VIAGEM DE VERÃO 2018 EM DIRETO | VOLTA AO MUNDO - DIA 15


11:00 ACORDAR EM GRANDE NO MGM GRANDE

É o maior hotel do mundo com mais de 5.000 quartos e foi exatamente aqui que ficámos alojados em Las Vegas: no MGM Grand.

No entanto, porque preferimos alugar suites, ficámos no Luxury Suites do The Signature by MGM. Acordar nestas suites é acordar bem instalado. Com uma cama hiper confortável, almofadas super macias, com uma vista ultra desafogada para as piscinas e para o deserto e resguardados do ruido, da luz e do boliço do The Strip.

Mas há outro aspeto que está muito bem pensado nestas suites: a janela da suite está virada a Nascente, sendo que tem uns cortinados que não deixam o sol passar, mas coa a luz (caso se queira, obviamente ... e nós quisemos).

Esta que foi a última noite neste que é um luxo de hotel, quisemos acordar um pouco mais tarde do que programámos, porque na próxima noite vamos dormir mais uma vez num avião ... e porque acordar nas Luxury Suites do The Signature by MGM Grand é acordar em grande ... e assim acordámos nós na manhã em que saímos de Las Vegas, mais descansados e mais contentes com esta nossa escolha hoteleira!



15:30 O CAMINHAR SOBRE O GRAND CANYON

São duas horas e meia de carro até ao nosso próximo destino do dia: o Grand Canyon.

Se numa viagem anterior (a American Series, que também passámos por Las Vegas e pelo Grand Canyon) optámos por visitar esta Maravilha da Natureza do lado Este, desta vez optámos por fazer o que todos os turistas que vão ao Grand Canyon de Las Vegas Fazem: fomos visitar o lado Oeste.

Esta visita está muito bem organizada, mas não se pense que demora pouco tempo. Quer seja apenas uma ida aos locais com vista sobre o Monumento Nacional Natural, quer seja um passeio de helicóptero pelo meio do Canyon, qualquer uma das alternativas não demora meos de uma hora ... depois de comprar o bilhete respetivo.

Enquanto que uns optaram por ir ver a última maravilha desta viagem (depois do Coliseu de Roma e da Cidade de Petra, esta foi a terceira) de helicóptero, outros optaram por uma opção mais terrena, mas não menos espetacular: o passeio a pé pelas duas zonas de visitas e o passeio pelo Sky Walk.

Para aqueles que tenham vertigens, este não é um passeio recomendável, mas quem já viu o Grand Canyon pelo lado oposto, não pense que esta visita não vale a pena ... porque é outra sensação completamente diferente. Muito mais próxima, muito mais grandiosa e muito mais seco, inóspito e impressionante.





20:00 O DESERTO DO ARIZONA

Após a visita ao Grand Canyon e a nosso próxima etapa foram cerca de 4h de travessia do Deserto do Artizona.

Este deserto tem na imensidão dos seus horizontes, nos tons de terra e ocres dos seus penhascos e nos seus cactos gigantes \as suas principais características distintivas. A cada quilómetro apetece tirar fotografias 360º, a cada curva (que são muito poucas) deslumbramo-nos com mais uma vista impressionante e percorrer uma extensão tão grande, acaba por dar um ponto de vista mais global e impressionante deste imenso Deserto dos Canyons, ou Deserto do Arizona.

Mas nesta viagem houve mais emoções: gado selvagem que estava em plena estrada e uma tempestade de areia. Enquanto que a primeira das situações aconteceu logo junto ao Grand Canyon, a segunda começou a meio do caminho e acompanhou-nos até ao final do nosso percurso.

Relampagos impressionantes, cores de céu que foram do cinza antracite ao amarelo da areia, num nevoeiro incrivel e numa massa compacta, que se estendeu sempre ao nosso lado esquerdo, e que, só a chegarmos a Phoenix, percebemos que conseguiamos evitar.

Foi uma longa, bela e emocionante viagem, que teve momentos de preocupação e momentos de maravilha. Por isto tudo deixamos aqui a dica: se vierem a Las Vegas e firem de carro ao Grand Canyon, e não tiverem de voltar à "Sin City", aproveitem e sigam em direção a Pheonix, pois o caminho é verdadeiramente espetacular!


22:30 ON THE AIR AGAIN

Chegámos a phoenix com todo o tempo do mundo para podermos devolvermos o carro sem pressas, fazer um check in tranquilo e ainda estarmos na sala de embarque sem pressas ou correrias.

Não só porque vamos fazer um voo interno (o que nos Estados Unidos da América tem uma logística de embarque mais facilitada), mas também porque chegámos com duas horas e meia de antecedência (quando só são necessárias 1h40m, segundo a recomendação da companhia que vamos voar) e porque o aeroporto de Phoenix é de uma dimensão muito simpática e verdadeiramente fácil de chegar do check in às portas de embarque.

Embora ainda esteja cheio de obras de remodelação, a parte nova já promete um futuro aeroporto esteticamente moderno, funcionalmente eficiente e em termos de confroto para os passageiros, muito bem pensado.

É assim que voltamos ao ar, a bordo do da muito americana Delta Airlines, que nos surpreendeu com uma simpatia invulgar no seu check in e uma atenção extra das suas funcionárias da porta de embarque.

A Delta vai levar-nos num voo noturno (mais um ...), até ao nosso destino final desta Volta ao Mundo: a Big Apple. Nós por agora vamos dormir nas núvens, e voltaremos a dar novidades da cidade que nunca dorme!

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