ARQUITETURA

Veja os melhores projetos e obras nacionais e internacionais!

DESIGN

Excelentes objetos e peças de design estão aqui ...

MODA

Conheça todas as novidades e tendências.

INTERIORES

Vejam todas as novidades de interiores e decoração.

UNIQLO, A DIFFERENT KIND OF MACHINE


Com mais de 5 milhões de máquinas de venda automática em todo o país, o Japão é o país com maior densidade dessas caixas automáticas de bens de consumo e a Uniqlo, é apenas mais uma, ou talvez não! Falamos de uma máquina de venda automática com roupas para viajantes e passageiros, instalada em aeroportos e centros comerciais.


Lançada no aeroporto internacional de Oakland, na Califórnia, a Uniqlo vende dois dos seus produtos mais populares da coleção LifeWear: a t-shirt com tecnologia térmica e o casaco ultra leve. Disponíveis em diferentes tamanhos e cores, as pessoas que decidem comprar a partir da máquina de venda automática podem fazê-lo através de uma tela de toque. Quanto à política de devolução, itens indesejados podem ser devolvidos nas lojas ou pelo correio.


O plano da Uniqlo é continuar a instalar máquinas de venda automática nos próximos dois meses. Os locais incluem Hollywood e Highland Center em Los Angeles, o aeroporto de Houston e Queens Center em Nova York.

QUEM TEM TELHADOS CÔNCAVOS...


E quando as soluções de arquitectura vão de encontro às necessidades climatéricas do país, sabemos que estamos perante boas práticas e notícias sobre as quais gostamos de falar. De acordo com o BMDesign, mais de metade do Irão tem um clima árido e a própria cidade está à beira do racionamento da água potável. Como solução é importante combater o aquecimento global e reduzir a pegada global de carbono, ao mesmo tempo que se procuram outros recursos hídricos sustentáveis, como a água da chuva.



A equipa de design trabalhou no projeto, de forma muito detalhada e investigando a fundo todas as técnicas para colher a chuva no planalto iraniano e ambientes similares, que conta com uma precipitação muito baixa, e daí surgiu a ideia de um telhado côncavo. Um sistema de telhado duplo em que as notas da concha exterior se parecem com uma tigela com encostas muito íngremes.



O estúdio acredita que um telhado côncavo ajudará a fazer até mesmo as menores quantidades de chuva a escorrer do telhado. O invólucro exterior proporciona sombra adicional para o teto abobadado, arrefecendo as temperaturas.



Este arrefecimento é uma vantagem ambiental uma vez que reduz o consumo de energia, proporcionando humidade e reduzindo os custos de construção em comparação com a construção acima do solo.

À CONQUISTA DO REINO DAS TERRAS ALTAS | EM DIRETO - DIA 10


10:30 A Despedida Real

E chegámos ao último dia da nossa Viagem de Verão em Direto 2017, em que partimos À Conquista do Reino das Terras Altas - a Escócia.

Mas esta conquista, terminando em Edimburgo, só poderia acabar num local: o Iate Britannia. Aportado no porto de Leith, este impressionante e histórico Iate, já não serve de Iate Real da Família Real Britânica, mas serviu até ao ano de 2016 ... e este ano chegou à capital escocesa e é visitável por todos nós.

Ora estando nós de partida deste reino, achámos que simbolicamente deveríamos partir de forma digna de uns reis, e assim escolhemos o luxuoso, espacoso e impressionante Iate Real.

Foi um ponto final único e muito apropriado.

Assim sendo voltámos à estrada, e rumámos a Manchester, onde iremos entregar o carro, e apanhar o avião da TAP de volta a Lisboa.


18:30 O Atraso e o Confortável Aeroporto de Manchester

Chegáos ao aeroporto com duas horas de antecedência e descobrimos que o nosso voo TAP está mais de meia hora atrasado.

Assim sendo, despachamos as malas e vamos para a zona comercial do aeroporto. Este é um aeroporto pequeno, mas muito bem conseguido, que tem uma zona comercial bastante bem desenhada e com uma gama e variedade de lojas bastante grande.

