Viagem de Verão em Direto 2016

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VIAGEM DE VERÃO EM DIRETO 2016 | AMERICAN SERIES - DIA 5


22:30 A TARDE DE PESCARIA

Depois de almoço, voltámos para casa de taxi e preparámo-nos para um dos momentos que mais tínhamos sonhado desta viagem: uma tarde a pescar nos rios do Alaska.

Às 16:05 chega à nossa casa um rapaz que pergunta se é ali que estão duas pessoas para irem pescar. Respondemos que sim e entramos na carrinha ... onde descobrimos a sua filha e o seu cão. Explica-nos que hoje não pode ir connosco pescar, pois está de Baby Sitting, e que vai apanhar bagas no bosque com a filha, mas que vamos buscar outra pessoa para ir connosco.

Passamos então por casa dessa outra pessoa, ele entra na carrinha, e apresenta-se como Michael e explica que é pescador há já mais de uma década, mas que na realidade a sua profissão principal (sim este é apenas um trabalho secundário que faz por prazer) é ser biólogo marinho, especializado em peixes do Alaska, e que está a trabalhar em investigação na Universidade do Alaska.

Depois deste episódio conduzem-nos durante quase uma hora para norte de Fairbanks, onde a certa altura paramos junto ao rio Chatanika. É aqui que nos separamos e é aqui que o barco insuflável que estava num atrelado, é retirado e desce até à água. Dão-nos botas até ao joelho (para podermos pescar bem dentro de água) e entramos no barco.

O que se segue são quatro horas de pura maravilha com a paisagem natural envolvente, de uma experiência de pesca incrível (pescámos mais de cinco peixes) e autentica paz no meio de tanto alheamento do mundo humano. Não se ouve um barulho que não seja da natureza (salmão Real a saltar nas águas do rio, castores a entrar na água, patos a grsnar, águias de cabeça rapada a pousarem nas árvores e uma infinidade de outros pássaros a cantar.

Na realidade eramos apenas, nós os três, o rio e a esmagadoramente bela e rica natureza envolvente. A experiência é única, memorável, incrível e absolutamente apaixonante!

Depois das cinco horas de pescaria, voltamos diretos para casa, com um peixe connosco (os restantes foram devlvidos ao rio) e sendo que amanhã temos de nos levantar bastante cedo, e porque também tivemos direito a comida durante esta descida do rio ... decidimos que este peixe o comeremos no dia seguinte já em Anchorage. Assim por hoje ficamos por aqui ... mas amanhã, mais aventuras no Alaska se seguirão ... por isso ... não percam, que nós também não.


13:00 O ALMOÇO NO CENTRO DE FAIRBANKS

Foi depois de todas as compras feitas que voltámos ao caminho e, depois algum tempo de caminho, chegamos ao centro da cidade de Fairbanks.

Sendo esta a segunda cidade do estado do Alaska, o seu centro é um conjunto de ruas, com casas, prédios e espaços vazios (ainda por construir) em que a ruralidade e a pacatez imperam. Todos se devem conhecer, porque em cada esquina, um condutor cumprimenta quem passa na rua.

É uma cidade muito pequena, mas com alguns edifícios bastante curiosos. Mas como já estamos a aproximar-nos da hora do almoço, dirigimo-nos a uma das sugestões do nosso anfireião: o Soapy Smith's.

Neste pequeno restaurante, a simpatia das pessoas é proporcional à sua ruralidade americana. Desde um Alce de neón na parede, a fotografias de visitantes ilustres, passando por os empregados que nos perguntam de onde somos e se é a primeira vez que estamos no Alaska, até ao cozinheiro que nos enviar uma patatas fritas com o Hamburger (ótimo por sinal), só para provarmos, pois acha que são muito boas e era uma pena perde-las.

Ficámos deliciados com o serviço e com a comida ... e na altura da conta ... também!


11:30 AS COMPRAS NO WALMART E NO FRED MEYERS

A casa fica ligeiramente a norte da cidade de Fairbanks, mas nós decidimos fazer o caminho até ao centro da cidade de Fairbanks a pé.

foi a meio deste caminho, entre uma auto-estrada e uma zona industrial, que decidimos fazer um ligeiro desvio até ao famoso Walmart. Com o objetivo muito concreto de comprar alguns viveres para os dias que se seguirão, bem como alguns items que já nos estavam a faltar, entrámos num gigantesco supermercado, que vendia de tudo. Desde imans para o frigorífico, até cabanas, passando por roupa, obviamente, ou por farmácia ... e por uma pequena secção (que não ocupava mais do que 20%) de produtos alimentares.

É esquesito entrar num supermercado que vende tudo ... mas que os produtos alimentares são uma pequena minoria.

Aproveitámos também esta incursão para irmos ao outro supermercado vizinho (o Fred Meyers) para irmos fazer a licença de pesca, para a sessão de pescaria de hoje à tarde. Aqui tivemos outro "reality check": a licença de pesca é tirada no mesmo balcão do que a licença de caça ... o que quer dizer que é tirada na seção das armas. Assim, dentro deste supermercado, além de bens alimentares, produtos de jardinagem e farmácia ... também vendem armas ... estamos de facto na América Profunda!

