VIAGEM DE VERÃO 2018 EM DIRETO

As nossas Aventuras de Verão vão Voltar ...

FESTIVAL DE MÚSICA DE MARVÃO

Música para Todos mas com um ritmo bem diferente!

VIAGEM DE VERÃO 2018 EM DIRETO

Querem Vir Dar Uma Voltinha Connosco?

BELEZA DE VERÃO

Vai um Look Tropical?

VIAGEM DE VERÃO 2018 EM DIRETO | VOLTA AO MUNDO - DIA 18



12:00 THE END

E pronto, depois de 12 voos, 12 paragens e milhares de quilómetros percorridos, ao 18º dia termina a nossa Volta ao Mundo.

Depois de um voo tranquilo da TAP que ligou JFK ao Humberto Delgado, chegámos ao final desta nossa grande aventura de Verão. Cansádos? Sim! Mas satisfeitos? ABSOLUTAMENTE!

É que não se faz uma Volta ao Mundo todos os dias, e muito menos com um ritmo tão grande e alucinante como esta. Poderíamos ter parado em menos pontos, mas não teríamos vivido tanto, poderíamos ter demorado mais dias, mas não teria sido tão intenso, poderíamos ter feito outras opções, mas não tinha sido a mesma coisa.

Aterramos em Lisboa absolutamente concretizados e ansiosos por contar pessoalmente todas estas nossas aventuras aos nossos amigos e família, porque estas são aventuras que acrescentam e nos tornam diferentes e melhores!

Esta foi a Viagem de Verão em Direto mais exigente do ponto de vista físico que fizemos até hoje, mas vale tanto a pena como todas as outras.

Está na hora de dizermos sobre esta Volta ao Mundo uma última coisa - The End!

VIAGEM DE VERÃO 2018 EM DIRETO | VOLTA AO MUNDO - DIA 17



08:00 EMPIRE STATE OF WAKENING

O Hotel que escolhemos para esta nossa última estadia da nossa volta ao mundo tem várias vantagens e desvantagens como referimos ontem ... mas uma vantagem que tem é ser propriedade de latinos. O que é que isto é uma vantagem perguntam vocês? Porque os hotéis nos Estados Unidos da América (e portanto também em Nova Iorque) nunca incluem o pequeno almoço no preço do quarto ... mas neste caso as bebidas estão incluídas. Assim sendo fomos até ao restaurante do hotel e pedimos as bebidas e escolhemos o que comer (pagando só a comida).

Assim ao acordarmos em plena vizinhança do Empire State Building (alguns de nós viam o gigante imponente da janela do quarto), foi muito agradável podermos sentar logo ao acordar numa sossegada sala de tetos altos e trabalhados e tomar tranquilamente um pequeno almoço bem feito e de qualidade.

Assim começámos o nosso segundo dia de Nova Iorque e o último dia da nossa Volta ao Mundo.







12:00 MISS LIBERTY E AS MEMÓRIAS DE UM PAÍS DE EMIGRANTES

Alguns de nós nunca tínhamos ido a Nova Iorque, outros já e várias vezes, mas curiosamente ninguém do grupo tinha ido até à Liberty Island e Elis Island.

Estas duas simbólicas ilhas em pleno estuário do rio Hudson foram durante muitas décadas a principal porta de entrada de emigrantes no país e hoje albergam orgulhosamente uma estátua símbolo da liberdade em todo o mundo e outra um museu dedicado à emigração e aos emigrantes que fizeram deste país o que ele é hoje em dia.

Foi este o nosso primeiro destino do dia de hoje, e ainda bem, pois depois da intempérie tropical que se abateu ontem sobre a cidade, hoje o tempo está perfeitamente limpo e solarengo. É neste contexto que vamos visitar então a elegante e bela Estátua da Liberdade, é também com este céu azul que vemos a famosa vista de downtown Manhattan e de todos os seus arranha-céus e da sua ponte de Brooklyn e é com este sol incrível que visitamos o museu em que se transformou o antigo edifício de Alfândega em Elis Island, hoje dedicado às histórias e vivências e experiências de entrada nos EUA dos milhares

É uma passeio que deve começar cedo, pois tem muito que ver e demora algumas horas, ocupando assim toda a manhã de forma tranquila e simpática ... e dá um bom ponto de partida para este dia dedica-lo à famosa zona de downtwon!