Assim o tempo não custou a passar!


22:40 Um Voo com a Qualidade TAP

Depois de todo o atraso, foi com surpresa que recebemos a novidade que a TAP tinha decidido fazer-nos um upgrade para primeira, pelo que, não só tivémos um voo bastante tranquilo, como pudemos experienciar em pessoa a excelência do serviço da nossa companhia aérea nacional.

Este foi, de forma completamente imprevisível, o final perfeito para esta viagem, que nos tornou mais ricos do ponto de vista cultural e de conhecimento de um dos territórios mais icónicos e desconhecidos da europa.

Assim podemos dizer: partimos e conseguimos conquistar o Reino das Terras Altas!

À CONQUISTA DO REINO DAS TERRAS ALTAS | EM DIRETO - DIA 9


12:30 A Cidade de Edimburgo

Depois de uma noite que durou até mais tarde do que o planeado, decidimo-nos a ficar por casa durante a manhã, tomando um pequeno almoço tardio com os alimentos que o Gary simpaticamente nos deixou, e saido então perto da hora do almoço para explorar a cidade.

A capital escocesa é uma cidade dividida em três partes: a cidade antiga,  que tem uma traça medieval quer na sua malha urbana de ruelas apertadas e irregulares, quer na arquitetura dos seus edifícios; a New Town, desenhada nos finais do século XIX e já com ruma malha de uas perpendiculares e edifícios maiores e com mais pisos; e o resto, que junta num conjunto orgânico, aas atigas povoações dos arabaldes da antiga cidade, com zonas mais modernas, e que se estende num contínuo urbano que vai variando de ambiente de zona para zona, mas cujas personalidades vão evoluindo de forma continu e tranquila.

É ainda uma cidade que, neste mês de Agosto, vive uma euforia especial, pois o Fringe (o maior festival de artes performativas do mundo), comemora os seus 70 anos de existência, e inundou a cidade de mais de 400 palcos, com uma programação que dura todo o mês e 24h por dia, 7 dias por semana. Sentímo-nos num ambiente digno de um campeonato europeu de futebol ou de uma expo, mas desta vez num contexto de artes performativas.

Assim esta é uma cidade em festa, festa essa mais concentrada no centro histórico e na New Town, obviamente, mas que contagia toda a cidade, numa lógica de animação urbana e de movimento de pessoas, tribos urbanas e culturais, de locais e de visitantes de todo o mundo, que criam um ambiente de festa constante digno dos grandes locais e dos memoráveis eventos. e Edimburgo e o seu orgulhoso septuagenário festival, são sem qualquer dúvida um grande local e um memorável evento!


15:30 O Castelo

Depois de umas pequenas voltas pela cidade dirigimo-nos ao centro desta: o Castelo de Edimburgo.

Esta impressionante fortaleza é mais do que uma antiga estrutura de defesa da cidade, é um símbolo do seu poder passado, presente e futuro. A sua escala, a sua arquitetura, a sua história e os seus museus e atrações (sim dentro do castelo existem 7 museus, que visitámos todos, 3 palácios, que visitámos dois deles, e inúmeros café e lojas, que visitámos também, obviamente) são um programa que surpreende qualquer visiante.

É aqui que a cultura e a história da Escócia atingem o seu apogeu turístico, e mesmo assim, com tantos milhares de turistas a visitar este monumento, não decepciona, pois tudo está muito bem pensado e organizado, para que cada visita eseja escial e cada visitante seja tratado como a pessoa importante que é.

Este é a nossa visita durante grnade parte do início da tarde ... mas não ficamos por aqui ... e quando nos conseguimos libertar da magia deste locl, seguimos para outro dos locais míticos e místicos da cidade ...


18:00 A Royal Mile e o Maravilhoso Mundo dos Tartãs

Mesmo à saída do Castelo de Edimburgo fica uma rua que atravessa toda a Old Town: a Royal Mile. Esta é uma rua larga (quer para os padrões da alura, quer para os padrões atuais) e que liga o castelo real à catderal (a meio da Rua) e ao Palácio Real - a Hollyrood House.