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0:00 ACORDAR NA MANSÃO

Foi uma noite muito tranquila a que tivemos aqui na mansão de madeira, perdida no meio das florestas aqui nos arredores de Fairbanks.

Depois dos habituais momentos de preguiça matinhal, rumámos à cozinha e delíciámo-nos com uma valiedade de produtos que o simpático Timoth nos tinha mostrado na noite anterior. Acordar num cenário destes, tomar o pequeno almoço numa mesa de casa de jantar de mais de 12 pessoas e com lustres e tetos de madeira, o dia só pode começar bem.

E assim foi!

VIAGEM DE VERÃO EM DIRETO 2016 | AMERICAN SERIES - DIA 4


00:30 A CASA DE MADEIRA

Mal chegamos ao nosso próximo alojamento ficamos conquistados pela sua beleza: uma casa de madeira, de dimensões assinaláveis, com generosos vitrais e telhados de ardósia, esconde no seu interior espaços espetaculares feitos todos em madeira trabalhada, e muito bem cuidada.

À primeira vista o que nos vem à cabeça são as casas de campo dos finais do século XIX, princípios do século XX, do campo de inglaterra ou da bretanha ... mas desta vez feita toda em madeira. Há um cão (muito simpático por sinal), há lareiras acesas, há lustres e quadros com motivos de caça ... há tudo o que se possa imaginar neste cenário absolutamente de filme ... inclusive um anfitriões que, apesar de nos esperarem até à meia noite, nos recebem de forma simpática e disponível, oferecendo um Moon Shine - bourbon do Kentucky (de onde o Tumothy é originário) feito de milho - e ficamos aind aum pouco à conversa sobre a forma de vida aqui na região do Alaska.

É aqui e desta forma que terminamos o dia ... deitados em camas de estilo antigo e com papel de parede com padrões campestres em redor. Amanhã temos muito que explorar ... e depois teremos, aqui, muito que contar!


00:00 O TWILIGHT DA MEIA-NOITE

Foi um voo tranquilo, com um serviço simpático e uma comodidade como só um avião dos novos consegue prporcionar (parabéns Alaska Airways, é bem merecido o prémio de melhor companhia regional do Noroeste dos Estados Unidos da América), que nos trouxe até à terra onde o sol não se põe: à muito desconhecida Fairbanks.

Esta cidade, do estado do Alaska, é um dos pontos mais a norte onde vivem seres humanos no continente americano, e tem como principal particularidade, durante o verão (nesta altura do ano), não ter noite. Daí que, apesar de chegarmos mesmo junto à meia noite local, o céu ainda se encontra com luz do sol. Obviamente não com um Sol alto e radioso, mas não fica mais escuro do que um final de tarde mesmo no pôr do sol ... só que o céu não tem as mesmas cores e o sol nem se vê.

É estranho, exótico e muito interessante. Mas porque já se faz tarde e porque os nossos anfitriões estão à nossa espera, apanhamos rapidamente um taxi e vamos até ao nosso próximo Airbnb.


19:30 DE VOLTA AO AEROPORTO

É depois de mais um regresso de barco absolutamente tranquilo e deslumbrante (já com o céu totalmente azul, as vistas das ilhas, ou da baía ou da cidade ganham outra força), e depois de uma rápida passagem pelo apartamento para apanhar as nossas, que nos pomos a caminho do aeroporto novamente, para apanharmos o próximo avião da Alaska Airways, desta vez rumo ao nosso próximo destino: a cidade de Fairbanks, no Alaska.

A estadia em Seattle foi curta, mas suficiente. É uma cidade mais dentro dos padrões americanos, mas que surpreende pela simpatia e afabilidade e abertura das suas gentes. Inumeras vezes fomos abordados, ou pelo chapéu dos Phillys, ou porque estávamos a falar português e queriam saber de onde éramos, ou porque nos queriam ajudar a orientar-nos (nomeadamente logo à chegada uma senhora mais de idade foi quem nos acompanhou ao Airbnb onde ficámos - "era uma Welcome Hostess, que estava ali par ajudar os turistas" - segundo nos esclareceu), sempre com grande respeito e um sorriso nos lábios.

Se a Anatomia de Grey só poderia se passar em Seattle? ... Não podemos afirmar com tanta certeza, pois não conhecemos toda o país ... mas que aqui as pessoas são tão afáveis, simpáticas e fáceis de gostar como a Meridith Grey ... Isso são!


15:30 O CENTRO DA CIDADE DE BAINBRIDGE

Depois de nos delíciarmos com as cervejas e o queijo (uma combinação surpreendente, mas muito boa), chamamos o autocarro (através do wifi da cervejaria, se bem que a ilha tem wifi gratuito para todos) e regressamos à cidade de Bainbridge, desta vez para explorarmos o seu centro.

