, ir do aeroporto até Downtown, onde se situa o nosso hotel na "Cidade dos Anjos", foi uma autêntica experiência no meio de autoestradas e de viadutos, de engarrafamentos de perder de vista, e de tráfego intenso e caótico.

Sendo que Los Angeles é uma cidade territorialmente descomunal, tudo e todos se deslocam de carro. Assim sendo, mesmo as autoestradas de 7 faixas em cada sentido que atravessam a cidade em todos os sentidos, estão permanentemente engarrafadas em algum ponto da sua extensão.

Pior do que isso é que andar de um lado para o outro na cidade, implica, em algum momento, passar por uma autoestrada.

Assim foi o nosso baptismo de Los Angeles ...




10:30 O FREEHAND HOTEL DE LOS ANGELES

O Hotel que escolhemos para esta nossa estadia em Los Angeles é o muito clássico, mas totalmente renovado Freehand Hotel de Los Angeles.

Este hotel, acabou de ser reinaugurado no ano passado, e situa-se num edifício dos anos 1920, em pleno Downtown de Los Angeles. Assim agora é um hotel de design com um estilo muito retro contemporâneo, em que elementos históricos da arquitetura original do edifício, se fundem com objetos de design contemporâneo mas look vintage.

Não fora uma funcionária da recepção ter sido tido uma atitude pouco correta, pois teve aquela atitude tão digna dos anos de 1990s em Nova Iorque, de snobeira perante os clientes (fez lembrar uma famosa cena numa loja de Rodeo Drive num famoso filme que catapultou uma famosa ruiva para o estrelato em Hollywood) e esta chegada a Los Angeles tinha sido perfeita, pois a chef de receção foi formidável e conseguiu arranjar os quartos todos antes das 09:30 da manhã, o que permitiu que saíssemos dentro do nosso horário para o nosso próximo destino ...






19:30 OS UNIVERSAL STUDIOS

O nosso primeiro dia em Los Angeles só poderia ser dedicado à sua dimensão mais conhecida: a indústria de filmes de Hollywood.

Ora esta autêntica fábrica de sonhos tem nos grandes estúdios a sua principal atração ... e de entre estes os Universal Studios são, desde há muito tempo, os principais entre os principais. Assim sendo o nosso dia desde as 11:30 da manhã até ao final da tarde foi brincar como crianças e sonhar como só Hollywood nos consegue fazer..

Assim, rodeados de Minions, dinaussauros, os Simpsons, ou Harry Potter, passámos um dia inteiro a divertir-nos como gente pequena. Pois os Universal Studios, em Hollywood são uma verdadeira fábrica de sonhos, pois não só é possível ver os estúdios efetivos onde são filmados séries e programas tão diversos como o America's Got Talent, ou a série Will & Grace, mas também tem um conjunto de diversões que vão desde montanhas russas, a espetáculos de animais, passando por um sem número de lojas e restaurantes, com todo o tipo de comidas e iguarias.




23:45 O JANTAR NO RED BIRD

Depois de sermos crianças por um dia inteiro graças aos Universal Studios, em Hollywood, voltamos ao mundo dos adultos. Não só com mais de uma hora de tráfego que apanhámos para voltar ao hotel, mas também por causa do nosso jantar de hoje.

O lugar eleito é o muito trendy e cool Red Bird. Com um ambiente muito bem cuidado, o profissionalismo da chef de sala e uma carta muito interessante, este restaurante foi uma boa escolha, apesar de ter deixado passar alguns detalhes.

Por conselho da simpática chef de sala, decidimos pedir várias entradas e vários pratos, todos eles para repartir. Ora se esta foi uma excelente opção para podermos provar mais e comprovar melhor a qualidade da cozinha deste restaurante, também denotou alguma dificuldade, quer no serviço, quer em alguns dos pratos servidos.

Mas de 7 entradas, pratos e sobremesas, 3 deixavam algo a desejar. Ou por sabores que se sobrepunham a outros e anulavam a subtileza possível do prato (como foi o caso do Foie Gras), ou por uma carne que se pediu rosada e vinha seca de tanto passada (como foi o caso do pato ... e esta é uma carne difícil de vir seca), ou por um serviço que (provavelmente do adiantado da hora, pois já chegámos depois das 21.45h) denotou alguma desorientação e descuido (como o caso de um escanção dar a provar uma segunda garrafa de vinho misturando-o no copo da garrafa anterior).

Nada disto são faltas graves ou verdadeiramente prejudiciais a um jantar entre amigos que estão a fazer uma Volta ao Mundo ... porque a decoração incrível do local, a arquitetura do histórico edifício e a forma como contemporanea e inteligentemente recuperaram o espaço e essencialmente a simpatia e a disponibilidade da chef de sala conseguiu superar e compensar todas estas situações.

Sendo um dos hit spots de Los Angeles neste momento, recomendamos ... mas deixamos aqui uma sugestão de menu: o Hamachi Crudo de entrada (sublime), o alabote de prato (muito bem conseguido) e Rocky Road Bar para sobremesa (new American Favorite).

O dia foi duro, a noite já vai longa e amanhã temos de explorar esta cidade ... por isso regressámos ao nosso excelente Freehand Hotel e dormimos ... porque amanhã é um dia de muitas emoções!