14:00 A MELHOR PIZZA DE DOWNTOWN

Foi logo à saída dos ferries que decidimos rumar ao número 54 de Stone Street, o conhecido Adrienne's Pizza Bar.

Famoso pelas suas pizzas este é talvez o melhor local de downtown (quem sabe de Manhattan) para provar as famosas pizzas americanas. Diferentes das italianas (que já tivemos o prazer de provar em Roma, no início desta nossa Volta ao Mundo), as pizzas americanas são também um clássico da gastronomia internacional ... e essencialmente de Nova Iorque e de Downtown. Assim sendo abancámos neste templo das pizzas americanas e provámos as duas modalidades existentes na casa: a Pizza Branca e a Pizza Vermelha.

O segredo aqui está na diferença dos molhos de base de cada pizza: a vermelha leva um molho com base de tomate, enquanto que a pizza branca, leva um molho de base com queijo no lugar do tomate, tornando assim esta pizza ainda mais intensa do ponto de vista de sabor.

É tão deliciosa que é percetível a todos o porquê deste ser um dos locais de pizza mais famosos de Manhattan ... e nós tivémos a sorte de a provar!




16:00 O PASSEIO POR DOWNTOWN E O DILUVIO TROPICAL

Depois de um almoço absolutamente delicioso, mas hiper calórico, a nossa opção foi irmos passear pelas imediações de Downtown.

Assim não faltou uma visita ao Touro da Merryl Lynch, à famosa Wall Street e uma caminhada pelo emaranhado de ruas que compõe a zona de downtown Manhattan. Aqui nota-se que a cidade nunca dorme mesmo: em pleno Agosto, o buliço das ruas, com executivos das corretoras e consultoras, dos bancos e das financeiras da zona, mantém-se totalmente intacto e impactante.

Mas no meio deste ambiente, de repente, o céu desaba. O sol que tinha reinado até esse momento, numa questão de 10 minutos deu lugar a um dilúvio tropical, e foi ver todas as ruas repletas de executivos de fato e gravata, ou executivas nos seus vestidos preppy de verão, a correrem para as entradas dos escritórios, e a aglomerar-se nos cafés. Nós fizemos o mesmo e refugiamo-nos por baixo de uns andaimes de umas obras ... mas como somos turistas empenhados e tínhamos ainda mais um local para ver antes de partirmos de regresso a casa, e o tempo passava a minutos rápidos, decidimos arriscar a aventurar-nos pelas cascatas que caíam do céu. Escusado será dizer que ficámos totalmente encharcados, até aos ossos ... mas foi o pretexto que precisámos para ir às compras nas lojas do WTC.

Sim Nova Iorque continua a ser o paradigma das metrópoles, mas está cada vez mais com sintomas tropicais!




18:30 O NOVO WORLD TRADE CENTER E A TORRE DA LIBERDADE

O final da nossa visita a Nova Iorque tinha de ser simbólico e portanto escolhemos o novo World Trade Center e o memorial ao 11 de Setembro e todas as grandes obras de arquitetura que agora já povoam este espaço simbólico de um renascimento de da cidade.

O espaço está absolutamente invadido de turistas e, para ver quem queira o museu criado com o tema do maior ataque terrorista da nossa era - o 11 de Setembro - tem de comprar os bilhetes online e com antecedência. Para quem queira subir à nova Torre da Liberdade, o edifício mais alto de Nova Iorque, também tem de comprar as suas entradas online. Nós escolhemos apenas andar por ali, a rever as duas impressionantes fontes criadas no local onde estavam as duas torres gémeas e a apreciar a arquitetura de excepção das novas torres e novos edifícios deste que é o renovado e icónico World Trade Center de Nova Iorque.

