O Ovo Solar

Conheça esta obra de arquitetura da dupla Mats Bigert e Lars Bergström

Olivier abre com Novo Conceito

Nova carta, decoração renovada e preços mais acessíveis são a aposta do restaurante

É Uma Mala Portuguesa Com Certeza

Maria/Maleta é a nova marca nacional de acessórios de moda em pele

O Charme de Dear Lisbon

Conheça este oásis no centro histórico de Lisboa

Quando a Forma se Torna Abstracta

Espreite aqui a nova linha de mobiliário da Alias

O NOVO EXPRESSO DO ORIENTE | IMAGENS MARCANTES - DIA 01

A nossa Viagem de Verão 2013 "O Novo Expresso do Oriente" foi uma verdadeira viagem de sonho.

A prova disso foram as mais de 10.000 fotografias que tirámos em 19 dias de viagem. Assim decidimos que em vez de fazer um balanço referindo os melhores restaurantes e melhores hotéis e alojamentos em que ficámos, trariamos aqui dois dias com mais algumas imagens verdadeiramente dignas de ser partilhadas.


Mercado do Rua de Bogor - Arredores de Jacarta


Santuário dos Elefantes no Parque Natural de Way Cambas - Sumatra


Pôr do Sol no Rio Way Kanan no Parque Natural de Way Kambas - Sumatra


Templo de Borobudur - Yogyakarta


Planalto de Dieng - Java Central


Planalto de Dieng - Java Central


Yogyakarta


Palácio da Água - Yogyakarta


Bairro do Kraton - Yogyakarta


Bairro do Kraton - Yogyakarta


Templo em Ubud - Bali

UM JOGO DE XADREZ


É uma peça de design bem apropriada para estes dias seguintes à nossa viagem de Verão 2013 "O Novo Expresso do Oriente": o Jogo de Xadrez de Torres.

Com design assinado pela dupla de jovens designers Ian Flood and Chris Prosser, este tabuleiro de Xadrez transforma as principais torres e edifícios icónicos da capital britânica em peças de xadrez.

Se o famoso Big Ben é uma torre e o moderno London Eye é um cavalo.então é de certeza um tabuleiro de xadrez muito cool!

HOPHEAD VODKA


Nestes últimos dias de Agosto, em que as festas de Verão ainda dão os últimos cartuxos, aqui fica uma sugestão para festejar nestes finais de férias: o Vodka Hophead.

Feito nas destilarias de Anchor Distilling Company, através do processamento de dois tipos de lúpulos, este vodka é um dos mais florais do mercado e bastante agradável e suave, mesmo apropriado para estas noites quentes que se avizinham.

Só é pena que não esteja ainda presente no mercado nacional e só esteja à venda no mercado americano!

BIBLIOTECA NA PRAIA


A ideia foi concebida e concretizada pelo designer Matali Crasset e pelo concessionário da praia francesa Romantiquette à Istres, em plena Côte d'Azur.

Esta muito descontraída, mas muito lúdica e atractiva Biblioteca de Praia é uma solução interessante para os dias de praia e para estes tempos em que estamos quase em Setembro e a voltar ao Ritmo de trabalho.

Logo nestes dias seguintes à nossa maravilhosa Viagem de Verão 2013 ... a nossa e a vossa grande aventura com "O Novo Expresso do Oriente" ... esta é uma ideia muito divertida e que muitos gostariam de ter nas praias que frequentam ... e agora já podem!

O NOVO EXPRESSO DO ORIENTE | DIRECTO - DIA 19


09:00 De Volta à Europa

Depois de um vôo de quase sete horas, e de mais de 6.000 km percorridos chegamos de novo ao aeroporto de Abu Dhabi para fazermos uma pequena escala de 3 horas e voltarmos a embarcar num outro vôo de cerca de 8 horas, que nos trouxe até Bruxelas.

Há que referir que de facto a qualidade da companhia aérea onde se viaja transforma totalmente a nossa experiência nestes vôos de longo curso. Neste caso, com a Etihad, a experiência foi excelente ... e não viajámos em primeira, mas sim na muito normal classe económica.

A eficiência dos serviços de terra, a simpatia dos serviços a bordo, a qualidade das refeições, a excepcional actualidade e variedade de conteúdos de entretenimento (desde filmes de Holywood, até documentários sobre a ecologia, até talk shows da televisão coreana, havia um pouco de tudo), os jogos disponíveis, a ligação de Internet acessível em qualquer lugar, mas essencialmente o espaço de cada lugar, fizeram destas duas viagens (que juntas dão mais de 15 horas, fora escalas e tempos de aeroportos, o que somando ao Jet Lag se torna bastante cansativo fisicamente) experiências agradáveis e que não custaram nada a fazer. É assim que se percebe que esta companhia aérea esteja classificada como uma das companhias 5 estrelas do Mundo (um clube reservado apenas a cinco companhias no Mundo).

