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O NOVO EXPRESSO DO ORIENTE | DIRECTO - DIA 15


07:00 O Despertar matinal em Banguecoque

O dia de hoje (tal como tínhamos referido ontem) começa bastante cedo, pois hoje vamos dedicar-nos a alguns dos pontos essenciais dos arredores de Banguecoque ... e nomeadamente aos famosos mercados flutuantes.

Assim despertámos cedo que o caminho é longo e muita estrada espera-nos hoje.

Mas, apesar do cansaço, o entusiasmo de mergulhar na Tailândia sem turistas ocidentais à volta ultrapassa essa falta de descanso.

Mais logo daremos todas as novidades deste dia.


09:30 O Caminho por estradas secundárias

Depois de uma hora para sairmos de Banguecoque (temos de referir que quando o nosso motorista de hoje nos disse que o melhor era sairmos bastante cedo por causa do tráfego, pensámos que estava a exagerar ... mas não) e mais de uma hora de auto-estrada, saímos desta para então tomarmos uma estrada secundária que nos vai conduzir ao primeiro destino de hoje.

Assim que saímos da grande e larga auto-estrada o cenário natural muda completamente. A floresta tailandesa em redor de Banguecoque é uma floresta densa, mas de baixa altirude ... mas cheia de animais.

A primeira surpresa foi quando o nosso carro foi invadido por uma família de macacos que queria que lhes déssemos comida. Como perceberam que não tínhamos, ao final de uns minutos desistiram e nós continuámos o caminho, pelo meio da selva, de campos cultivados e (numa última fase) salinas.


11:00 A Praia de Don Hoi Lot

O nosso primeiro destino de hoje foi a muito popular estância balnear de Don Hoi Lot.

Esta pequena povoação é um dos locais de maior romaria para os habitantes de Banguecoque que querem passar umas horas na praia sem deixar a cidade.

Quando chegámos demos uma volta pela frente de mar e passeámos entre o mercado de comida de peixe que já começava a dar sinais de vida. A paisagem marítima, com restaurantes debruçados sobre estacas em cima da água, o calor que já se fazia sentir e os cheiros intensos do mercado de peixe fizeram desta paragem a forma ideal para começar o dia!


12:00 O Mercado Flutuante de Amphawa

É o primeiro mercado flutuante que vamos visitar hoje: o Mercado de Amphawa.

Infelizmente este é um mercado que apenas funciona à tarde e à noite, pelo que apesar de ser uma primeira abordagem a estes tíicos mercados da períferia de Banguecoque, e como tal muito interessante, decidimos não dar uma volta de barco pelo mesmo e rumar ao mercado seguinte ue funciona essencialmente pela manhã (ficámos nós a saber assim que perguntámos o porquê da pouca movimentação).


12:30 O Mercado Flutuante de Damnoen Saduak

Se até este momento éramos os únicos ocidentais à vista (como gostamos de ser, para podermos experienciar as verdadeiras sensações e almas dos locais), à chegada ao nosso próximo destino - o Mercado Flutuante de Damnoen Saduak - percebemos que a situação vai alterar-se radicalmente.

Chegamos a um embarcadouro, alugamos um barco e partimos em direcção ao mercado em si, pelo meio de canais ladeados de selva e casas. Há que referir que aqui continuamos no meio da selva, pelo que é bastante comum (a nós aconteceu-nos vezes sem conta) encontrar cobras a atravessar os canais ou paradas na margem destes (entre outros animais selvagens).

Depois de um percurso de barco que nos levou por alguns canais um pouco mais turisticos (repletos de lojas de souvenirs para turistas, onde se deve regatear até ao final), chegamos finalmente ao famoso mercado flutuante de comida: e o cenário é exactamente o que se imagina.

Uma miríade de embarcações circulam pelos canais de forma caótica, cada uma a vender o seu produto. Fruta, peixe, legumes, comida cozinhada na hora ... tudo é objecto de troca, pois quer turistas quer locais fazem compras aqui.

Por mais que não queiramos deixamo-nos hipnotizar pela riqueza do cenário quer em côr, quer em texturas, quer em cheiros. Tudo funciona numa surpreendente harmonia caoticamente organizada!

Este é o mercado flutuante onde todos os turistas e todas as escursões rumam. Mas não deixa de ser um passeio a fazer.