Assim percebemos que esta é uma cidade infindavel, que se renova a cada segundo, criando e recriando, e que tem uma alma muito própria e forte. Nestes edifícios sentimos a força de Nova Iorque, perante a adversidade, mas também repleta de positividade e beleza. Foi um final de visita a Nova Iorque único e que terminou como todas as visitas a esta metrópole devem terminar: com uma selfie do grupo que foi na viagem (no impressionante centro de transportes desenhado por Santiago Calatrava) e com uma simpática e descontraída sessão de compras nas lojas das imediações.

Depois disto voltámos ao hotel, para recolher as malas, e esperar o transfer que tínhamos marcado para as 19:15 para nos levar até ao aeroporto ... e assim termina a nossa estadia em Nova Iorque e assim termina este último passo da nossa Volta ao Mundo.


23:45 O ÚLTIMO STRESS

Depois de sairmos do World Trade Center apanhámos um Uber e voltámos ao hotel, onde o transfer nos apanhou e nos levou até ao aeroporto JFK.

Mas não há final destas viagens sem uma aventura ... e assim foi desta vez também. Quando chegamos ao aeroporto JFK verificamos que um saco com muitas das compras que fizemos ao longo da viagem ficou no hotel. Assim começa um stress que é resolvido da seguinte forma:

1. pedimos ao motorista do transfer para esperar e negociamos um novo preço para ele nos levar de volta ao hotel e nos trazer de novo ao aeroporto;
2. dirigimo-nos ao check in da TAP onde pedimos para fazer um drop off rápido de dois de nós, o que a chefe de escala, mesmo depois de explicarmos o que se passa, nega indiferentemente e manda-nos para a fila do check in normal (apesar de termos já feito o check in online, ao que responde que isso não lhe interessa), pois a do drop off está inexplicavelmente fechada (a antipatia e a arrogância e indisponibilidade da chefe de escala da TAP em JFK surpreendeu-nos mesmo, pois não estamos habituados a que esta companhia tenha este tipo de profissionais mais dignos de qualquer prestador de serviços indiferenciados ... mas enfim, pelos vistos a TAP em JFK tem uma chefe de escala absolutamente inqualificável e sem qualquer atenção ao cliente);
3. fazemos o check in das malas (discretamente peda a senhora do check in para a chefe de escada não perceber que ela nos está a despachar a dois (aos que tínhamos de regressar ao hotel) antes do resto do grupo ... pelos vistos a chefe de escala em JFK não é apreciada nem pelas suas funcionárias;
4. voltamos ao transfer;
5. fazemos uma corrida de obstáculos pelo meio do trânsito intenso de volta a Manhattan;
6. enquanto estamos a caminho ligamos para o Hotel e avisamos do sucedido e a simpática funcionária da receção foi logo verificar se tinha lá o saco e confirmou que o tinha, e que já o tinha separado e entregue ao porteiro, para assim que chegarmos não perdermos mais tempo;
7. chegamos ao hotel e recolhemos o saco com as compras que está com o porteiro;
8. levantamos dinheiro num ATM para pagarmos o transfer (pois ao que percebemos o senhor do transfer estava a fazer este transfer sem estar inserido no seu horário oficial, mas sim no seu horário de pausa, sacrificando o seu tempo de pausa, mas ao mesmo tempo ganhando o dinheiro ele e não o repartindo com a empresa ... enfim, Nova Iorque na sua melhor versão, pois facilitou, mas também o fez por dinheiro ... como dizem por aqui, uma "Win Win Situation");
9. voltamos à corrida de obstáculos pelo meio dos túneis, auto-estradas e viadutos
10. e regressamos a JFK 1:20h depois de termos chegado da primeira vez!

Foi uma situação stressante, mas bem conseguida, graças à colaboração de um condutor de transfer muito simpático e deligente e de um hotel que funcionou bem e foi colaborante.

É assim que terminamos o dia de hoje, sentados numa sala de embarque e à espera da nossa partida em direção a Lisboa!