Obviamente que tudo aqui respira turismo, transpira Fringe (nesta altura do ano, obviamente) e tem uma arquitetura que mistura os vários séculos desta cidade. Prédios que vão desde a idade média ao século XVIII, misturam estilos e épocas de forma única, criando uma atmosfera mágica digna de um autêntico filme. Apesar das inúmeras lojas de souvenirs e dos incontáveis fast foods (onde almoçámos num deles, uma vez que já estávamos fora de horas e o local de almoço que tínhamos pensado já se encontrava fechado ... e também porque estávamos já esganados de fome, verdade seja dita), este é um local mágico, cuja magia não se desvanece nem um pouco, graças à forte personalidade urbana destes edifícios da Old Town de Edimburgo.

Mas um dos destaques deste dia está numa loja com um ar muito turístico e que se situa mesmo à saída do Castelo e que se anuncia como uma antiga tecelagem de tartans. Entrámos desconfiados, mas ainda bem que o fizemos, pois, passando as duas primeiras salas de imans para o frigorífico e de tartãns em tudo o que se possa imaginar (desde pen drives até garrafas de wiskey), complementados com os tradicionais fudges e butterscotchs (dois doces escoceses - na realidade um é quase uma espécie de caramelo e outro quase um tipo de bolachas ou biscoitos de manteiga - que estão por todo  lado onde se vá, em todas as formas e sabores), entramos nummundo de cinco andares dedicado aos tartãs.

Aqui encontrámos de tudo, desde o mais inusitado ao mais tradicional, desde o mais barato ao mais caro e exclusivo, desde tecido de tartan vendido a metro, até às almofadas e colchas, passando obviamente pelos cachecóis e camisolas e acabando nos kilts feitos à medida ou nas gaitas de foles feitas por encomenda (obviamente, estes dois últimos com preços tão deluxo como os próprios objetos em si), e foi aqui que nos perdemos durante uma hora nas compras de tartans, pois a relação qualidade preço era excelente!


23:00 O Tattoo

Depois da sessão de compras de tartans no inal da tarde, seguiu-se uma sessão de compras de produtos alimentares num supermercado Coop (que é uma cadeia que junta em cooperativas de comércio de retalho ao consumidor final, os produtores locais), pois seguimos diretamente para casa, porque às 21:00h estávamos novamente à porta do Castelo de Edimburgo para assitir ao Edin Tattoo.

Este é um espetáculo que acontece anualmente à port do castelo de Edimburgo e que junta as principais bandas militares da Escócia, com outras bandas militares mundiais. Este ano as bandas convidadas vinham de destinos tão diversos como França, EUA, Índia, Japão e Suécia, mas os grandes cabeças de cartaz da noite são as bandas do exército escocês.

São centenas de militares escoceses, que inundam todo o recinto montado à porta do icónico castelo, com os seus kilts, gaitas de foles, chapéus de pelo negro e músicas tradicionais. Durante mais de duas horas, música, fogo de artíficio, videomaping e danças criam quadros mágicos que nos encantam a nós e aos milhares de pessoas que ocupam as bancadas montadas na imensa praça.

É verdadeiramente um momento mágico, inesquecível e único na nossa vida!


24:00 O Jantar na Cave das Bruxas

Logo a seguir ao magnífico espetáculo, e ainda com a adrenalina ao rubro, entramos no restaurante Whichery by The Castle.

Este é um restaurante mítico da cidade, que tem uma das salas mais icónicas de toda a Edimburgo. Mesmo à porta do Edin Tattoo está este restaurante de salas de madeira trabalhada em painéis de século XIX, que serve cozinha tipicamente escocesa, e que tem no serviço descontraído o seu elemento surpresa.