Aqui, já com o sol a brilhar num céu azul imaculado, todos os estereótipos e ideias feitas sobre uma pequena cidade numa ilha no norte dos estados unidos, se confirmam. A vegetação abundante é o cenário de fundo, as casas de madeira como vemos nos filmes estão todas lá, e o ambiente de familiaridade e simpatia dos pequenos locais é uma constante.

É aqui que decidimos passar o resto da tarde, a explorar as pequenas lojas locais, e sentando-nos na esplanada do Deli Hitchcocka e provar uma das melhores sandes da ilha (segundo nos esclarece mais tarde a tão simpática Leela - a dona do apartamento onde estávamos a ficar) e a apeciar o ritmo de veras calmo e bucolico de toda a paisagem e desta pequena cidade.

Um local pituresco, simpático e muito fotogénico, é o que Bainbridge promete ... e cumpre!


13:30 A DESTILARIA E A CERVEJARIA ARTESANAIS E BIOLÓGICAS

Mal chegamos à ilha, deparamo-nos imediatamente com um simpático senhor já de idade, junto a um posto de informações a turistas (mesmo à saída do terminal dos Ferries), que se oferece para nos dar indicações e um mapa. Perguntamos-lhe onde é a Bainbridge Brewing Company, e ele indica-nos que e longe para irmos a pé, mas que está mesmo ali ao lado um autocarro que nos pode levar até à porta.

Assim fazemos, tomamos o transporte (nós os dois e mais uma pessoa) e este leva-nos bem para o interior da ilha até uma zona industrial perdida no meio de bosques frondosos e densos - chegámos à Bainbridge Brewing Company. Porque queremos voltar de autocarro, o motorista dá-nos um panfleto com um número de telefone, para chamarmos o autocarro quando quisermos voltar ... e ele vem buscar-nos de volta até à cidade.

Entramos no recinto da destilaria e da cervejaria e descobrimos que apenas a primeira está aberta e que a segunda apenas abre às 14:00h. Por isso decidimos entrar na destilaria e explorar um pouco. Assim que abrimos a porta uma simpátia funcionária pergunta se nos pode ajudar com algo, à qual respondemos que viemos apenas visitar, e ela explica-nos então todas as produções da destilaria: Vodka; Gin; e Bourbon. "Tudo feito apenas com produtos biológicos certificados locais" explica-nos rapidamente.

Quando saímos da destilaria, já a cervejaria se encontra aberta ... e entramos. é então que recebemos uma explicação dos vários tipos de cerveja: as sazonais (quatro); as anuais (outras quatro); e as de assinatura (criadas por alguns clientes, mas que em troca, deixam esta cervejaria produzir em maior quantidade - para estas serem viáveis de produzir - e comercializa-las no local). Decidimos fazer uma prova de cervejas sazonais, e temperá-las com um "cheese and crackers on the side". A qualidade das quatro cervejas sazonais é incrivel e a riqueza, diversidade e especificidade dos seus sabores, faz desta uma experiência absolutamente a não perder.


12:15 UM PASSEIO DA CIDADE À NATUREZA

Logo à partida da cidade, damos conta da beleza que este passeio vai ter. Para além da beleza natural de toda a impressionante e imensa massa de água ue é a baía de Seattle, e para além da paisagem das várias ilhas e penínsulas por que passamos no caminho de 35 minutos para Bainbridge, a principal beleza ainda está na cidade.

A vista de Seattle da sua prória baía, é verdadeiramente incrível. Magestática, o centro da cidade debruça-se e empoleira-se sobre a baía, numa sucessão de planos, que impressiona tudo e todos. É a vista de Seattle que é o objeto das fotografias de todos ... e é-o merecidamente.

Mas neste percurso de 35 minutos (num ferry gigantesco de 5 andares), não há lugar para monotonia, pois há sempre uma ilha a surgir nas proximidades, cargeiros que se movem lenta e magestaticamente em direção ao horizonte, ou uma simples gaivota que pousa no deck superior. A beleza natural que nos envolve é de uma escala tal, que não conseguimos ficar imunes a ela.


11:30 OS FERRIES DE SEATTLE

Depois de uma noite muito bem dormida, de um acordar sem despertador, de alguma calma e vagareza, de uma ida ao 7 Eleven vizinho para ir buscar o pequeno almoço, e de gozar um pouco a casa que tínhamos alugado, saímos de casa para cumprir o nosso programa do dia.

Assim para um dia que prometia ser cinzento e menos solarengo que o anterior, e dirigimo-nos ao terminal de ferreis da companhia Washinghton State Ferries e compramos um bilhete de ida e volta (só se paga a ida, a volta é gratuita) para uma das ilhas da baía de Seattle: Bainbridge.

Esta é a maior ilha de toda a grande baía de Seattle, e é exatamente nestes ferries (os únicos que a ligam ao centro da cidade) que o famoso e muito polémico Doctor Sheppard da nossa série de Seattle - Anatomia de Grey - andava com bastante regularidade. Por tudo isto não poderíamos deixar de incluir este passeio nesta nossa paragem na capital do estado de Washinghton.

Comprado o bilhete, restou-nos esperar pela hora do barco e embarcar rumo a este passeio marítimo.