VIAGEM DE VERÃO 2018 EM DIRETO | VOLTA AO MUNDO - DIA 16


07:30 A CHEGADA A NOVA IORQUE

Foi um voo bastante duro aquele que nos levou de Phoenix a Nova Iorque. Mas se os poços de ar forma muitos e a turbulência foi uma constante, a simpatia das hospedeiras e comissários abordo foi inexcedível. Connosco adultos e com as crianças a bordo, com americanos e com estrangeiros, foi a extrema disponibilidade da equipa de cabine que conseguiu fazer deste um voo muito bom, apesar de todo o incómodo das condições atmosféricas. A simpatia é tal que o capitão, já em terra, passa por nós durante o desembarque e pergunta-nos se conseguimos dormir ou se a turbulência tinha sido assim tanta, e pede desculpa pelo sucedido e dá-nos, pessoalmente, as boas vindas a Nova Iorque!

E é assim que chegamos ao terminal 8 do aeroporto de JFK. Este é um terminal exclusivo da Delta Airlines e vive e respira esta simpatia e eficiência da companhia. Tudo tem bom aspecto, tudo está impecavelmente cuidado e tudo está eficientemente pensado para que a experiência do passageiro seja a melhor possível.

É um gosto voar assim e maior ainda aterrar num aeroporto assim!



12:00 A METRÓPOLE QUE VIROU TROPICAL

É gigante a cidade de Nova Iorque, mas a caminho de Manhattan, por infindáveis auto-estradas, a bordo de um shuttle privado (que solicitámos no welcome center do terminal de aeroporto), ganhamos ainda mais noção da sua dimensão descomunal.

Mas o que mais surpreende é que, ao chegarmos a Nova Iorque está calor como é normal de verão, mas está tudo nublado e chove copiosamente, como se estivéssemos num país tropical. Depois de termos tido sorte com o tempo em várias paragens como Banguecoque, Sidney ou Nova Zelândia e termos fintado um tornado no Hawai ou termos passado mesmo ao lado de uma tempestade de areia em Phoenix, agora chegamos a Nova Iorque e chove como se esta fosse uma cidade tropical.

O Céu está cinzento escuro, a chuva grossa cai impiedosamente e a humidade e o calor tornam esta metrópole numa autêntica cidade tropical. Sim ... no final da nossa volta ao mundo, aterramos na mais tropical de todas as cidades ... Nova Iorque! Sim foi uma autêntica surpresa!



14:00 O THE GREGORY HOTEL

Fica mesmo no quarteirão do Empire State Building e foi o hotel que escolhemos: o The Gregory Hotel.

Este hotel ocupa um edifício antigo, com todo o seu charme, mas também com todas as suas dificuldades e constrangimentos. Tendo uma localização em Manhattan espectacular, e tendo as zonas sociais absolutamente irrepreensíveis, os quartos, estão, infelizmente em estado menos cuidado, quer em termos de conservação, quer em termos de comodidades para os clientes.

Não sendo um mau hotel, não é de todo uma das melhores escolhas que se podem fazer em termos de relação qualidade/preço na Big Apple ... mas enfim, foi o que escolhemos e foi aqui que ficámos!




17:00 O POPULAR THE MET

O nosso primeiro destino na grande metrópole é o seu maior museu: o Metropolitan Museum of Art.

Como estamos no verão e como estamos num dia chuvoso, mal paramos à porta no Uber que chamámos para ir desde a 35ª (onde se situa o hotel) até ao museu, percebemos que todos os turistas que se encontram em Nova Iorque nesse dia (e mais alguns, suspeitamos ...) decidiram enfiar-se no museu. Assim temos filas para entrar e passar a segurança, que descem as monumentais escadarias da entrada principal e seguem vários metros ao longo da fachada do edifício.

Mas se as filas cá fora são muitas, a quantidade de visitantes por metro quadrado lá dentro é ainda mais alucinante. Não há obra que se consiga ver sem lutar com alguém para ver, não há escada ou corredor que se consiga subir ou andar sem fazer uma gincana de obstáculos e, mesmo com a exposição de moda organizada pela prestigiada Vogue US maravilhosamente exposta à prova de hordes turísticas, esta visita torna-se uma experiência menos agradável do que seria expectável.