15:30 O Templo de Phra Pathom Chedi

Depois de mais de uma hora de passeio pelos canais do mercado flutuante e da aldeia de Damnoen Saduak, voltamos ao carro e fazemo-nos à estrada para a última visita de hoje: o Templo Phra Pathom Chedi.

Este templo situa-se a cerca de 100 km para Norte do mercado flutuante de Damnoen Saduak e é considerado por muitos o mais alto templo budista do Mundo.

A dimensão deste templo é absolutamente esmagadora, tornando-o num objecto hipnotizante. Mas este local é ainda mais especial se tivermos em conta que este templo é um mosteiro de monges budistas ainda activo, pelo qual se pode passear sem qualquer restricção. Assim odem-se observar não só o seu mode de vida, como a forma como estes e a população local vive as suas práticas religiosas sem o peso do turismo que se sente em Banguecoque (pois aqui voltamos a ser os únicos ocidentais presentes).

Já com pouco tempo para ficarmos, voltamos ao carro e voltamos à capital, que após uma viagem de cerca de uma hora, nos recebe com os habituais engarrafamentos gigantescos.


23:00 O Jantar Tailandês

A Tailândia tem uma das mais famosas e subliminares gastronomias mundiais ... e esta viagem a Banguecoque não podería ficar completa sem uma refeição de excelente cozinha Thay.

Assim seleccionámos um dos melhores restaurantes de Banguecoque, especializado em cozinha tradicional Tailandesa: o Bo. Lan.

Este prestigiado "templo" da gastronomia thay tem uma ambiência muito calma e intimista, proporcionada por uma decoração ultra sofisticada à base de madeiras e uma iluminação exímiamente controlada e estudada.

Mas o melhor estava para vir: a comida. Os pratos vêm espectacularmente apresentados, os sabores são um misto de exóticos e estranho e ao mesmo tempo agradáveis. Foi um encerramento de luxo para esta nossa estadia em Banguecoque.

Amanhã o despertar é cedo, para rumarmos a Kuala Lumpur novamente e finalmente chegarmos à última das grandes metrópoles e o último destino deste nosso "Novo Expresso do Oriente": Singapura.




O NOVO EXPRESSO DO ORIENTE | DIRECTO - DIA 14


10:30 O Acordar em Banguecoque

Acabámos de tomar um pequeno almoço de luxo num dos locais mais sofisticados da cidade de Banguecoque: o restaurante Su Tha Ros do nosso Muse Hotel.

O requinte da decoração, a qualidade e a variedade do Buffet e a boa onda que se tem logo no inicio do dia, fazem deste um dos locais mais trendy para pequeno-almoçar nesta cidade (assim incia o prémio de melhor pequeno almoço da cidade atribuído em 2013 a este restaurante).

Depois do pequeno almoço, não resistimos e fomos até à famosa piscina para nos estendermos um pouco e apreciar a vista incrível que se tem deste \19º piso, onde está situada.

Mas como o dia promete ter muita actividade, estamos agora prontos para continuar e partir à descoberta desta que nos parece ser uma cidade mágica: Banguecoque.


11:00 A Primeira Impressão da Grande Metrópole

Assim que saímos do hotel demos conta da grande e muito especial metrópole que é Banguecoque.

As avenidas largas, cheias de arranha-céus, com vegetação tropical no meio, e um sem número de viadutos a cobrirem a avenida em todas as direcções possíveis.

A atmosfera que se vive é bastante mais organizada do que a que existe na Indonésia, não deixando, no entanto de ter um certo caos no imenso trânsito automóvel.


11:15 O Templo do Amanhecer

Após quase uma hora de caminho desde o Hotel, chegamos à nossa primeira visita de hoje: o Templo de Arun.

Este é conhecido como o Templo do Amanhecer, mas foi um pouco mais tarde que lá chegámos. A beleza deste monumento é impressionante.

Contrariamente aos mais conhecidos templos de Banguecoque, este templo não tem elementos dourados ou telhados de telhas cerâmicas coloridas, mas sim várias torres totalmente trabalhadas e esculpidas, revestidas a cacos cerâmicos. O resultado final é verdadeiramente espantoso!


12:15 Atravessar o Rio

Mesmo ao lado do Templo de Arun está a estação fluvial de Arun. Foi para aqui que nos dirigimos e apanhámos o barco para atravessar o Rio Mae Nam Chao Phraya até à estação e Tha Tien.

A sensação de atravessar este rio não sería importante, não fosse o imenso e muito movimentado trafego do mesmo. Barcos de passeio de turistas, lanchas rápidas, ou lanchas lentas, o número de embarcações que se movimentam em todos os sentidos e em todas as direcções é bastante alucinante.