VIAGEM DE VERÃO EM DIRETO 2016 | AMERICAN SERIES - DIA 3


20:30 O JANTAR COM AS GAIVOTAS

Depois de voltarmos a casa, passando ainda pelo parque olímpico de esculturas, e de descansarmos um pouco, e de tomarmos duche, voltámos a sair e fomos até ao porto, para nos deliciarmos com uma das iguarias mais tradicionais de Seatle: Fish'n Chips.

No Pier 54, está situada uma das instituições gastronómicas da cidade: o Ivar's Fish Bar. Neste bar fundado em 1938, a grande especialidade da casa é o Halibute frito à inglesa, acompanhado por batatas fritas. Este peixe, originário das águas frias do Alaska, é bastante saboroso, e tem uma consistência um pouco mais dura do que estamos habituados, fazendo dos filetes deste peixe uma iguaria bastante sofisticada.

Mas no Ivar's há outra tradição. As batatas fritas são servidas em grandes quantidades, exatamente porque é suposto sobrarem em cada refeição. As que sobram é tradição dar às centenas de gaivotas que se juntam junto à esplanada flutuante deste restaurante.

Assim terminou o nosso dia: com uma excelente iguaria (bastante económica, por sinal) e um divertimento muito especial!

Para já voltámos a casa ... porque amanhã temos mais um dia bastante especial, pois vamos a uma das ilhas da baía de Seattle ... não percam!


17:30 O PRODÍGIO DO VIDRO

Mal saímos do EMP, ainda muito divertidos com todas as experiências que vivemos (como entrar numa cena do Star Treck, ou experimentar tocar guitarras elétricas, ou baterias), tropeçamos numa das maiores surpresas desta cidade: o Chihuly Garden and Glass.

A pouco mais de 100 metros está o museu que concentra uma grande parte da obra do maior artista mundial de esculturas de vidro: Dale Chihuly. Com a magia das cores, a ilusão da iluminação, e a espetacularidade da dimensão, criatividade e qualidade das obras deste muito particular artista, este local torna-se mágico. O que aqui é mostrado, em poucas salas, é de uma beleza cujas palavras não conseguem descrever ... mas que uma palavra consegue resumir: perfeição!

Foi assim que acabámos o nosso dia de visitas ... e acabámos em muito bom!


15:45 O EXPERIENCE MUSIC PROJECT

Fica mesmo ao lado da Space Needle e é um destino obrigatório na cidade: o Museu EMP.

Criado pelo cofundador da Microsoft Paul Allen em 2000, este museu dedica-se a explorar a Música e a Ficção Científica, mas de uma forma muito especial e experiencial.

Começa tudo por uma arquitetura do museu bastante peculiar. Partido em duas partes distintas, pelo atravessamento de uma linha de monorail, Frank Ghery criou uma verdadeira obra prima da arquitetura. Bela, impactante, recheada de ritmo e de futurismo, com cantos, recantos, formas e cores, absolutamente surpreendentes.

Mas a maior surpresa está nas suas mais de dez exposições simultâneas. Ao entrar deparamo-nos com 10 exposições: uma dedicada às guitarras; outra dedicada a Jimmy Hendrix; outra dedicada aos Nirvana; outra dedicada aos video jogos; outra dedicada à experimentação de instrumentos; outra dedicada à arte do guarda roupa de espectáculos; outra dedicada ao Hall of Fame da Ficção Científica (com objetos como os sabres de luz originais da primeira guerra das estrelas, ou o Terminator 2 original); outra dedicada a personagens de terror; outra dedicada ao fenómeno dos video clips; e outra dedicada à mítica série Star Treck.

Foi uma excelência de tempo passado neste incrível centro cultural Pop, onde nos divertimos, aprendemos e tivemos experiências únicas, que nunca esqueceremos!


15:30 A SPACE NEEDLE

Pois se estamos em Seattle, deve-se à série Anatomia de Grey ... e sendo esta passada em Seattle, o leu símbolo tinha de estar presente na imagem da série: a Space Needle. Foi exactamente para esta torre que nos dirigimos a seguir.

Se de longe parece mais pequena do que se imaginava, à medida que nos vamos aproximando (e deixando Belltown para trás) ela ganha uma nova dimensão: torna-se bela.

De facto o equilíbrio das suas formas, vistas de baixo é bastante bem consegido, a harmonia das suas dimensões é monumental e a beleza e monumentalidade desta torre tornam-se inquestionáveis e indiscutíveis. Se a Anatomia de Grey moldou a nossa ideia de Seattle, a Space Needle ocupa merecidamente o lugar do seu maior símbolo turístico!


15:00 O BAIRRO DE BELLTOWN

Saíndo do Pike Market seguimos então para explorar o bairro que lhe é mais interior: Belltown.

Com um ambiente bastante mais calmo, muito mais residencial, com lojas e restaurantes mais locais, mas sofisticados, este bairro prima por ser um bairro onde os habitantes da cidade vivem e trabalham.

