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CHICK-A-DEE BY LOUISE VAN DER VELD


Quem disse que os detectores de fumo têm que ser uns aborrecidos aparelhos, que tentamos que passem despercebidos? A designer Louise van der Veld mostra-nos que isto nao tem mesmo de ser verdade.

O nome deste projecto da designer é o detector de fumo Chick-a-Dee, foi pensado para um concurso que apelava à criação deste aparelho, do qual saiu vencedora, e valeu-lhe o primeiro prémio no concurso de design Holandês "Mooi uit de Brand".

Uma maneira muito original de embelezar um objecto monótono do dia-a-dia!

ESPECIAL FIM-DE-SEMANA | SUBINDO A COSTA - DIA1


Com o sol de Agosto quase aí a espreitar, e a vontade de ir de férias a subir que nem o mercúrio nos termómetros, o …And This is Reality não podia deixar passar mais um fim-de-semana sem falar no destino na cabeça de todas as pessoas: a Praia!

Por isso dedicamos este e o próximo domingo a um especial “Subindo a Costa”, em que vamos mostrar algumas das melhores praias que a costa Portuguesa tem para oferecer, e talvez até inspirar alguns leitores ainda indecisos sobre o destino das suas férias!


Começamos numa praia a Algarvia, a cerca de 40km da fronteira Espanhola. Pode não ser fácil chegar lá, mas a beleza e tranquilidade desta praia compensa a viagem: é a Praia da Terra Estreita, em Santa Lúzia.


Depois de fazer a travessia de lancha (que demora cerca de 5 minutos) chega-se à praia da Terra Estreita, na ilha de Tavira. Esta praia prima pelo seu sossego e beleza natural, mas além disso, na época balnear, tem inúmeras actividades como massagens, ioga, cinema ao ar livre, concertos jazz, passeios de veleiro, workshops de sushi ou passeios ecológicos. Com tudo isto, uma ida à praia da Terra Estreita torna-se muito mais do que um mero dia a apanhar sol!


Andando mais uns quilómetros para oeste cruzamo-nos com a Praia da Xiringuito.
Também não é fácil chegar a esta, mas depois de vale a pena encontrar a calma
e beleza transmitida por esta praia perdida no meio das falésias da Galé, em Albufeira.

Nesta praia é de destacar o Bar do Xiringuito: um "sítio espiritual" ao som das ondas e ao sabor de mojitos feitos com o "coração". "É um sítio espiritual, único, com uma magia diferente, onde se fazem as coisas com muito carinho. O nosso mojito é o melhor, porque é feito com amor e carinho", diz Joy Jung, o criador deste bar.


Já no sudoeste Português, na belíssima costa Vicentina, encontra-se a praia de Vale Figueiras. Com um extenso areal e ainda pouco frequentada, esta praia situa-se a sul da vila de Aljezur, perto das Alfambras.


Pouco frequentada, água fria, areia limpa, piscinas naturais encastradas nas rochas que entram mar dentro, são algumas das características que tornam esta praia única e um paraíso para quem procura um dia calmo a apanhar sol na tranquilidade desta praia quase deserta.


Esta última praia entra na nossa lista, não só pela praia em si, mas pela beleza ímpar que a rodeia. É a praia da Ilha do Pessegueiro, a uns quilómetros a sul de Porto Côvo.

A praia da Ilha do Pessegueiro é um local privilegiado em termos paisagísticos e históricos. Foi utilizada ao longo da história como refúgio para os barcos que subiam a difícil costa alentejana, e a ilha, acessível por barco, contém vestígios arqueológicos da época romana. Na falésia junto da praia está erigido o Forte do Pessegueiro, construído no século XVII.


Além de toda a sua história, temos também os versos tão conhecidos de Rui Veloso, imortalizaram esta praia:
“Havia um pessegueiro na ilha
Plantado por um Vizir de Odemira
Que dizem que por amor se matou novo
Aqui, no lugar de Porto Côvo”


E ficam por aqui as praias deste primeiro Especial de Verão – Subindo a Costa. Para a semana mais praias e mais destinos para todos os nossos leitores que procuram um pedacinho de céu com areia ao longo da Costa Portuguesa!

CULTURALITIES | STIRLING PRIZE - OS NOMEADOS


Os nomeados para um dos mais prestigiantes prémios de arquitectura europeus foram revelados esta semana.

O Stirling Prize é atribuído anualmente pela Royal Institut of British Architects (RIBA), a obras construídas no ano precedente e que se revelem de uma arquitectura, caracter e importância e qualidades arquitectónicas excepcionais. Este prémio é restricto a obras desenhadas por arquitectos pertencentes ao RIBA.


A lista de seis nomeados (que está por ordem absolutamente aleatória) começa com uma obra de menores dimensões mas de qualidade inquestionável e com a assinatura do escritório O’Donnell & Tuomey: a An Gaelaras em Derry.