Não foi um jantar barato, nem o melhor que comemos na Escócia, mas a beleza do local fez deste um excelente final para a nossa Conquista do Reino das Terras Altas ... e portanto vamos logo a seguir para casa, pois temos as malas para fazer e as compras para encaixar, num exercício de puzzle muito delicado de fazer.

À CONQUISTA DO REINO DAS TERRAS ALTAS | EM DIRETO - DIA 8


07:30 Acordar em Aberdeen

Foi depois de uma tranquila e longa noite no mar que chegamos à Main Land, onde atracamos na cidade de Aberdeen às 07:00h da manhã.

Depois seguem-se todas as formalidades de desembarcar os carros e de tirar os carros dos porões e seguimos para o centro da cidade. Enquanto a cidade acorda, nós tomamos um pequeno almoço num dos seus multiplos Starbucks e depois então damos um pequeno passeio pelo centro.

Esta é uma cidade com um foco muito grande em volta do seu porto e da sua praça principal: a Castelgate. Esta praça está mesmo no coração da cidade, e é em volta dela que se situa a catedral, a antiga casa dos mercadores (atual câmara municipal) e palácio das assembléias (atual assembléia municipal).

É um passeio fácil de dar, e rápido, e que nos permite ter uma boa perspetiva dos principais monumentos da cidade.

Mas o nosso objetico hoje é chegar a Edimburgo ... e com muito para ver e fazer pelo caminho ... por isso voltamos à estrada e seguimos caminho.


11:30 O Retiro Real

Depois de alguns quilómetros em direção ao interior chegamos a nosso primeiro ponto de paragem de hoje: o Castelo de Balmoral.

Claro que no verão não é possível visitar o castelo, nem a propriedade real, pois é aqui que se encontra a família real a passar as suas férias de verão, mas ainda é possível visitar as várias lojas de souvenirs (que têm produtos de qualidade, para além dos normais imans e canecas ... por isso vale a pena a visita) e a destilaria do wiskey real.

Na realidade a verdadeira atração local é o portão principal da propriedade e as paisagens que se gozam nesta imensa região de propriedade real. Vale verdadeiramente a visita.


15:30 Saint Andrews

Depois de mais algumas horas de estrada e dos respetivos quilómetros, já nos encontramos na costa e junto ao local que viu nascer um dos desportos mais populares do mundo, o golf a cidade de Saint Andrews.

Vizinha à cidade de Dundee, esta pequena cidade é uma cidade costeira típicamente escocesa, mas que tem a particularidade de ter sido onde se criou o primeiro campo de golf do Mundo - o Old Course de St Andrews - e onde este desporto ganhou todas as suas regras e normas.

Com um ambiente entre o elitista e o intimista, esta é uma região que respira, sente e fala a lnguagem deste desporto. Nos seus arredores estão dezenas de campos de golf, sendo os mais prestigiados mesmo junto às incríveis arrimas sobre o mar. É aqui que paramos, no exclusivo Fairmont, e onde almoçamos rapidamente e temos uma aula de golf. Não foi a nossa primeira experiência de golf, mas chegamos à conclusão, que aqui até nós jogamos este jogo. As vistas são espetaculares, a aula é muito bem dada, e a simpatia das pessoas é evidente.

Estamos todos ali para o mesmo ... jogar golf em Saint Andrews ... e nós jogámos!


16:30 O Castelo da Raínha Mãe

Depois de nos exercitarmos em plenos greens de St Andrews, voltamos um pouco ao interior e chegamos ao castelo de Glamis.

Este imponente castelo situa-se novamente no centro de uma das propriedades reais escocesas, e é o castelo escocês de onde é originária a raínha mãe da atual rainha. É imenso, imponente, solene e bem conservado, mas infelizmente não pudémos visitar os seus interiores, pois a última visita começava às 16:00 e nós chegámos (graças ao muito tráfego das estreitas estradas desta região) com alguns minutos de atraso ... e com a conhecida pontualidade britânica, a bilheteira fechou!

No entanto ficou a vista de fora e a vontade de entrar e conhecer todos os seus restantes espaços.