Quando se passa da primeira para a quarta avenida, o rebuliço dos turistas ficou para trás, e passámos para uma realidade de uma cidade que está a funcionar, alheia a toda uma actividade turística que se passa junto ao porto.

Com edifícios modernos, este é um local onde as torres já surgem de forma regular, mas onde ainda os edifícios de 8 a 10 andares são predominantes ... tudo num ambiente urbano muito americano, claro!


13:30 O ALMOÇO NO PIKE PLACE MARKET

Depois de conversarmos um pouco com a simpática Leela, e de ficarmos a saber que já esteve em Lisboa e que amou a cidade e os portugueses (só por isso é que aceitou alugar-nos o apartamento por apenas uma noite, segundo ela ... nós agradecemos, claro), rumámos ao muito conhecido Pike Place Market.

Esperando nós que a esta hora da tarde já tudo estivesse mais sossegado, pois já estávamos fora do horário de refeição habitual "destas bandas", qual é o nosso espanto quando verificamos que este conhecido, tradicional e icónico mercado de Seattle, está ao rubro de pessoas a comerem e a fazerem as suas compras.

Espalhando-se por vários quarteirões e vendendo tudo (e quando dizemos tudo vai desde cerâmica polaca, a vegetais e peixe, passando "obviamente" por barbearias, lojas de souvenirs e ateliers de tatuagens), este local é um verdadeiro melting pot de tudo o que se possa imaginar. E não falamos apenas de produtos à venda, mas também de pessoas, de cheiros, de sons e de cores e texturas.

A dificuldade de escolher o local para almoçar foi muita, mas lá nos decidimos pelos Sister Paninis (que tinham um aspeto delicioso ... e eram) e depois acabámos nos muito famosos Doughnuts (e vale a pena esperar na fila ... pois são uma verdadeira delícia)


12:20 O LOFT VINTAGE

Quando a simpática Leela chega ao pé de nós mostra-nos uma casa perfeitamente deslumbrante. Um antigo armazém foi transformado pelo seu bom gosto e mestria num maravilhoso apartamento de paredes de tijolo, e pavimentos e estruturas de madeira.

A decoração é despretenciosa mas impactante, a organização deste loft garante privacidade aos dois quartos, mas sem os isolar um do outro ... e o sistema de open space dá-lhe uma amplitude que o torna verdadeiramente espaçoso.

Charme histórico da nossa casa, logo a seguir à simpatia das pessoas da rua!


12:00 A CHEGADA A SEATTLE

Com a habitual demora entre a aterragem, a recolha das malas, encontrar o transporte do aeroporto para a cidade (que no caso do aeroporto de Seattle, é difícil, apesar de ser bastante económico e cómodo ... mas não há grandes indicações para além dos carros alugados e taxis) e a chegada à cidade a demora é de uma hora.

Mas quando desembarcamos do Light Rail em plena Pioneer Square (mesmo no centro da cidade, ao lado de onde vamos ficar) descobrimos uma cidade bastante surpreendente. A primeira surpresa é que toda a gente que passa por nós na rua nos cumprimenta por eu ter um chapéu dos Phillies por ontem ter vencido os Miami Marlins (segundo investiguei mais tarde) como se eu fosse um fã da equipa a usar orgulhosamente o meu chapéu, o que indica que é uma cidade bastante simpática e hospitaleira.

Por outro lado, surpreende-nos também o ar descontraído desta cidade, o ar alternativo de muitos que passam por nós na rua ... e depois lembramo-nos que esta é a cidade que concentrou todo o surgimento do movimento Grunge nos anos 1990s.

Dirigimo-nos ao nosso apartamento e esperamos a nossa anfitriã para entrarmos em casa.


08:00 VOAR NA ALASKA AIRLINES

Depois da habitual espera no aeroporto, depois de embarcar e de arrumar a bagagem de cabine e depois de fecharem as portas do avião, o capitão do avião vem até à cabine e surpreende tudo e todos ao agradecer a todos por estarmos ali e por termos (nós passageiros) dado pelo nono ano consecutivo o prémio de melhor serviço ao cliente de uma companhia aérea à Alaska Airlines.

Assim, tal como no check in, o atendimento foi muito atento e simpático e próximo, também dentro do avião o comandante vem pessoalmente à cabine, explica de forma muito divertida, descontraída e bem disposta o nosso percurso, apresenta a sua tripulação, fala um pouco sobre a companhia e vai fila a fila falar com todas as pessoas agradecendo por estarmos ali e por termos escolhido a Alaska Airlines.

Desde explicar a quem fica nervoso por voar, que não vale a pena porque a sua vasta experiência na força aérea americana lhe dá a experiência necessária para se voar em segurança, até perguntar aos miúdos e famílias presentes se é a primeira vez que voavam na Alaska Airlines, até estimular o uso da internet a bordo para que todos possam ter um voo muito mais divertido e "próximo dos que estão no chão" (paga obviamente, mas como disse, a "bela chefe de cabine merece uns dolars de investimento se a quiserem contrar no Tinder") a simpatia e a descontração surpreendeu positivamente tudo e todos ... e foram dois ou três minutos de conversa antes de partir que fizeram toda a diferença.

