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O NOVO VESSEL DE NOVA IORQUE


É a obra de arquitetura mais polémica e mais mediática deste momento: o Vessel.

Localizado em pleno empreendimento nova-iorquino Hudson Yards, esta estrutura é um cruzamento entre arquitetura e escultura, ou seja, é o paralelo contemporâneo, das muito clássicas, Folies. Desenhada pelo atelier do ddesigner britânico Thomas Heatherwick, esta estrutura de 46 metros de altura e de 46 metros de largura (de baase circular), é constituída por 154 lances de escadas e 84 patamares, formando uma estrutura em forma de favo de mel organizado em espiral descendente.





Além da sua dimensão lúdica, esta estrutura permite uma vivência espacial e perspéctica que apresenta semelhanças com os espaços impossíveis do artista holandês Maurits Cornelis Escher. E é exactamente nesta ilusão espacial que esta obra ganha um encanto especial e que se tem tornado num autêntico fenómeno arquitetónico nas redes sociais, desde que abriu ao público na semana passada.

É uma obra de arquitetura curiosa, que está a conquistar público para a arquitetura enquanto fenómeno de arte e não como uma consequência de um desenvolvimento urbanístico. A Arquitetura, com esta "Folie" contemporânea, volta a ser arte, no seu estado mais puro!




NESPRESSO LANÇA EDIÇÃO LIMITADA E MUITO ESPECIAL


Depois do imenso sucesso das edições de origem da Nespresso, lançadas pela primeira vez no ano passado (e que nós, como fãs da marca que somos, aqui demos conta), este mês de Março chega com mais uma edição especial: a Master Origin Costa Rica.

Imagine um café que cresce nas montanhas da Costa Rica e depois de colhido é imerso nas águas termais daquela região, antes de ser torrado, moído e colocado dentro da sua cápsula... Já pode parar de imaginar! Com uma técnica muito especial, exclusiva desta plantação costa-ricense, e que lhe traz o único café do mundo banhado em águas termais, a Nespresso traz agora o único café do mundo feito com esta técnica a que se chama Hot Springs.


Para criar a nova Edição Limitada tão especial, a Nespresso foi até ao alto das montanhas da Costa Rica, e trabalhou com uma plantação que aproveita apenas uma pequena seleção de grãos de café arábica e os imerge em águas termais da floresta tropical. A escassez desta Edição Limitada vem deste processo raro que realça o doce do malte que caracteriza este café arábica. Os grãos de café são apanhados manualmente na região de Central das terras altas costa-ricenes e imerso, durante 12 horas, em águas minerais termais do vulcão, com temperaturas entre os 65-70ºC. Esta é uma técnica única, na qual os minerais naturais presentes nas águas limpam completamente os grãos de café e realçam as suas melhores características, criando um sabor equilibrado e requintado.

Quando vos trazemos aqui estas novidades, acreditem em nós: este é uma café super especial e muito muito muito bom! Para os que acreditam em nós, gostariam de provar este café tão especial, aceitem então o nosso conselho e corram à loja ou ao site da Nespresso e encomendem já, pois esta edição vai esgotar rapidamente!

A TOCHA OLÍMPICA DE TÓQUIO 2020


No próximo ano, os Jogos Olímpicos serão em Tóquio e portanto foi com imensa ansiedade que foi aguardado o momento que finalmente chegou hoje - a revelação da Tocha Olímpica de Tóquio 2020.

É o maior símbolo dos Jogos Olímpicos, que a cada edição muda e se torna num ícone do estado do design no país anfitrião. Neste caso o objecto foi desenhado pelo designer Tokyujin Yoshioka e inspira-se na simbólica flor de cerejeira, tão acarinhada pelos japoneses (a famosa Sakura). Daqui a sua forma e o seu tom rosado.





A flor de cerejeira é a flor nacional do Japão. Por isso, nesse país, ela tem um significado muito importante. Ela carrega a simbologia das flores, dentre as quais destacamos a beleza, a renovação e a juventude e simboliza também pureza e felicidade.

Esta tocha é feita de uma única peça de alumínio, sem costuras e utiliza uma tecnologia de fabrico absolutamente revolucionária e única. Mas o simbolismo desta peça não acaba aqui, pois o material usado surge da reciclagem do alumínio encontrado nos escombros de prédios destruídos pelo tremor de terra e tsunami de 2011.