Mas já chegámos ao aeroporto de Bruxelas e agora temos algumas horas (antes de embarcarmos então no último vôo que nos levará de volta até Lisboa, o que acontecerá mais logo à noite) para ir dar uma volta nesta que é considerada a Capital da Europa.

Foi a forma que encontrámos para atenuar aquele sentimento de nostalgia que nos invade, sempre que fazemos uma destas nossas viagens de verão em directo ... e que são verdadeiras viagens de sonho, que não queremos que acabem. Foi também uma forma de simbolicamente encerrar este "Novo Expresso do Oriente" com o regresso à Europa a ser marcado por um passeio pelas ruas e principais monumentos desta cidade que é considerada o centro e a capital da União Europeia.

Por isso agora sairemos do aeroporto em direcção ao centro da cidade, mas mais logo (já em Lisboa) traremos todos os detalhes destes últimos momentos desta inesquecível viagem de 2013.


11:00 O Manneken Pis

Foi o primeiro destino a que nos dirigimos na caital belga: o famoso Manakan Pis.

Esta famosa e muito pequena estátua situa-se em pleno centro histórico da cidade de Bruxelas e foi o nosso primeiro monumento do dia. Para quem não conhece esta estátua, ela tem dimensões verdadeiramente reduzidas e é parte de uma pequena fonte que se situa na esquina de duas ruas estreitas.

O principal atractivo deste pequeno monumento é a perfeição e o equilíbrio da mesma, bem como a simpatia e o valor icónico que esta tem para o povo de Bruxelas.

Depois de algumas fotografias seguimos o nosso passeio pela "Capital da Europa".


11:30 A Grand Place

Mesmo ao lado do Manakan Pis está um dos espaços mais visitados e mais espectaculares de toda a Bélgica: a Grande Place de Bruxelas.

Esta praça central da cidade tem como principal atractivo os edifícios que a conformam (com principal destaque para a Câmara Municipal de Bruxelas e para O Museu da Cidade). De uma arquitectura civil ultra trabalhada e com estilos diferentes, mas todos de uma beleza bastante grande, a Grand Place de Bruxelas é obviamente uma das passagens obrigatórias nas visitas a esta cidade.

Depois de todos os monumentos e edifícios históricos que visitámos neste nosso "Novo Expresso do Oriente", este é o espaço que nos relembra definitivamente que voltámos à velha e muito requintada Europa.


12:00 O Coração da Europa

Mas uma visita a esta cidade não pode ignorar um facto: É aqui que se situam as principais instituições de governo da União Europeia.

Assim voltámos novamente ao metro e rumámos à estação de Schuman para sairmos mesmo à porta do mais emblemático edifício da construção Europeia: o Berlaymont.

É nesta emblemática e muito elegante obra de arquitectura que se situa a sede a Comissão Europeia e do governo da União Europeia. Conhecido de todo o Mundo, por todas as reportagens de televisão que são feitas à sua porta ou tendo-o como cenário, este é sem dúvida um dos locais mais visitados e mais movimentados de toda Bruxelas.

Elegante, imponente e sofisticado, este é um ponto de visita obrigatória e que nos traz definitivamente de volta do Oriente para a Europa.


13:30 O Parlamento Europeu

Depois de passearmos por entre a imensidão de prédios de escritórios ocupados pelas instituições europeias, como as muitas Direcções Gerais, o Conselho da Europa, o Comité das Regiões, entre outras instituições que estão instaladas nos muitos edifícios de arquitectura moderna em torno do famoso Berlaymont, rumámos até outro dos grandes símbolos da construção Europeia: o Parlamento Europeu.

Este imponente complexo de edifícios situa-se no extremo oposto da área das instituições Europeias (na Place du Luxembourg) e, em conjunto com o Berlaymont, são os dois grandes edifícios Europeus em Bruxelas.

Com uma arquitectura de uma escala grandiosa e quase esmagadora, este é um dos locais mais impressionantes de toda a zona das instituíções europeias.


14:00 Raconte Moi des Salades

Sendo já hora do almoço rumámos a outro lado da cidade para nos delíciarmos com uma refeição bem requintada no muito trendy e muito cosy restaurante Raconte Moi des Salades.