Já voámos em muitas companhias do mundo, muitas delas também premiadas inclusivé, mas começar um voo desta forma é único ... e assim saímos de Boston e vijamos até Seattle.


06:00 O PRIMEIRO VOO MATINAL

Eram cerca das quatro da manhã quando nos levantámos (não proporiamente acordados ... mas dada a hora, era o que era possível) para nos prepararmos para rumar ao aeroporto e apanhar o primeiro voo matinal desta viagem rumo ao nosso próximo destino: Seattle. Assim, ainda de noite, chamamos um taxi, e vamos de malas aviadas para o aeroporto, com muito sono e alguma pena de deixarmos a primeira surpresa da viagem para trás: boston e as suas belas ruas e os seus muito elegantes bairros.

Depois de irmos para o terminal errado do aeroporto (pois confundimos-nos com as companhias ... o que a esta hora da madrugada é perfeitamente natural), depois de trocarmos de terminal (o que foi surpreendentemente fácil e rápido) e depois de chegarmos à zona da Alaska Airlines, um simpático assistente de terra da companhia, aproxima-se e pergunta se precisamos de ajuda e se somos portugueses. Agradecemos a ajuda e dizemos que sim ... e então explica que é brasileiro e que será um prazer ajudar-nos com o check-in eletrónico e a despachar as malas, evitando que vamos para as filas. Agradecemos e percebemos que o facto de falarmos português e de ele ter saudades de falar a sua língua, foi o elemento decisivo para que tal acontecesse.

Não fora descobrirmos apenas neste momento que os nossos bilhetes não estão registados no sistema com malas de porão (contrariamente ao que tínhamos pedido) e que portante temos de as pagar adicionalmente, este tería sido um momento perfeito. Assim foi apenas um momento de grande simpatia e que comprovou algo de que viriamos a descobrir a seguir.

VIAGEM DE VERÃO EM DIRETO 2016 | AMERICAN SERIES - DIA 2


20:30 O JANTAR COM OS AMIGOS LOCAIS

Depois de uma cerveja numa esplanada em Harvard a discutir temas como as eleições americanas e o fenómeno Trump, ou o Brexit e a construção Europeia (verdadeiramente embuídos do espírito de conhecimento de Harvard), voltamos para o hotel e combinamos às 20:30 no Legal Sea Food em Park Plaza.

Situado a 5 minutos a pé do nosso hotel, chegámos ao restaurante, e demos o nosso nome à hostess, que nos informou que teríamos de esperar 30 minutos (apesar de vermos bastantes mesas vazias e pouca gente à espera). Conforme comentámos ... é tal como nas séries. Depois de esperarmos cerca de uma hora, decidimos ir lá novamente e ela, com a maior desfaçatez, diz que de facto tinha andado à nossa procura mas não nos tinha encontrado, mas nos iria sentar já ... tudo tal e qual como nas séries.

Foi aqui que, embuídos do espírito gastronómico bostoniano, decidimos presentear-nos com um banquete de marisco, composto por umas exímias ostras, um divino Clam Chowder (uma sopa de ameijoas e peixe, incrívelmente saborosa) e para finalizar uns muito especiais Crab Cakes (bolos de caranguejo).

Foi um jantar muito especial, com a melhor companhia possível (obrigado André e Alfred, por toda a companhia e paciência de nos acompanharem e mostrarem a vossa cidade) e que encerra a nossa estadia em Boston em grande.

Amanhã acordamos de madrogada para apanhar o avião para o nosso próximo destino ... por isso agora, é direitos a dormir ... e voltamos aqui a trazer mais novidades, já com outra série como inspiração ... ou não tivessemos na America Series Trip!


17:00 A TRADICIONAL HARVARD

Um pouco mais à frente (um pouco, é eufemismo, cerca de 30 minutos de caminho) encontra-se a muito prestigiada e exclusiva Harvard.

Esta que é a mais exclusiva e cobiçada universidade do mundo tem no seu Harvard Yard o seu coração, e para entrar neste jardim com todos os seus históricos e incríveis edifícios, por cima de cada porta tem uma frase inspiradora.

Nós entrámos pela porta de que dizia "Beyond these doors, you will find knowledge". E de facto o ambiente que se vive nestes jardins entre uma das maiores bibliotecas do mundo e residências que já foram ocupadas por antigos alunos tão geniais quanto Mark Zuckerberg ou Barack Obama, é incrível e priveligia o conhecimento.

Ficámos a saber pelos nossos amigos, que todos os alunos de Harvard, no primeiro ano são obrigados a viver nas residências universitárias dentro deste Harvard Yard, e que só depois do seu primeiro ano podem sair ... e ficámos a saber também que esta era a universidade que mais presidentes americanos tinha formado.

Outra das características que eparamos é os diversos grupos de estudantes que andam em grupos com os nomes em etiquetas ao peito e guiados por estudantes mais velhos, que lhes fazem a visita guiada do campus. E ficámos a pensar ... será que nos cruzámos com um algum futuro presidente americano?