Tudo passa a valer a pena graças à incrível exposição de moda, com a curadoria de Anna Wintour, Heavenly Bodies, que cria um diálogo entre a moda e a arte medieval da coleção permanente do museu, e expõe, pela primeira vez fora do vaticano, um conjunto de vestes e coroas papais, únicas e que serviram de inspiração e de iconografia para muitas criações de moda contemporâneas. De Yamamoto a Dolce & Gabbana, muitos são os vestidos exibidos nas salas do prestigiado museu, e que criam um diálogo muito interessante e estimulante com as obras de arte expostas ao longo das diversas salas da zona medieval do museu.

É um luxo de uma exposição ... num museu de Luxo!




18:30 O PASSEIO ATÉ AO EMPIRE

Saídos do Met, damo-nos conta de que a chuva parou e portanto podemos caminhar até ao nosso próximo destino, conseguindo assim ver e visitar vários ícones da cidade.

Assim optamos por descer a Quinta Avenida e fazer uma parte lateral ao Central Park, passar em frente ao icónico Plaza de Nova Iorque, à mediática Trump Tower, entrar no sofisticado Saks 5th Avenue. passear no meio do conhecido Rockfeller Center, ver a sempre elegante New York Public Library e então acabar a nossa caminhada no único e impressionante Empire State Building. Este passeio permitiu não só perceber uma cidade viva e frenética de turismo e de cosmopolitismo, mas também deu possibilidade para vermos e revermos todos estes edifícios únicos e emblemáticos desta metrópole inigualável.

Foi uma sorte termos conseguido umas duas horas sem chuva, que nos permitiram passear a pé pela quinta avenida de forma alongada e relaxada ... mas a nossa visita não acabou por aqui hoje, e portanto fomos até ao hotel para tomar um duche e continuarmos a nossa aventura nesta cidade que nunca dorme!



22:00 O MUSICAL DA BROADWAY

Na nossa Volta ao Mundo tínhamos três espetáculos e o último era aqui na Broadway: um musical.

Enquanto que alguns de nós optámos por ficar a descansar no hotel, outros mais destemidos sairam do Rockfeller Center diretos ao Ambassador Theatre‎ e entraram numa sala absolutamente focada num dos mais significativos musicais da cena teatral americana: o Chicago. Para muitos que pensam que a época dos musicais já foi, deixamos aqui este exemplod e qualidade. Sem grandes cenografias, esta encenação de Chicago prima pela simplicidade cénica, mas também pelo rigor e excelência interpretativa.

Com vozes de excepção, com uma interpretação teatral incrível e um um guarda-roupa sem uma única falha, este musical é a prova de que os musicais estão bem e pujantes na cena teatral da Broadway. Podem já não estar de moda ou já não serem as mais recentes obras a subirem a cena (pois muitos deles estão em cena há décadas), mas uma coisa é inquestionável: ainda são um espetáculo de qualidade e que vale a pena ver em Nova Iorque!



23:00 O JANTAR TARDIO

Para aqueles que foram para o hotel tomar um duche, acabou por haver um pouco mais de tempo para descansar, e assim o jantar foi um pouco mais tardio, mas num dos lugares mais discretos da cidade: o John Dory Oyster Bar.

Localizado a pouco mais de 6 quarteirões do hotel, esta osteria está inseria no prestigiado Ace Hotel, e conta na sua cozinha com uma das estrelas mais cintilantes da cena gastronómica novaiorquina: April Bloomfield.

Esta jovem chef britânica já ganhou o seu lugar na constelação de estrelas da cozinha desta cidade tão impressionante do ponto de vista gastronómico ... e esta Osteria é um exemplo dessa excelência de cozinha, serviço e ambiente.

Foi um momento especial que não vamos esquecer, quer pelos sabores provados, quer pela simpatia do serviço.



02:00 A VOLTA À CIDADE FORA DE HORAS

Mas se há uma cidade que nunca dorme, esta é Nova Iorque. Assim sendo decidimos que depois do jantar tínhamos de testemunhar isso mesmo.