Mas há outro factor importante a realçar: a vista das cúpulas dos templos desta zona central da cidade. A perspectiva do Rio da cidade é algo bastante único e cativante. Uma margem absolutamente e densamente contruída, esconde os principais monumentos de Banguecoque, cujas cúpulas desenham um skyline para ambas as margens do rio ... e este contraste, entre as margens densamente e desqualificadamente construídas, e o brilho, a magia e a riqueza das cúpulas que estão por trás, é algo de emocionante e muito especial.


12:45 O Grande Wat Pho

Depois de desembarcarmos dirigimo-nos para o nosso próximo ponto de visita: o grande e muito conhecido Templo de Wat Pho.

Este é um dos principais detinos turísticos de Banguecoque e com razão. A dimensão do seu recinto, a riquesa da sua arquitectura, a atmosfera mágica que se vive nos seus jardins e o sem número de budas dourados fazem deste um templo absolutamente impredível em toda a Tailândia.

Mas a grande atracção deste templo são os dois gigantescos Budas Deitados, todos forrados a folha de ouro, que habitam dois dos templos deste imenso recinto religioso. São esmagadoramente grandes, impressionantemente belos e estão exímiamente esculpidos.

Estas duas imensas figuras são conhecidas mundialmente e são uns dos principais monumentos da capital tailandesa.


14:45 O Palácio Real

Fica mesmo ao lado do templo de Wat Pho (onde ficámos durante mais de uma hora e meia) e é outro dos grandes monumentos de Banguecoque e foi para onde nos dirigimos de seguida: o Palácio Real.

Este palácio, de princícios do século XX, é ainda hoje a residência oficial do Rei da Tailândia, pelo que grande parte do recinto encontra-se fechado a visitas turisticas.

Mas os principais templos e o antigo palácio monumental, são totalmente visitáveis e valem bem a pena. As suas cúpulas douradas e o contraste arquitectónico com a arquitectura neoclássica do palácio real, fazem deste um monumento bastante curioso.


15:30 A Viagem de Tuc Tuc

Depois de uma breve estadia no Palácio Real decidimos ir almoçar a um dos locais mais desconhecidos, mas mais prestigiados aqui em Banguecoque, mas como era longe, achámos que estava na hora de fazer uma viagem nos famosos Tuc Tucs de Banguecoque. E assim foi ...

Mesmo à saída do Palácio Real, encontrámos um Tuc Tuc, negociámos o preço e subimos a bordo para uma viagem bem divertida.

A uma velocidade alucinante, pelo meio do tráfego caótico, percorremos avenidas ruas e ruelas, como se não houvessem obstáculos a este veículo motorizado ... e tudo com a emoção que só uma motorizada pode dar.

Foi um passeio bem divertido e muito diferente, que vivamente recomendamos aqui em Banguecoque.


16:00 A Grande Chuvada do Dia

Mal saímos do Tuc Tuc, reparamos que não ficámos à porta do restaurante que pretendíamos e que não estávamos longe dele ... por isso pomo-nos a andar ... mas a menos de um quarteirão de caminho começa a cair uma chuvada verdadeiramente tropical que em poucos minutos nos deixou verdadeiramente ensopado até aos ossos.

Por mais que tentássemos evitar as pingas da chuva intensa u as goteiras dos prédios, a intensidade da chuva era tanta que se tornou uma tarefa inglória ir até ao restaurante a pé.

Esperámos abrigados numa paragem de autocarro apinhada de Tailandeses a fugirem deste dilúvio também, mas a insistência da chuva durou uma boa meia hora.

Quando começou a abrandar ... e porque já era tarde ara almoçarmos (e como tal a fome já apertava) decidimos apanhar um taxi que nos levasse o restante quarteirão e meio até ao restaurante que tínhamos escolhido.


17:00 A verdadeira Massa Frita

Assim que chegámos ao Thip Samai soubemos que estávamos no local certo para termos um verdadeiro e muito autêntico almoço de típica massa frita tailandesa.

Não só éramos os únicos ocidentais lá (depois durante o nosso almoço chegaram mais dois casais), como também a cozinha (em pleno passeio) e o cheiro delícioso e enebriantemente cativante dos "noodles" que estavam a ser confeccionados nela nos indicavam que a escolha foi a acertada.

