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MARINA NO DUBAI


Este é o projecto que o atelier do mexicano Michel Rojkind apresentou para a Nova Aljman Marina da cidade do Dubai.

Com espaços de Habitação, comércio e negócios este novo empreendimento vai dotar a moderna cidade do "Mónaco" do petróleo de mais um epreendimento de luxo com arquitectura de ponta.

Este projecto é a prova que os lucros do petróleo também são aplicados na Arquitectura Moderna, independentemente de ser ou não assinada por um Starquitecto ou não.

Se as cidades da Europa e da América do Norte não acordam rapidamente, quando derem por isso perderam o campeonato da Arquitectura Contemporânea a nível Internacional.

A Cidade do Dubai é uma séria candidata ao primeiro lugar neste campeonato!

TIMBERLAND EM PORTUGAL HÁ 10 ANOS


É verdade, foi há dez anos que esta marca chegou a Portugal.

Para comemorar esta data a marca decidiu lançar a campanha "Um Nome, Uma Árvore".

Com o objectivo de reflorestar uma zona, a Timberland assumiu o compromisso de, ao longo de 2007, plantar 10.000 árvores na região de Mirandela, por se tratar de uma área que necessita de reflorestação. Para o efeito, a Timberland conta com a parceria da ANEFA, através do seu Projecto Pronatura. As árvores a plantar, serão, essencialmente, Cedros e Sobreiros.

As árvores adquiridas ficarão, para sempre, associadas à pessoa que as comprou, através do registo de plantação. A Timberland conta com a participação de todos, até porque não é necessário adquirir um produto da marca para aderir a esta campanha, basta apenas deslocar-se a qualquer uma das 18 loja e inscrever-se.

Uma boa iniciativa que comemora 10 anos de consciência ecológica de uma marca internacional em Portugal! Um facto raro e de aplaudir!

VELHAS HISTÓRIAS, NOVAS ABORDAGENS


A Smirnoff, em resposta ao lançamento do Absolut Pears, lançou o Green Apple Twist.

Sobe o slogan "Old Story, New Twist" esta campanha da Smirnoff pega em velhas histórias e dá-lhes novas abordagens. Adão que em vez de se apaixonar por Eva se apaixona pela serpente ou do Cupido que fica com a apaixonada em vez de fazer o seu trabalho.

Esta nova campanha é original e tem uma imagem forte!

Nós gostámos.

ESPECIAL FIM-DE-SEMANA | JARDINS PÚBLICOS

Conforme o Prometido cá estamos para visitar jardins contemporâneos. Vamos também passear por três cidades Europeias e visitar alguns dos seus mais emblemáticos Jardins Públicos Modernos!

Convém fazer uma ressalva. Os Jardins Públicos da cidade europeia moderna, muitos adoptaram a tipologia de Parque. A diferença entre um Jardim e um Parque é essencialmente na sua dimensão. No entanto todos os parques que aqui vamos mostrar têm uma dimensão lúdica que advém da tipologia do Jardim Público.




Começemos por Paris e pela não muito conhecida La Promenade Plantée. É um projecto único e de características muito especiais. Este Jardim Público, localizado no 12º Bairro da capital francesa, resulta do aproveitamento do espaço da linha de caminho de ferro desactivada no final dos anos 60.

Com Projecto de Patrick Berger e Jamine Galiano, este Jardim Público aproveita viaductos e espaços entre edifícios (sempre elevados relativamente à cota da rua) para criar um novo canal pedonal de atravessamento da malha urbana pelo meio da natureza.

Com 4,5 Km de comprimento, este Jardim Público linear está maioritariamente assente sobre viaductos do séc. XIX. Assim por cima das galerias elevadas surgiu o jardim, e por baixo dos grandes arcos de pedra foram criados pequenas lojas de artistas e ateliers de jovens criativos. O Ambiente que se vive é de grande agitação e criatividade. Foi um sucesso imediato.




Viagemos até ao Norte de Portugal, até à cidade do Porto, e visitemos o polémico Parque da Cidade. Situado na zona mais oriental do municipio, na charneira entre a cidade do Porto e a cidade vizinha de Matosinhos, esta nova área verde da velha cidade caracteriza-se pela imensidão e amplitude dos espaços.

Com projecto do Arquitecto Paisagista português Sidónio Pardal, o Parque da Cidade, é o maior espaço verde da cidade capital do Norte de Portugal e um dos maiores do País.

Começou a sua construção em 1990, mas só em 1998 ficaram concluídos os trabalhos. Hoje é um sucesso entre os Habitantes da cidade do Porto e todos os fins-de-semana solarengos enche-se de familias, grupos de amigos ou casais de namorados que procuram a Natureza para escaparem do mundo urbano.




O nosso terceiro e último destaque é em Lisboa, o Parque do Vale Grande. Situado no coração da Alta de Lisboa (a maior zona de expansão da cidade), este Jardim Urbano aproveita uma área de vale entre as novas construções, cujos declives não facilitavam a construção de edifícios, e oferece uma ampla e agradável zona de passeio e de estadia.

A modelagem do terreno, a forte presença dos elementos construídos e a simbologia da "barragem" construída no cimo do vale tornam clara a opção dos projectistas em assumir a artificialidade do espaço. Não se tenta imitar a natureza no seu estado selvagem, mas sim construir um espaço interessante e estimulante com elementos naturais.