Portanto chamámos um uber e marcámos uma rota a três destinos na cidade: Brooklyn junto à Ponte; Meetpacking District e o High Line; e a Eterna Times Square. Foi com este percurso pelo meio das luzes da cidade que terminou o nosso dia: com uma vista de Manhattan digna de um filme junto ao rio à beira da esmagadora ponte de Brooklyn; com um passeio entre as muito trendy e movimentadas ruas de Meetpacking Districk, passando obrigatoriamente pela sede de um dos ícones da moda americana e da cultura cosmopolita de Nova Iorque - Diane Von Furstenberg; e terminando na magia das luzes da Broadway e na icónica e sempre cintilante e impressionante Times Square.

Nova Iorque fora de horas é tão impressionante quanto a de durante o dia ... e é tão bela e magnética quanto a que ainda vamos ver amanhã ... por isso voltamos ao hotel e dormimos uma última noite na cidade que nunca dorme ... porque amanhã temos mais visitas programadas!

VIAGEM DE VERÃO 2018 EM DIRETO | VOLTA AO MUNDO - DIA 15


11:00 ACORDAR EM GRANDE NO MGM GRANDE

É o maior hotel do mundo com mais de 5.000 quartos e foi exatamente aqui que ficámos alojados em Las Vegas: no MGM Grand.

No entanto, porque preferimos alugar suites, ficámos no Luxury Suites do The Signature by MGM. Acordar nestas suites é acordar bem instalado. Com uma cama hiper confortável, almofadas super macias, com uma vista ultra desafogada para as piscinas e para o deserto e resguardados do ruido, da luz e do boliço do The Strip.

Mas há outro aspeto que está muito bem pensado nestas suites: a janela da suite está virada a Nascente, sendo que tem uns cortinados que não deixam o sol passar, mas coa a luz (caso se queira, obviamente ... e nós quisemos).

Esta que foi a última noite neste que é um luxo de hotel, quisemos acordar um pouco mais tarde do que programámos, porque na próxima noite vamos dormir mais uma vez num avião ... e porque acordar nas Luxury Suites do The Signature by MGM Grand é acordar em grande ... e assim acordámos nós na manhã em que saímos de Las Vegas, mais descansados e mais contentes com esta nossa escolha hoteleira!



15:30 O CAMINHAR SOBRE O GRAND CANYON

São duas horas e meia de carro até ao nosso próximo destino do dia: o Grand Canyon.

Se numa viagem anterior (a American Series, que também passámos por Las Vegas e pelo Grand Canyon) optámos por visitar esta Maravilha da Natureza do lado Este, desta vez optámos por fazer o que todos os turistas que vão ao Grand Canyon de Las Vegas Fazem: fomos visitar o lado Oeste.

Esta visita está muito bem organizada, mas não se pense que demora pouco tempo. Quer seja apenas uma ida aos locais com vista sobre o Monumento Nacional Natural, quer seja um passeio de helicóptero pelo meio do Canyon, qualquer uma das alternativas não demora meos de uma hora ... depois de comprar o bilhete respetivo.

Enquanto que uns optaram por ir ver a última maravilha desta viagem (depois do Coliseu de Roma e da Cidade de Petra, esta foi a terceira) de helicóptero, outros optaram por uma opção mais terrena, mas não menos espetacular: o passeio a pé pelas duas zonas de visitas e o passeio pelo Sky Walk.

Para aqueles que tenham vertigens, este não é um passeio recomendável, mas quem já viu o Grand Canyon pelo lado oposto, não pense que esta visita não vale a pena ... porque é outra sensação completamente diferente. Muito mais próxima, muito mais grandiosa e muito mais seco, inóspito e impressionante.





20:00 O DESERTO DO ARIZONA

Após a visita ao Grand Canyon e a nosso próxima etapa foram cerca de 4h de travessia do Deserto do Artizona.