Entrámos, o ambiente é jovem, descontraído, cool e muito típico. Instalaram-nos numa mesa e apontámos o que queríamos. Ninguém falava Inglês, mas fizémo-nos compreender e tivemos uma refeição de luxo. Foi a melhor massa frita que alguma vez comemos na vida!


18:00 O Bairro dos Monjes

Logo a seguir a uma excelência de almoço, dirigimo-nos ao muito próximo Bairro dos Monges: Ban Baht.

Neste bairro pobre do centro de Banguecoque reside ainda uma comunidade de antigos artesãos que resistem, como último reduto de fabrico das tradicionais taças de cobre e madeira, que costumavam ser usadas pelos monges dos mosteiros e templos da cidade para pedir comida.

Actualmente esta prática ainda existe, mas é feita com taças modernas e industriais, mas neste bairro m conjunto de artesãos recusa-se a deixar cair no esquecimento esta técnica antiquíssima de trabalho da madeira e do metal juntos.

Assim não resistimos e mergulhámos nas muito pobres, mas muito típicas ruas deste oásis de tranquilidade desta metrópole contemporânea e caótica. Foi uma visita muito curiosa e que nos permitiu verificar como ainda se vive de forma humilde e simples, nesta que é uma das maiores e mais pujantes capitais do extremo oriente.


19:30 No Speak Easy Rooftop Bar

A ideia original era vêr o Pôr do Sol no topo do nosso Muse Hotel, mas porque arranjar um taxi em hora de ponta em Banguecoque é uma tarefa quase impossível e ainda por cima em dia de chuva ... não conseguimos chegar a tempo do Pôr do Sol no Roof Top bar Speak Easy.

Mas fomos lá à mesma para relaxarmos neste final de tarde (ou princípio de noite) perante uma vista de cortar a respiração. A vista 360º sobre os arranhacéus de Banguecoque, a música de qualidade e seleccionadamente cool e calma, a qualidade da decoração e a simpatia do atendimento fazem-nos perceber porque é que este foi eleito um dos 10 melhores locais de Banguecoque para ver o Pôr do Sol.

É um bar que merece tal distinção ... e uma visita também!


21:00 O Jantar

Depois de nos arranjarmos fomos novamente para a rua para ir até um dos restaurantes mais cool da zona de Siam Square: o Coca Suki.

Este restaurante moderno e muito trendy é especializado em Sù-gêe. Esta sopa tailandesa é feita à base de um caldo de cozedura de um conjunto de ingredientes diversos. A grande popularidade deste Coca Suki é que neste restaurante podemos escolhe-los a todos e fazer a nossa própria sopa.

Além de comermos a sopa no final, ainda podemos comer os vários ingredientes já cozidos por nós em plena mesa (pois cada mesa tem uma placa de indução no centro para podermos er nós a preparar a nossa sopa (ao nosso ritmo e ao nosso gosto).

Este é um prato que não é de todo picante (uma excepção nesta zona do globo) e que é delicioso!

Foi um encerrar de noite perfeito ... e agora vamos dormir, pois amanhã temos um dia bastante importanto, com a ida aos famosos mercados flutuantes dos arredores de Banguecoque!

O NOVO EXPRESSO DO ORIENTE | DIRECTO - DIA 13


10:00 O Adeus a Bali e à Indonésia

É a nossa última manhã em Bali e com muita pena deixamos esta ilha paradisíaca e rumamos a outro país: a Malásia.

Assim fazemos as malas e vamos agora partir para o aeroporto para apanharmos o voo da Malaysia Airlines que nos levará até à primeira das três grandes metrópoles que vão encerrar esta nossa viagem: Kuala Lumpur.

A meio da tarde chegaremos a esta cidade gigante, e traremos mais novidades deste nosso expresso do Oriente que está a acelerar para a sua recta final.


15:00 A chegada a Kuala Lumpur

Depois de um percurso de cerca de uma hora no meio do tráfego intenso de Bali chegáms ao aeroporto e embarcámos em direcção ao nosso próximo destino deste "Novo Expresso do Oriente" - Kuala Lumpur.

O voo foi rápido, mas com bastante torbulência, mas o serviço e simpatia do pessoal da Malaysia Airlines (uma das Top 5 companhias aéreas do mundo), bem como o conforto e o espaço generoso da clase económica dos aviões desta companhia, fizeram deste um tempo bastante mais agradável do que esperávamos.