Plataformas relvadas, muros de arbustos e alinhamentos de árvores reorganizam a espacialidade do vale e transformam-no num espaço estimulante e aprazível.

Este Parque ainda não foi oficialmente inaugurado, mas já se encontra aberto ao público. Vá até lá se está em Lisboa. Se não está ... descubra os Jardins Públicos da sua Cidade.

A Natureza no contexto Urbano é bonita e relaxante, e estando nós na Primavera, é a altura ideal para explorar estes espaços.

Ficamos por aqui neste Especial Fim-de-Semana do "... And This is Reality" dedicado aos Jardins Públicos das Cidades Europeias.

Não percorremos todos, nem era isso o pretendido. O que pretendemos foi sugerir um programa diferente para muitos habitantes das cidades, que se esquecem que o contacto com a Natureza em contexto Urbano é essencial, para que o estilo de cada um se mantenha equilibrado e diversificado. Conhecer as cidades e os seus recantos mais bonitos é uma forma de viver melhor.

Foi esta a nossa intenção.

Amanhã cá estaremos com mais sugestões e novidades para si ... o nosso atento leitor!

Obrigado e Bom Fim-de-Semana!

ESPECIAL FIM-DE-SEMANA | JARDINS PÚBLICOS

Hoje é o primeiro dos dois dias em que a Natureza e a Primavera vão invadir "... And This is Reality".

Neste Sábado, do Especial Fim-de-Semana dedicado aos Jardins Públicos, vamos contar, em versão resumida, a história destes espaços urbanos. Vamos ver como, quando e porque surgiram os Jardins Públicos nas cidades, e como evoluiram ao longo dos tempos (tudo em versão resumida, simplificada e empirica).

Esta história é contada com três exemplos de três jardins de três cidades europeias: o Jardim des Tuileries em Paris; o Jardim da Estrela em Lisboa; e o Parc Guël em Barcelona. A História dos Jardins Públicos que se segue é nossa, a escolha dos exemplos também!




A Origem destes espaços urbanos surge nos finais do Sec. XVIII na Europa com a Revolução Francesa. Até aqui os Jardins, em contexto urbano, estavam restrictos aos palácios dos ricos nobres e burgueses, mas com este acontecimento político, uma das medidas da revolução foi a abertura dos Jardins do palácio real de Paris (o Louvre) a todo o povo da cidade. O Jardin des Tuileries é, assim, o Primeiro Jardim Público da história das cidades europeias.

Pela amplitude dos seus espaços, pela sua localização central na cidade (entre o Louvre e a Place de la Concorde/Champs Elisées, dois dos principais locais turisticos da cidade), pela remodelação contemporânea de que foi alvo, este espaço natural no meio da capital francesa continua a ser um sucesso de popularidade, dois séculos passados da sua abertura ao público!




Com o Romantismo do séc XIX, os Jardins Públicos assumem um segundo papel: Assegurar um pouco de Natureza no meio da urbanidade de modo a satisfazer a nostalgia da natureza dos seus habitantes.

As cidades tornam-se locais poluídos e consequentemente cinzentos e sujos. Crescem e tornam-se caóticas. Os Habitantes do mundo rural que migram em massa para a urbanidade sentem falta da natureza ... assim surge o Jardim Público Romântico.

O Exemplo que aqui trazemos é o Jardim da Estrela em Lisboa.

Um Jardim projectado para o passeio pelo meio da Natureza. Os elementos Naturais são projectados de forma a tentar imitar a Natureza no seu estado, supostamente, selvagem. Arbustos, canteiros e arvores supostamente não ordenados, grutas e labirintos, poucas flores e muito verde ... mas tudo organizado para um passeio burguês ora intimista e isolado, ora social e exposto.

Passear nos Jardins Públicos era moda e como tal um acontecimento social. Passeava-se para ver e ser-se visto. E os espaços eram pensados para tal. Esta é a segunda geração dos Jardins Públicos Europeus.

Em nossa opinião (e não somos especialistas na área), estamos na terceira geração de Jardins Urbanos: a dos Jardins Construídos.




Iniciado pelo Movimento Moderno da Arquitectura, a modelação espacial através de elementos assumidamente artificiais tornou-se o elemento central na concepção dos Jardins Urbanos. Em nossa opinião um dos primeiros Jardins Urbanos desta nova corrente foi o Parc Guel em Barcelona.

Recorrendo a elementos arquitectónicos e constrídos, o magistral Gaudi constrói espaços fantásticos que combinam numa perfeita harmonia o elemento arquitectónico com a modelação do elemento Natural.

Ainda bastante romântico no sentido da evocação do sonho, este Jardim já se assume com uma nova postura relativamente à espacialidade: assume a sua artificialidade e a prioridade dada à intervenção humana.

As suas construções, a forma como integram o elemento natural e a forte presença dos elementos construídos assinalam uma nova postura que ainda hoje perdura nos Jardins Públicos contemporâneos.

Estas são três sugestões de passeio para quem esteja nestas três cidades ou para quem as visite. Seguramente não é tempo perdido!

Amanhã voltamos com três Jardins Públicos Contemporâneos, também em três cidades diferentes.

A Natureza e a Primavera atingem o seu explendor, também aqui no "...And This is Reality".

Até cá!