16:00 O TECOLÓGICO MIT

Depois do perfeito repasto que tivemos, decidimos então partir para o outro lado do rio Charles, e começar por visitar uma das universidades mais conhecidas mundialmente: o MIT.

A caminhada é longa, e labirintica pela cidade, mas graças aos nossos amigos, conseguimos chegar ao nosso destino. O Massachussets Institute of Technology (ou MIT) é uma das maiores universidades do Mundo e é uma autêntica cidade.

A qualidade arquitetónica de alguns edifícios da universidade é proporcional à quantidade de nomes sonantes da arquitura que aqui já intervieram. A maior dessas estrelas é Franck Ghery ... mas muito mais há para ver nestas ruas.

Uma outra visita obrigatória é o edifício principal do MIT, que com a sia umponente escadaria e a sua monumental colunata, se torna objeto de todas as fotografias.


14:00 OS CACHORROS DE LAGOSTA

Com o aproximar da hora de almoço, decidimos dirigir-nos para a zona de Haymarket e passar pelo Boston Public Market. A quantidade de produtos frescos, a qualidade de apresentação e a possibilidade de os provarmos a todos, fizeram com que nos apetecesse provar todos, mas graças ao André e ao Alfred (dois amigos locais que vieram ter connosco Massachussets State House), seguimos até à vizinha Little Italy, e parámos no Pauli's.

Aqui, a nosso pedido (e depois de esperarmos uns 30 minutos por uma mesa), vieram-nos entregar a especialidade de Boston: os Lobster Rolls. Acompanhados com batatas fritas, estes Rolls são bocados de lagosta cozida a vapor, divinalmente passada por manteiga, e posta dentro de um pão de cachorro com mais alguns condimentos.

Por muito esquisito que possa parecer, esta é uma iguaria absolutamente a não perder. Foi um almoço simples, mas muito saboroso, num local verdadeiramente popular, onde os únicos turistas eramos nós. ficámos fãs dos Cachorros de Lagosta ... e recomendamos o Pauli's.


13:00 MASSACHUSSETS STATE HOUSE

Um pouco mais à frente na mesma Beacon Street, depois de sairmos sairmos de uma das catedrais das séries americanas, encontrámos um dos edifícios mais importantes da cidade: a Massachussets State House.

Este parlamento estadual é um edifício tão belo quanto discreto, mas com a sua muito presente cúpula dourada, torna-se bastante presente e marcante. Um pouco como um pouco toda a arquitetura da cidade: discreta e bela, mas imponente nos seus detalhes e estilo.

É um edifício, que não sendo esmagador, é bastante interessante!


12:30 CHEERS

Sendo esta uma viagem que foi organizada em torno de séries míticas, e sendo a série que nos trouxe a Boston passada num bar real, decidimos rumar até ao nº 84 de Beacon Street, e entrar nessa instituição "Where Everybody Knows Your Name".

Se até agora não tínhamos encontrado grandes enchentes de turistas, aqui é obviamente um pico de enchente de turistas ... curiosamente, quase todos americanos. Souvenirs à parte e fotos da série descontadas, aqui foi onde decidimos descansar durante uns minutos a beber uma cerveja.

Afinal ... é mesmo aqui que apetece estar quando se vem a esta maravilhosa cidade ... porque esta é uma série que marcou gerações ... e este foi o local onde tudo se passou!


12:00 BAY BACK E A PRUDENTIAL TOWER

É talvez o bairro mais popular entre os bostonianos: Bay Back.

Este bairro de casas tipicamente americanas, de ruas perpendiculares, concentra em si, não só as principais ruas comerciais da cidade, mas também três dos principais símbolos da cidade: a Prudential Tower; a Biblioteca Estadual; e Copley Square e a Trinity Church.

Aqui o ambiente é agitado, cheio de gente na rua a fazer as suas compras, sentados em esplanadas, a conviverem ou simplesmente a passearem. É uma cidade america e cosmopolita a que se vive em Bay Back ... e vale bastante a visita!


10:30 O MUSEU DE BELAS ARTES DE BOSTON

Deposi de nos levantarmos, duche e de um pequeno almoço bem a americana, tomado em pleno 7 Eleven, mesmo à frente à nossa residência universitária, pusemo-nos a caminho do nosso primeiro destino de hoje: o Museu de Belas Artes de Boston.

Foi uma caminhada de cerca de meia hora, que nos levou a uma parte da cidade com edifícios bem mais monumentais e grandiosos. Nesta zona da cidade - a zona de Westland - situam-se as grandes instituições culturais da cidade: o conservatório, a orquestra sinfónica e alguns museus ... nomeadamente o famoso Museu de Belas Artes.

Este museu de classe mundial tem uma particularidade bastante interessante: num único espaço consegue-se ver desde arte da antiguidade (grega, egipcia ou mesopotânica) até à arte moderna (Andy Warhol ou Pollock, por exemplo), passando por instrumentos musicais, salas de palácios europeus de século XIX (que se encontram montadas minuciosamente em algumas salas do museu), arte oriental, ou arte medieval europeia.