A chegada ao aeroporto de Kuala Lumpur anunciou-nos uma alteração de cenário bastante grande: chegámos a um dos maiores e mais modernos aeroportos da nova Ásia. A modernidade da arquitectura, a eficiência da organização funcional de cada zona, a optimização dos percursos entre elas, a excelente sinalização dos mesmos e a imensidão de lojas de grandes marcas internacionais, fez com que em muito poucas horas, viajássemos da relaxada e muito veraneante Bali, para um contexto muito rico e ultra-urbano e moderno.



16:30 O templo de Hindú

Apesar do grande contraste entre Bali e Kuala Lumpur, não quisemos deixar de ter um elemento de ligação entre estas duas etapas desta viagem e como tal dirigimo-nos ao templo Hindú mais importante da capital da Malásia: o Templo Sri Mahamariamman.

Este é um templo Hindú com uma arquitectura bastante diferente dos que se encontram em Bali. Quer na sua estrutura, quer na sua arquitectura, este templo é bastante mais urbano, mais esculpido e exuberante e muitíssimo mais colorido.

Para entrar neste templo, não é necessário ser-se crente, por isso foi o que fizemos ... descalçámo-nos e entrámos. Foi uma visita que nos transportou para um novo lado do Hinduismo, mais contemporâneo, mais autêntico e contemporâneo (pois este templo não tem a vertente turística dos que visitámos em Bali) e mais descontraído e pragmático.

Foi uma excelente forma de começarmos esta visita a Kuala Lumpur.


16:30 A China Town

Mas uma viagem ao Oriente contemporâneo, não podería existir sem que houvesse uma presença do Gigante Chinês. Como no nosso percurso não conseguiremos passar pela China, decidimos não a deixar completamente de lado e visitarmos a China Town de Kuala Lumpur.

Este pequeno bairro da capital da Malásia é bastante famoso pelo seu ambiente de china profunda no seu melhor As bancas de comércio de todo o tipo de produtos misturam-se com os cheiros das comidas feitas nos restaurantes de rua a abarrotar de chineses aqui residentes. O ambiente caótico das ruas, a profusão de publicidades escritas em Chinês e a multidão de pessoas e carros e camionetas que circulam pelas ruas não deixam ninguém indiferente.

Foi uma experiência divertida e muito interessante que nos transportou para uma cultura diferente e muito enraízada no nosso imaginário do oriente contemporâneo!


17:00 A Praça Merdeka

Depois de um pequeno passeio por China Town, decidimos então rumar ao centro histórico da cidade de Kuala Lumpur: a praça Merdeka.

Este gigantesco espaço urbano é o considerado nesta cidade como sendo o centro da cidade histórica e colonial de Kuala Lumpur. Com edifícios de arquitectura colonial a defenirem o seu perímetro, este espaço é dominado por m imenso relvado central e por um edifício que mistura o estilo votoriano, com a arquitectura de inspiração mourisca: o Sultan Abdul Samad.

As suas cúpulas de cobre dominam as atenções de quem passa nesta praça e não deixam de espelhar o quanto exótica esta (actualmente) moderna metrópole já foi.

É um espaço definitivamente a visitar em Kuala Lumpur.


18:00 O SPA dos Peixes

Depois de vermos atentamente a Praça Merdeka, entrámos no muito eficiente e muito rápido metro desta cidade e rumámos a uma zona diferente: Bukit Bintang.

Esta zona dominada pelos grandes centros comerciais da cidade (onde todas as grandes marcas internacionais marcam presença obrigatoriamente), tem no inicio da sua rua a meca de um dos símbolos da Malásia: As Casas de Massagens de Reflexologia.

Este tipo de massagem é tipico da Malásia e tem muitas vezes associada uma terapia bastante única: os SPAs de Peixes.

Este tipo de SPAs, deixa que uns peixes que se alimentm da pele humana, tratem em sessões mínimas de 20 minutos, dos pés deixando-os macios e sem qualquer tipo de imperfeição. Foi esta a nossa escolha e dirigimo-nos para o SPA de Peixes e de Reflexologia Reborn (em plena rua Bukit Bintang, no número 18).

A sensação de ter dois cardumes de pequenos e minúsculos peixes a tratarem-nos dos pés é algo muito estranho, ao inicio, mas que depois de algum tempo se torna ultra relaxante e até bastante divertido. O tratamento foi ouro para os nossos pés já cansados de tantas visitas e de tantos quilómetros andados.