19:30 O Fish & Chips de Anstruther

É mesmo junto à costa e no final de um passeio panorâmico, que começa em Saint Andrews, pela costa do condado de Fife, que fica a pequena povoação de Antruther.

Sendo a versão escocesa do que chamaríamos, em Portugal, um pequena vila pescatória, esta povoação é sossegada, pituresca, e muito bonita. As suas casas de pedra, com mulduras de janelas e portas em madeira e pintadas de cores escuras (entre as quais o negro), são a principal marca distintiva deste local ... mas há outra atração em Anstruther: o seu Fish Bar.

Localizado no seu porto, este pequeno e típico local, é conhecido mundialmente como (supostamente) a origem do famoso Fish and Chips britânico. Lendas e crenças à parte, o que este pequeno bar de peixe tem é uma variedade incrível de peixe, fresquíssimo e muito bem confeccionado, tornando-se assim um bom motivo para todas as centenas de turistas rumarem a este vilarejo, ficarem na fila durante 30 min (que foi o que esperámos) e comer neste local cheio de história e de boa comida.

É aqui que jantamos e, não tendo sido o melhor Fish and Chips que já comemos na viagem (que esse foi, até agora, o do Frankies) ... valeu a pena virmos até ao Fish Bar de Anstruther.

Mas para já voltamos à estrada ... e rumamos ao nosso destino final ...


23:00 O Nosso Apartamento em Edimburgo.

É já bastante dentro na noite quando chegamos à capital da Escócia - Edimburgo.

Aqui vamos ficar novamente num apartamento, que se situa perto do centro, mas afastado o suficiente para não sermos perturbados pelas multidões que povoam o centro da cidade neste mês de agosto, por causa do famoso Fringe.

É um apartamento moderno, mas muito acolherdor o que enccontramos e que recomendamos vivamente, pois o Gary (o muito atento e simpático dono, que até se voluntariou para nos comprar bilhetes para um espetáculo no Fringe) fez tudo certo: decorou bem o seu apartamento, deixou-nos uns alimentos básicos para o nosso pequeno almoço, tinha a casa impecavelmente limpa e foi muito simpático e presente sem ser impositivo.

Mas porque estamos em pleno mês de agosto, estamos em pleno Fringe ... e nós, estando em Edimburgo, não podíamos ficar em casa ... por isso voltamos a sair para ir ver um ou dois espetáculos noturnos e gratuitos deste festival.


01:30 O Free Fringe

Foi num imenso bar (médio no resto do ano, mas que se amplia para a rua e para o edifício vizinho durante o festival), que nós decidimos parar e exprienciar o famoso e conceituado Fringe.

O bar escolhido é o Three Sisters, mesmo no coração da zona da New Town, e aqui, não só dançámos ao som da música dos DJs, toda ela muito retro Pop do início dos anos 2000 (não passou uma música com menos de 5 anos), como assistimos a dois pequenos espetáculos em duas salas aqui montadas pelo Fringe. O caracter independente de qualquer um deles dava-lhes crédito não só a vertente estética alternativa, como de conteúdos mais arriscados (e estamos a ser simpáticos em ambos), mas essencialmente punha-os num patamar de experimentação performativa, que faz com que os nossos olhos, mentes e descernimentos críticos perdoem qualquer momento menos feliz do ponto de vista artístico.

A dimensão alternativa do Fringe manifesta-se sobretudo no Free Fringe, que inunda a noite da cidade com performances de stand up comedy, música, teatro, cabaret e dança, com um caracter muito mais experimental e informal. É algo diferente esta abordagem ao formato de festival, mas essencialmente cria em toda a cidade uma dinâmica de visitantes, públicos e curiosos muito interessante, que dá a Edimburgo um ambiente verdadeiramente único e impossível de descrever, na sua multiplicidade artística e de estilos e géneros.

Sentimo-nos numa babel de cultura, que nem sempre fala a mesma linguagem artística que o nosso gosto, mas que (inspirados pelo ambiente) sabemos que é arte e damos o benefício da dúvida tal outros como nos dão a nós.