É uma tocha elegante, hiper tecnológica e um design com muito significado, tal como não poderia deixar de ser!

FOGO É O ELEMENTO FUNDAMENTAL


O novo restaurante Elemento abriu no Porto, e é o primeiro restaurante de fire dining do país.

O novo Elemento é o concretizar de um sonho de longa data do chef Ricardo Dias Ferreira, que após sete anos em diversos desafios fora de Portugal, regressa para iniciar um projeto em nome próprio, o primeiro restaurante do país com um conceito totalmente baseado no fogo, que enaltece as origens da cozinha e deste primitivo método de confecção.

Tanto no fogão a lenha do século XIX, como no grelhador especial desenhado para o restaurante, ou na zona de brasas que funciona como fumador, todos os ingredientes são tratados com o máximo do respeito, conservando as suas propriedades originais, conjugadas com os diferentes tipos de madeira utilizados - o eucalipto para acender e ‘temperar’ o forno, e o sobreiro, uma madeira com maior densidade, que permite obter brasas mais intensas e consistentes - que lhes conferem sabores diferentes e únicos.

Todas as semanas este novo espaço de Fire Dining da baixa do Porto (em plena Rua do Almada no nº 51), explora-se, através do fogo, todo o potencial dos ingredientes mais frescos que, ao contrário do que se poderia pensar, não se concentram apenas na carne, mas também em peixe e marisco, e vegetais, estes últimos cada vez com mais importância e presença na hora da escolha da refeição. É uma abordagem mais conceptual e que vem trazer a técnica de confeção para a ribalta.

É um novo conceito de cozinha, baseado no tão místico fogo e que agora nos chega à mesa nas suas mais diversas valências, potencialidades e sabores. Este é um fogo que arde, vê-se e .. saboreia-se!



PORTUGAL FASHION FALL WINTER 2019 2020 - DIA 4


Chegamos ao quarto e último dia de Portugal Fashion e com ele chegam-nos apenas quatro, mas também excelentes coleções. Dois nomes sonantes e dois mais jovens, compõem o calendário deste domingo de moda na Alfândega do Porto.

O primeiro nome no calendário é o da dupla Marques Almeida. Estes jovens mais já muito conhecidos criadores portugueses, apresentaram uma coleção que dá um passo em frente no seu percurso, recriando formatos com base em materiais, tal como é o seu ADN.

Mas desta vez, o look andrógeno e meio punk revisited, funde-se com padrões de inspiração folk (como as tradicionais chitas de Alcobça)e materiais cheios de brilho. Outro dos destaques desta coleção foram as carteiras, que se tornam num objeto de curiosidade e de afirmação de estilo.




Mas estilo e com assinatura bem nacional, foi também o que Alexandra Moura apresentou na passerelle. Numa viagem ao alto minho e numa revisitação da sua indumentária tradicional, esta criadora cruzou tradição com a arte modernista de Rosa Ramalho (e das suas tão famosas bestas) conseguindo uma coleção contemporânea e portuguesa.

Padrões tradicionais, formas desconstruídas, pinceladas livres e cores bem escolhidas, assim foi esta coleção de Alexandra Moura, que nos trouxe uma proposta bem construída, inteligente e desafiante. Conceitos novos para olhares interessados, criados por uma criadora Lisboeta, que já saltou há muito para o universo internacional, mas nunca perdeu a sua identidade portuguesa, fazendo antes dela uma força distintiva de qualidade e de personalidade!





Mas se a identidade nacional marcou o dia, pelos dois excelentes desfiles que abriram o dia, foi um apelo ao consumo moderado e a uma nova postura perante a moda, que a criadora fez com a sua coleção. Recheada de básicos interessantes, que mais do que tendências, seguem um estilo muito próprio, esta coleção foi interessante.

A encerrar esta edição esteve David Catalan. O jovem criador apresentou uma coleção feminina inspirada no montanhismo e nas suas formas e estilos de vida. Interessante e inovador, assim foi o encerramento desta edição do Portugal Fashion. Duas das melhores coleções desta edição ficaram guardadas para este último dia, e coube a dois jovens encerrarem esta edição do evento de moda da capital do norte de portugal, que mais uma vez se afirmou e reafirmou pujante e ineressante. Esta edição marcou o nosso regresso ao fim de mais de uma década a estas passerelles da Invicta e foi um regresso muito bom e positivo!