Tratamento acabado ... e voltamos para o aeroporto para apanhar o vôo da Malaysia Airlines que nos vai levar ao nosso destino final de hoje: a muito bela e formosa Banguecoque.


01:00 A Chegada a Banguecoque

Depois de uma correria até ao aeroporto, e de o atravessarmos até à porta de embarque em versão expresso, damos conta que o nosso vôo estava atrasado uma hora ... e decidimos ir comer algo (pois não comemos desde o primeiro vôo). A multiplicidade de escolha é tanta que optámos por um repousante snack no café do Harrods deste muito movimentado aeroporto.

Depois de embarcarmos e de uma viagem de cerca de duas horas e de mais uma viagem de 45 minutos chegamos ao nosso destino final: o Hotel Muse de Banguecoque.

Este hotel é um verdadeiro templo de bom gosto e de sofisticação ... era mesmo este o cenário de luxo que precisávamos para descansar deste dia de vários vôos e de umas visitas em contra relógio em Kuala Lumpur.

 A segunda das três grandes metrópoles asiáticas que vão encerrar este "O Novo Expresso do Oriente começa a surpeender ... e pela positiva!

O que será que vamos ver amanhã? Absolutamente a não perder ...

O NOVO EXPRESSO DO ORIENTE | DIRECTO - DIA 12


10:00 Acordar para ir à Praia em Bali

É sem dúvida uma sensação única acordar neste cenário edílico da Villa Camini (não nos cansamos de o referir aqui, pois não poderíamos ter feito melhor escolha para pernoitar em Bali).

Depois de nos despacharmos, temos a muito simpática e sempre prestável Puto a preparar-nos o pequeno almoço (as omeletas são verdadeiramente delíciosas) e a ajudar no que precisarmos.

Arrumamos as nossas coisas e chamamos um taxi com um destino: a Praia da Seminyak!

Voltamos mais tarde para contar todo este dia relaxante em plenas areias de Bali e de banhos nas águas quentes e azuis profundas do Ocenano Pacífico!


11:30 O Mercado de Dempassar

Antes de nos dirigirmos para a praia, havia outro local para visitar: a cidade de Dempassar.

Esta grande cidade de mais de 2.000.000 de habitantes na área metropolitana tem um mercado central bastante movimentado durante a manhã ... e foi para aí que nos dirigimos, para o Mercado Badung.

Com um trânsito caótico, demorámos bastante tempo a lá chegar, mas conseguimos chegar a tempo de ter ainda uma hora antes deste movimentado local e ponto central dos habitantes de Dempassar fechar (pois encerrou às 12:30).

A miríade de cheiros, texturas, cores, produtos agrícolas e alimentares, toda a secção dedicada aos produtos religiosos das oferendas hindús e budistas, a área do artesanato e dos tecidos ... tudo fascinava pelo exotismo e pelo fascínio que as novidades de culturas distantes nos provocam.

Uma dica para todos os que queiram aqui vir: nós eramos os únicos ocidentais em todo o mercado e, apesar de em Bali ser comum na zona de Dempassar negociar os preços das compras, neste mercado a negociação é quase inexistente, pois não se destina a turistas, mas sim aos locais.

Claro que aqui se encontram produtos que nos locais dedicados aos turistas não se encontram, e claro também que quando percebem que vamos comprar os preços sobem ... mas como não estão acostumados a negociar, os preços não alteram muito.


14:00 O Almoço na Praia de Seminyak

Logo a seguir à nossa visita ao movimentado e muito típico Mercado de Badun, passámos pela nossa Villa Camini para deixarmos algumas compras, que não resistimos a fazer, e dirigimo-nos para a praia de Seminyak e para um dos locais mais in para almoçar: o muito colorido e muito "Spain meets Bali" Bar de Praia La Plancha.

Aqui subimos ao terraço superior (que vivamente recomendamos) e deliciámo-nos com algumas iguarias da gastronomia espanhola ... adaptadas ao gosto indonésio.

O resultado é uma mistura bastante interessante e muito estimulante. Sem lhe chamarem cozinha de fusão, para nós ocidentais (que conhecemos bem a rica gastronomia de Espanha) resulta exactamente nisso: cozinha de fusão.

Num cenário edílico, com uma praia deslumbrante de areia fina castanha em frente e um mar com ondas, foi o almoço ideal para iniciarmos a nossa tarde de Praia em Bali.