Situado em plena Place de Châtelain, este pequeno e muito discreto local, é um dos mais bem guardados segredos da gastronomia ligeira e moderna da capital Belga. Especializado em Saladas, a sua decoração recria em tom ligeiro (tal como a sua cozinha) os parâmetros clássicos das casas novecentistas, tendo um jardim nas traseiras com um ambiente entre o loungy e o urban chic, que é bastante concorrido durante os dias de Verão.

Foi exactamente no Jardim que decidimos almoçar e foi exactamente salada (a óbvia especialidade da casa) a nossa escolha. A nossa preferida foi a Salada de cogumelos Farsi, Queijo Chévre e Presunto, que estava absolutamente divinal!


15:00 O Bairro de Châtelain

Depois de um excelente almoço decidimos dar uma volta pelo bairro de Châtelain.

É um dos bairros mais típicos da capital Belga e onde se podem encontrar algumas das lojas mais trendy e dos cafés e restaurantes mais cool de toda a cidade.

O ambiente que se vive nesta zona da cidade é muito acolhedor, cosmopolita e verdadeiramente estimulante. Galerias de arte, escritórios, pequenos comércios de roupas vintage ou de marcas alternativas, lojas de decoração de um gosto excepcional convivem lado a lado com uma população jovem e muito diversificada e moderna, que ocupa as ruas e as esplanadas, conferindo a este bairro o título de "Bairro Arty" de Bruxelas ... e é mesmo!


15:30 A Avenida Louize

Foi a pé que chegámos a outra das zonas emblemáticas e mais movimentadas da cidade de bruxelas (onde acabámos a nossa visita de hoje): a Avenida Louize.

É nesta avenida que se situam as grandes lojas de luxo desta cidade, bem como as grandes chocolatarias belgas (famosas mundialmente) ou as lojas principais das grandes marcas mundiais. O ambiente de movimento nas ruas é o de um verdadeiro centro comercial em contexto urbano ... mas um detalhe impressiona-nos: vindo nós do Oriente, onde só em Orchard Road em Singapura (como vimos antes de ontem) haviam 4 lojas da Louis Vuitton gigantescas, aqui este tipo de lojas são de uma dimensão bastante mais reduzida.

É aqui que se nota, não só que na Europa estas são marcas de prestigio e não de consumo (como no Oriente o são), mas também a diferença de poder de compra entre os dois blocos económicos potenciada pelo tão afamado Milage Económico das Potências asiáticas


17:00 De Regresso a Casa

Foi da Avenida Louize que partimos rumo ao aeroporto de bruxelas e embarcámos no último dos muitos vôos deste "Novo Expresso do Oriente".

Agora sim entrámos no percurso final, invadidos com o sentimento de missão cumprida e com a sensação de que muito ficou por ver, experienciar e que temos e devemos voltar.

Fizemos uma viagem inspirada no mítico Expresso do Oriente, que tocou em culturas incontornáveis como a cultura chinesa, japonesa e árabe, mas também nas principais religiões que marcam o continente asiático, como o Hinduismo, o Budismo, o Islamismo e o Catolicismo. As gastronomias, os templos, as paisagens e as respectivas fauna e flora, as grandes e novas metrópoles e as suas gentes e hábitos. Ficámos em excelentes hotéis, em casas, em bed&breakfast e em ecolodges, estivemos em locais ultra sofisticados e outros verdadeiramente modestos, mas todos de uma autenticidade e de uma personalidade muito forte.

A multiplicação das experiências e dos sentimentos sucederam-se a um ritmo que imaginamos equivalente ao que os viajantes do príncipio do século XX ... mas tudo em versão contemporânea e modernizada.

A descoberta destas novas culturas emergentes, das suas tradições e hábitos, das suas religiões e das suas gentes foi algo verdadeiramente fascinante nesta viagem. Apesar da globalização ainda há muitas diferenças entre os povos e entre as culturas. O exotismo não se perdeu ... e ainda bem!

O NOVO EXPRESSO DO ORIENTE | DIRECTO - DIA 19


09:00 De Volta à Europa

Depois de um vôo de quase sete horas, e de mais de 6.000 km percorridos chegamos de novo ao aeroporto de Abu Dhabi para fazermos uma pequena escala de 3 horas e voltarmos a embarcar num outro vôo de cerca de 8 horas, que nos trouxe até Bruxelas.

Há que referir que de facto a qualidade da companhia aérea onde se viaja transforma totalmente a nossa experiência nestes vôos de longo curso. Neste caso, com a Etihad, a experiência foi excelente ... e não viajámos em primeira, mas sim na muito normal classe económica.