É uma visita bastante interessante, que nos faz percorrer em poucas horas, o que, noutro contexto museológico, demoraria várias e custaria a visita a vários museus separados. Muito interessante e foi um excelente início de dia!

VIAGEM DE VERÃO EM DIRETO 2016 | AMERICAN SERIES - DIA 1


21:00 O JANTAR DA SORTE

Já sendo noite cerrada e sendo hora de jantar latina, apercebemo-nos que por estes lados se janta bastante cedo ... pelo que a maior parte dos restaurantes se encontravam já fechados desde as 18:00.

Assim, e depois de andarmos um pouco com dúvidas do que deveríamos fazer, dirigimo-nos a uns polícias que estava junto ao USS Constitution e perguntámos por um local onde pudessemos jantar. Explicando-nos que por ali já não havia muita coisa, indicaram-nos um "Bistro" que ficava a dois quarteirões, que agradecemos e decidimos aceitar a sugestão.

Era de facto um local intimista, num edifício de tijolo do princípio do século XX, que nos surpeendeu desde o estaladiço pão è exímia manteiga, passando pela entrada e pelo prato e pelo muito simpático atendimento de todos os empregados. Este é um local para os locais, e nós eramos os únicos não bostonianos lá.

De facto a sugestão foi excelente e este foi o final ideal para terminar o nosso primeiro dia de viagem - comida caseira, num local autêntico e requintado.

Para já voltámos ao hotel (o nosso dia, com a diferença horária já vai longo), porque amanhã vamos verdadeiramente explorar a cidade e as suas famosas universidades. Até cá ... com o primeiro dia de verdadeiramente American Series.


20:30 USS CONSTITUTION

O local onde se deu o início da América, foi exatamente onde nós demos também início à nossa viagem American Series: o USS Constitution em pleno Porto de Boston.

Foi aqui que em 16 de Dezembro de 1773, os colonos de Boston se revoltaram pela primeira vez na história contra a coroa britânica. Neste histórico local, está ancorado o navio USS Constitution ... e foi exactamente aqui que nos dirigimos logo ao início da noite.

Aqui tivemos o primeiro azar da viagem (esperemos que não hajam mais), pois quando chegámos o navio estava bastante desmantelado e estava todo em manutenção. No entanto a sua imponente estrutura ainda se revelava e encontrava-se bem iluminada ... pena foi que todos os grandes bastros do bavio estavam desmontados, sobrando os mastros secundários para fazer uma fotografia.



19:00 A RESIDÊNCIA UNIVERSITÁRIA

Caminhámos pouco mais de 10 minutos e chegámos ao nosso poiso de hoje: a residência universitária 40 Berkley.

Localizada em plena South Boston, num bairro de pequenas moradias do prícipio de século, todas elas feitas de tijolo, e com ruas pequenas e muito arborizadas, esta residência, nesta época de verão, recebe também turistas.

Com a simplididade de uma estadia bastante informal, somos recebidos por um edifício dos anos 1970, equipado com as condições de conforto, dignas de autênticos estudantes. É uma experiência que à primeira se estranha ... mas que esperamos que depois se entranha!


18:30 CHEGADA A BOSTON

Depois da habitual fila para entrar nos Estados Unidos da América, e depois de apanharmos o Autocarro, chegamos mesmo ao centro da cidade em muito pouco tempo e de forma bastante conveniente.

Esta é uma cidade americana que se nota a sua vertente mais europeia. A principal característica desta cidade é a utilização bastante generalizada do Tijolo. Desde passeios a edifícios, passando por mobiliários urbano, o tijolo, à primeira vista, parece ser o material por excelência desta cidade.

Mas agora temos uma caminhada de pouco mais de 10 minutos até onde vamos pernoitar nas próximas duas noites.


15:00 NO AR COM A TAP

Foi a bordo de um dos novíssimos A330 que viajámos de Lisboa até Boston.

Em plena económica, os assentos são bastante agradáveis, a escolha de entretenimento excelente e a simpatia do pessoal de cabine, verdadeiramente irrepreensível. Estes novos aviões destacam-se essencialmente por terem descolagens e aterragens bastante suaves e um nível de conforto (nomeadamente no espaço entre cadeiras e de insonorização) incrível.

Com uma refeição bastante saborosa, dois filmes vencedores de Óscares e um snack muito bom e nutritivo, passámos o voo de 7 horas e 15 min, de forma bastante agradável.

Assim dá gosto fazer intercontinentais - Obrigado TAP!


12:30 CHEGADA AO AEROPORTO

E o grande dia de início da nossa Viagem de Verão 2015 chegou: a American Series já começou!

Começou, obviamente por nos dirigirmos para o aeroporto, de malas feitas, e prontos para despachar as nossas malas e embarcar. Depois de um check-in bastante cheiro, rumamos para a porta 44 onde o avião da TAP que nos trouxe para o noso destin de hoje, nos aguardava.

Sem sobressaltos, tudo correu pelo melhor ... e embarcámos ás 14.25 no primeiro voo desta incrível viagem deste ano: American Series boarding time!