15:30 A Praia de Seminyak

Depois de um demorado e muito loungie style almoço no colorido e sofisticado La Plancha, fomos então para a praia que nos chamava há já algum tempo.

Esta praia está povoada de resorts e beach clubs de um luxo inquestionável. Cada hotel ou cada Beach Club destaca-se sempre pelo seu design ultra moderno e por uma atmosfera hiper cool. Com musica, vários bares e restaurantes à disposição dos seus clientes, estes territórios exclusivos à beira da praia tornam a escolha do local onde ficar, uma tarefa verdadeiramente difícil.

Assim optámos por ir andando pela praia e apreciar a paisagem e a frequência de cada um deles.


16:30 Os Surfistas

Nesta praia de Seminyak (tal como em quase todas da ilha de Bali e um pouco por toda a Indonésia) o mar está povoado de uma tribo: os Surfistas.

Esta meca do Surf é frequentada por amantes deste desporto de todo o mundo, transformando os areais, os clubes de praia e os hotéis numa autêntica babilónia cool e relaxada, que não deixa margem para a existência de qualquer stress ou pressa.

Assim o fizemos e passámos toda a tarde nesta praia a apreciar a frequência e a sua "fauna" humana tão diversa quanto atractiva.


17:00 O Pôr do Sol

Tal como em qualquer lugar de veraneio no mundo, também em Bali (e especialmente em Seminyak) a cultura de uma bebida num local de qualidade para apreciar e relaxar ao Pôr do Sol é um must do ... por isso assim o fizemos também.

Andámos mais um pouco no vasto areal e parámos no mundialmente conhecido W Resort & amp; SPA de Bali.

Aqui junto à piscina escolhemos uma mesa, mandámos vir cocktails e deixámo-nos relaxar neste fim de tarde paradisíaco, invadidos pela música perfeita que o DJ ía pondo, apreciando as variações de luminosidade que o Pôr do Sol em Bali proporciona.

É uma experiência que recomendamos a todos, pois é um final de dia de praia absolutamente único!


21:00 Grande Encerramento de Bali

Depois do nosso Pôr do Sol em plena praia de Seminyak, voltámos a casa e preparámo-nos para a nossa última experiência em Bali: um jantar num dos mais sofisticados e mais recentes restaurantes de Bali - o Merah Putih.

Este sofisticadíssimo restaurante e bar é um verdadeiro templo da gastronomia balinesa e indonésia, apresentando um menu que proporciona versões de pratos executados da forma tradicional (mas exímiamente apresentados) e versões de fusão de receitas tradicionais.

A experiência gastronómica foi verdadeiramente enriquecedora, o ambiente animado, a arquitectura de interiores e a decoração do local absolutamente de cortar a respiração e a simpatia e amabilidade do serviço irrepreensíveis.

Digamos que esta foi a forma perfeita de encerrarmos esta nossa estadia neste paraíso chamado Bali!

Amanhã saímos logo de manhã para o aeroporto e rumamos ao nosso próximo destino: Kuala Lampur ... o cenário vai mudar radicalmente!

O NOVO EXPRESSO DO ORIENTE | DIRECTO - DIA 11


09:00 Acordar no Paraíso de Umalas

Não podemos deixar de continuar a frisar o paraíso que é esta Villa Camini em plena Umalas.

Acordar nestes quartos, absolutamente únicos e exímiamente decorados, com um cenário natural envolvente único e um pequeno almoço de luxo acabado de fazer pela nossa diligente e muito simpática empregada da casa ... é algo de um conforto inimaginável.

Hoje o dia também vai ter alguns pontos altos ... por isso saímos depressa e voltaremos mais tarde com todas as actividades e visitas do dia!


10:00 O Templo no Meio do Pacifico

Assim que saímos de casa dirigimo-nos de imediato para um dos expoentes máximos dos monumentos de Bali: o Templo Tanah Lot.

Este templo budista encontra-se na costa Sul da ilha e tem a grande particularidade de a sua zona de altares e restricta em dois rochedos no meio do mar, apenas acessíveis durante a maré baixa.

O cenário natural, misturado com a arquitectura de pedra e palha altamente decorada e requintada, dão a Tanah Lot um lugar muito especial nos templos Hindús desta ilha.

Mais especial ainda quando se consegue assitir a parte de uma cerimónia como foi o nosso caso, que apanhámos o final da mesma (pois estas cerimónias duram horas ... e mesmo dias no caso das datas mais importantes) e vimos a procissão de saída do templo.