Este deserto tem na imensidão dos seus horizontes, nos tons de terra e ocres dos seus penhascos e nos seus cactos gigantes \as suas principais características distintivas. A cada quilómetro apetece tirar fotografias 360º, a cada curva (que são muito poucas) deslumbramo-nos com mais uma vista impressionante e percorrer uma extensão tão grande, acaba por dar um ponto de vista mais global e impressionante deste imenso Deserto dos Canyons, ou Deserto do Arizona.

Mas nesta viagem houve mais emoções: gado selvagem que estava em plena estrada e uma tempestade de areia. Enquanto que a primeira das situações aconteceu logo junto ao Grand Canyon, a segunda começou a meio do caminho e acompanhou-nos até ao final do nosso percurso.

Relampagos impressionantes, cores de céu que foram do cinza antracite ao amarelo da areia, num nevoeiro incrivel e numa massa compacta, que se estendeu sempre ao nosso lado esquerdo, e que, só a chegarmos a Phoenix, percebemos que conseguiamos evitar.

Foi uma longa, bela e emocionante viagem, que teve momentos de preocupação e momentos de maravilha. Por isto tudo deixamos aqui a dica: se vierem a Las Vegas e firem de carro ao Grand Canyon, e não tiverem de voltar à "Sin City", aproveitem e sigam em direção a Pheonix, pois o caminho é verdadeiramente espetacular!


22:30 ON THE AIR AGAIN

Chegámos a phoenix com todo o tempo do mundo para podermos devolvermos o carro sem pressas, fazer um check in tranquilo e ainda estarmos na sala de embarque sem pressas ou correrias.

Não só porque vamos fazer um voo interno (o que nos Estados Unidos da América tem uma logística de embarque mais facilitada), mas também porque chegámos com duas horas e meia de antecedência (quando só são necessárias 1h40m, segundo a recomendação da companhia que vamos voar) e porque o aeroporto de Phoenix é de uma dimensão muito simpática e verdadeiramente fácil de chegar do check in às portas de embarque.

Embora ainda esteja cheio de obras de remodelação, a parte nova já promete um futuro aeroporto esteticamente moderno, funcionalmente eficiente e em termos de confroto para os passageiros, muito bem pensado.

É assim que voltamos ao ar, a bordo do da muito americana Delta Airlines, que nos surpreendeu com uma simpatia invulgar no seu check in e uma atenção extra das suas funcionárias da porta de embarque.

A Delta vai levar-nos num voo noturno (mais um ...), até ao nosso destino final desta Volta ao Mundo: a Big Apple. Nós por agora vamos dormir nas núvens, e voltaremos a dar novidades da cidade que nunca dorme!

VIAGEM DE VERÃO 2018 EM DIRETO | VOLTA AO MUNDO - DIA 14


11:30 LAS VEGAS WAKE UP CALL

Depois da maratona de ontem de quilómetros e do jantar muito nocturno no Burgr, decidimos que hoje iríamos acordar um pouco mais tarde do que o programado.

O acordar do nosso quarto no vigésimo terceiro andar foi feito já os primeiros acordes da Pool Party mais conhecida de Las Vegas (a Wet Republic no MGM Grand) estavam a começar ... e nós, logo ao acordar tivemos, da nossa varanda, uma vista desta gigantesca festa (onde hoje tocou a mega estrela Calvin Harris).

Assim foi pouco depois das 10:30 que descemos e fomos tomar todos o pequeno almoço ao Starbucks junto à receção do hotel. Daqui decidimos dividir-nos em dois grupos: um que iria começar pelo vizinho New York New York e iria até onde pudesse e outro que iria até ao distante Circus Circus e voltaria até ao hotel.

Assim fizemos e assim partimos para explorarmos o famoso The Strip.










18:00 À CONQUISTA DO THE STRIP

Contra calor e multidões, o dia foi passado a palmilhar todos os grandes casinos do The Strip. O nosso grupo foi o mais radical e assim decidiu começar no distante Circus Circus e acabar no New York, New York.