Com uma arquitectura simples, brutalista de escala menor, mas de forma composta e contemporânea, esta Galeria situada em Derry surpreende tudo e todos pela labirintica e espectacular forma do seu átrio interior. Com uma fachada ultra depurada, os interiores compõem uma base para a arte contemporânea assente na conjugação de planos de forma oblíqua, mas apesar disto, bastante tranquila.


O segundo edifício que mereceu a atenção do juri do Stirling Prize, foi o Angel Building.

Assinado pelo arquitecto Alfred Hall Monaghan Morris, este edifício de escritórios da capital britânica apresenta-se com uma abordagem recta à e sofisticada de uma espacialidade pura e simples. Com a sua arquitectura a surgir do tratamento tridimensional cuidado de uma malha quadrangular, a honestidade dos materiais (quando é betão, ele aparece bruto, quando é vidro, ele não se mascara, quando é metal ou madeira não são pintados) torna-se o elemento chave da construção de ambientes.


Depois de dois edifícios menos mediáticos, o terceiro candidato ao prémio máximo da arquitectura britânica é a Evelyn Grace Academy de Zaha Hadid (que já aqui trouxemos no passado mês de Novembro).

Futurista, de perspectiva acelerada, de traço autoral inconfundível, esta é sem dúvida uma das obras de arquitectura mais favoritas ao prémio. Pela mediatização da sua autora, pela inquestionável excelência da arquitectura e ainda mais pela vertente social desta obra ... a Evelyn Grace Academy de Londres é uma das nossas apostas para a obra vencedora.


Depois de Zaha Hadid surge outro dos nomes maiores da arquitectura britânica David Chipperfield. A obra escolhida foi o alemão Folkwang Museum.

Minimal como só este arquitecto consegue fazer, este museu é uma obra prima da arquitectura contemporânea. Baseado numa ortogonalidade quase obsessiva, num monocromatismo quase absoluto (pois as cores dominantes é o cinza e o branco), este edifício torna-se não numa base neutra para as obras de arte moderna que alberga (como sería de esperar de um tão grande minimalismo), mas sim numa obra de arte (quase) abstracta em si mesmo.


Mas se um museu tería que figurar na lista de nomeados, um obra dos futuros Jogos Olímpicos Londres 2012 também. Assim a escolhida foi o Olympic Velodrome desenhado pela prestigiada Hopkins Architects (que aqui também demos notícia no passado mês de Março).

Revolucionário, icónico, esteticamente desafiante e estruturalmente desconcertante, esta obra destaca-se no panorama das mega obras olímpicas. Com o elemento natural da madeira em destaque, a forma arquitectónica imensa desta infraestrutura desportiva ganha uma leveza e uma delicadeza únicas e muito virtuosas.


O último nomeado nesta sucessão de obras primas da arquitectura britânica contemporânea tem a assinatura da dupla Rab e Denise Bennetts: o Royal Shakespeare Theatre, em Stratford.

A criação de uma estrutura que recria o ambiente teatral original da época do mestre do teatro britânico, foi encarada por estes autores com uma refrescante contemporaneidade, mas ao mesmo tempo um rigor cartesiano. Sofisticada a nova arquitectura do mítico teatro shakesperiano, aparece agora como uma moderna casa de cultura, única e de personalidade forte e marcada ... um pouco como as próprias peças do autor.

A corrida para o prémio já começou ... may de best man (and work) win!

FEIYUE CHEGA A PORTUGAL


Com origem em Xangai nos anos 20-30 do século XX, a Feiyue percorreu um longo caminho desde que se mudou para França em 2006. Um grande trabalho de pesquisa permitiram melhorar os padrões de qualidade e criar um sapato que combina na perfeição estética com durabilidade.

Desde o seu lançamento em França que a marca se encontra em constante mutação tendo surgido diversos novos modelos. O seu nome em chinês, pronunciado "Fei-ue", significa "Flying Forward".

É uma marca de calçado desportivo que transporta energia ao coração e surpreende com modelos inovadores, desportivos, novas cores e novos materiais que estão em constante evolução. Está na vanguarda da arte urbana e dos maiores cenários da Moda.

BRINGING BACK THE CLASSIC!


Depois de a Fiat ressuscitar o clássico "cinquecento", é a vez de a Renault renovar a tão marcante 4L!

50 anos depois do nascimento do icónico carro, a Renault lançou o desafio "Renault 4 ever" que consiste em recriar o clássico. O júri deste concurso, composto pelos directores de vários departamentos da Renault, irá anunciar o projecto vencedor ainda este mês!

A imagem que do artigo é a participação do designer Vlad Iorgulescu, que desenha este carro, por um lado tão remetente à 4L, por outro com um design e tecnologia nunca antes associado a este modelo.

O desafio da Renault - "Renault 4 ever" - continua de pé, e esperamos ver muitas mais "reciclagens" da 4L com tanto estilo como esta!