Foi absolutamente de cortar a respiração!

Podemos dizer que depois deste momento o dia auspiciava algo de muito bom!


12:00 Taman Ayun

Depois de Tanah Lot, rumámos mais ao interior da ilha e fizemos a próxima paragem na pequena povoação de Mengwi para vermos mais um dos templos famosos de Bali: o Taman Ayun.

Este templo, conhecido pelos seus pagodes, cuja altura chega a atingir mais de 10 andares (em alguns casos), é um monumento de uma extensão bastante grande e que está localizado numa pequena ilha no meio de um rio. Ocupando toda a extensão da ilha, os seus jardins, diversos locais de reunião, oração e altares são de uma riqueza artística verdadeiramente assinalável.

Com o calor a apertar verdadeiramente, a humidade a subir e o tempo a passar, tivemos de deixar este pequeno jardim do Éden e rumar ao nosso próximo ponto: o Complexo de John Hardy.


12:30 O Complexo de John Hardy

Uma das grandes tradições da Indonésia e também de Bali é o exímio e único trabalho da prata. O melhor local para o ver, compreender e testemunhar é o Complexo de John Hardy.

Este famoso joalheiro canadiano, em meados dos anos 1970 faz uma viagem a Bali e não só se apaixona pela ilha, como essencialmente se apaixona pelos seus trabahos de joalharia em prata. É assim que começa a história deste complexo, que hoje é visitável, e onde esta marca internacional tem praticamente concentrada toda a sua actividade (só o trabalho das pedras preciosas é feito fora daqui).

Depois de uma visita ao showroom da marca (com peças tão belas que são perfeitamente indescritíveis) fomos convidados a almoçar na mesa grande com parte da equipa sénior da marca. Este foi um almoço que foi partilhado por nós, o Yohannes (que foi quem nos proporcionou esta oportunidade, pois estes almoços são reservados a marcação prévia e segundo recomendação de amigos da marca) e a um casal americano oriundo de Chicago. Foi uma cornversa animada que passou pela marca, pelas experiências de vida de cada um e por muitos outros tópicos bastante interessantes sobre a cultura de Bali e Indonésia.

Mas a visita, para nós não acabou por aqui. A simpatia dos nossos anfitriões foi tal (e o nosso entusiasmo na conversa foi tanto) que se disponibilizaram a nos fazer uma visita guiada por todos os processos por onde passa uma peça: o departamento criativo, o departamento de protótipos em cera, o departamento de moldes: o departamento de injecção dos metais nos moldes, o departamento de acabamentos, etc., etc., etc..

Não podemos acabar esta parte da nossa viagem sem agradecer expressamente ao director criativo da marca Guy Bedarida (amigo do Yohanes) que, apesar de não termos conhecido, por estar em viagem de negócios, nos proporcionou esta visita.

Foi definitivamente um dos momentos altos desta viagem que vai permanecer connosco para o resto da vida!


16:45 O Templo no Meio do Lago

Não nos pudémos demorar o quanto gostaríamos no complexo de John Hardy, mas infelizmente tinhamos mais um local na nossa visita de hoje: o templo Ulun Danu Bratan‎.

Depois de uma hora de caminho, começamos a subir uma montanha. A estrada começa a serpentear pela mesma e a paisagem começa a alterar-se, deixando a luxuriante paisagem tropical, para passar a uma floresta mais cerrada já com abetos e pinheiros, que em determinados pontos deixava vislumbrar perspectivas de uma grandiosidade tal, que revelava bem a altura a que já nos encontrávamos.

No topo desta montanha encontra-se o lago Batran e numa das suas margens o nosso último destino de hoje: o Templo Ulun Danu Bratan‎.

Este templo tem a particularidade de ter como cenário um lago em tudo semelhante à paisagem natural suíça ... sem deixar o exotismo e a riquesa do trabalho da pedra e das madeiras dos templos Hindús.

É um cenário perfeito para terminar o nosso segundo dia de visita a Bali.

Daqui voltamos à estrada e rumamos a casa onde (depois de uma viagem de três horas) decidimos usufruir desta excepcional Villa e da sua piscina e preparar um jantar caseiro.

Amanhã vamos ter um dia bem diferente ... pois vamos conhecer um dos pontos fortes desta ilha: as suas famosas e fabulosas praias.

Prometemos que continuaremos com um dia cheio de histórias para contar, pois o programa inclui alguns pontos que nós aguardamos com grande ansiedade!