Foi unânime que o melhor casino do The Srtip, quer em arquitetura, quer em decoração quer em frequência é o Whynn. Mas de todos os que visitámos - e passo a dar a lista por ordem de visita: Circus Circus, Encore e Wynn, Venetian, The Mirage, Ceasers Palace, Flamingo, Paris Paris, Bellagio e New York New York - houve sempre coisas que nos divertiram, surpreenderam ou encantaram.

Foi um dia literalmente passado a percorrer o The Strip, andando entre lojas de luxo, passeando entre atracções, dançando ao som da música e observando os milhares (se não milhões) de pessoas que jogam nesta cidade qualquer jogo possível. De Beer Pong a corridas de cavalos, das clássicas slot machines às mesas de poker, tudo conquista fãs do jogo aqui em Las Vegas ... e é no meio deste espetáculo que passamos sete horas do nosso dia.

Vimos de tudo, e se partimos à conquista do The Strip, acabámos conquistados por ele!



21:00 O CIRQUE DE SOLEIL

Mas se Las Vegas é sinónimo de casinos e casinos são sinónimo de jogo, Las Vegas e os seus casinos têm um segundo significado: os espetáculos. E dentro destes o Cirque du Soleil é, obviamente, um dos must see de Las Vegas.

Assim sendo, dividimo-nos novamente em vários grupos e voltámos a ir cada grupo para o seu lado: uns foram ver o One (dedicado a Michael Jackson), outros foram ao mais ousado Zumanity (um circo erótico, como só Las Vegas consegue ter) e outros fomos ao clássico e sublime Ka.

Este espetáculo é um puro espetáculo de circo, bem à moda do Cirque de Soleil, com uma dimensão de cenografia incrívelmente tecnológica, um guarda roupa verdadeiramente sublime e números de malabarimos, absolutamente impressionantes.

Não sendo o melhor dos espetáculos que se podem ver, acreditamos que seja obrigatório ver um deles. Porque vir a Las Vegas e não ver um espetáculo do Cirque de Soleil é o mesmo que ir a Roma e não ver ... O Coliseu!





22:30 O JANTAR NO CLANDESTINO DE LUXO

Para terminar a nossa passagem por Las Vegas em grande estilo, quando saímos dos respetivos casinos damos conta que está um vento ciclónico em Las Vegas, e que portanto existe muito pó no ar graças a estarmos em pleno deserto e como tal os ventos terem esse mesmo efeito ... mas não foi obstáculo que nos impedisse de continuarmos o nosso programa e assim sendo reencontrámo-nos todos no Cosmopolitan.

Foi aqui que decidimos terminar a nossa estadia em Las Vegas, com um jantar no muito selecto Beauty & Essex. Este restaurante recria a casa original de Nova Iorque, que é um restaurante que funciona nas traseiras de uma loja de penhores. Assim sendo se em Nova Iorque é assim, em Las Vegas também.

Mas quando se abre a porta de acesso ao restaurante (que está no interior de uma loja de penhores verdadeira e em funcionamento), um mundo clandestino e secreto, quase digno de ser apelidado de um clube privado abre-se para nós comensais. Dessa tal porta para dentro tudo está feito com um ambiente de um luxo e de um bom gosto, que merece ser referido e destacado. Não fora o muito barulho que está no interior do restaurante, este seria perfeito, pois a mestria do Chef Chris Santos, é absolutamente notável. Desde as entradas, até às sobremesas, passando pelos cocktails de aperitivo e pelos pratos principais, tudo estava absolutamente sublime e sem uma única falha. Até o serviço (apesar de ser feito no estilo americano ... e portanto, menos detalhado do que o europeu) foi irrepreensível e portanto merecedor de um aplauso!

Se durante o dia ficámos conquistados pela dimensão, luxo, opulência, extravagância e diversidade do The Strip, durante a noite ficámos rendidos à excelência dos espetáculos e à perfeição gastronómica de Las Vegas!

Assim terminamos o nosso dia (não sem antes jogarmos um pouco no MGM Grand, antes de subirmos para o quarto), mas amanhã partimos rumo ao nosso destino final desta viagem ... não sem antes visitarmos a terceira maravilha desta viagem ... mas disso falaremos amanhã!