A eficiência dos serviços de terra, a simpatia dos serviços a bordo, a qualidade das refeições, a excepcional actualidade e variedade de conteúdos de entretenimento (desde filmes de Holywood, até documentários sobre a ecologia, até talk shows da televisão coreana, havia um pouco de tudo), os jogos disponíveis, a ligação de Internet acessível em qualquer lugar, mas essencialmente o espaço de cada lugar, fizeram destas duas viagens (que juntas dão mais de 15 horas, fora escalas e tempos de aeroportos, o que somando ao Jet Lag se torna bastante cansativo fisicamente) experiências agradáveis e que não custaram nada a fazer. É assim que se percebe que esta companhia aérea esteja classificada como uma das companhias 5 estrelas do Mundo (um clube reservado apenas a cinco companhias no Mundo).

Mas já chegámos ao aeroporto de Bruxelas e agora temos algumas horas (antes de embarcarmos então no último vôo que nos levará de volta até Lisboa, o que acontecerá mais logo à noite) para ir dar uma volta nesta que é considerada a Capital da Europa.

Foi a forma que encontrámos para atenuar aquele sentimento de nostalgia que nos invade, sempre que fazemos uma destas nossas viagens de verão em directo ... e que são verdadeiras viagens de sonho, que não queremos que acabem. Foi também uma forma de simbolicamente encerrar este "Novo Expresso do Oriente" com o regresso à Europa a ser marcado por um passeio pelas ruas e principais monumentos desta cidade que é considerada o centro e a capital da União Europeia.

Por isso agora sairemos do aeroporto em direcção ao centro da cidade, mas mais logo (já em Lisboa) traremos todos os detalhes destes últimos momentos desta inesquecível viagem de 2013.


11:00 O Manneken Pis

Foi o primeiro destino a que nos dirigimos na caital belga: o famoso Manakan Pis.

Esta famosa e muito pequena estátua situa-se em pleno centro histórico da cidade de Bruxelas e foi o nosso primeiro monumento do dia. Para quem não conhece esta estátua, ela tem dimensões verdadeiramente reduzidas e é parte de uma pequena fonte que se situa na esquina de duas ruas estreitas.

O principal atractivo deste pequeno monumento é a perfeição e o equilíbrio da mesma, bem como a simpatia e o valor icónico que esta tem para o povo de Bruxelas.

Depois de algumas fotografias seguimos o nosso passeio pela "Capital da Europa".


11:30 A Grand Place

Mesmo ao lado do Manakan Pis está um dos espaços mais visitados e mais espectaculares de toda a Bélgica: a Grande Place de Bruxelas.

Esta praça central da cidade tem como principal atractivo os edifícios que a conformam (com principal destaque para a Câmara Municipal de Bruxelas e para O Museu da Cidade). De uma arquitectura civil ultra trabalhada e com estilos diferentes, mas todos de uma beleza bastante grande, a Grand Place de Bruxelas é obviamente uma das passagens obrigatórias nas visitas a esta cidade.

Depois de todos os monumentos e edifícios históricos que visitámos neste nosso "Novo Expresso do Oriente", este é o espaço que nos relembra definitivamente que voltámos à velha e muito requintada Europa.


12:00 O Coração da Europa

Mas uma visita a esta cidade não pode ignorar um facto: É aqui que se situam as principais instituições de governo da União Europeia.

Assim voltámos novamente ao metro e rumámos à estação de Schuman para sairmos mesmo à porta do mais emblemático edifício da construção Europeia: o Berlaymont.

É nesta emblemática e muito elegante obra de arquitectura que se situa a sede a Comissão Europeia e do governo da União Europeia. Conhecido de todo o Mundo, por todas as reportagens de televisão que são feitas à sua porta ou tendo-o como cenário, este é sem dúvida um dos locais mais visitados e mais movimentados de toda Bruxelas.

Elegante, imponente e sofisticado, este é um ponto de visita obrigatória e que nos traz definitivamente de volta do Oriente para a Europa.


13:30 O Parlamento Europeu

Depois de passearmos por entre a imensidão de prédios de escritórios ocupados pelas instituições europeias, como as muitas Direcções Gerais, o Conselho da Europa, o Comité das Regiões, entre outras instituições que estão instaladas nos muitos edifícios de arquitectura moderna em torno do famoso Berlaymont, rumámos até outro dos grandes símbolos da construção Europeia: o Parlamento Europeu.

Este imponente complexo de edifícios situa-se no extremo oposto da área das instituições Europeias (na Place du Luxembourg) e, em conjunto com o Berlaymont, são os dois grandes edifícios Europeus em Bruxelas.

Com uma arquitectura de uma escala grandiosa e quase esmagadora, este é um dos locais mais impressionantes de toda a zona das instituíções europeias.


14:00 Raconte Moi des Salades

Sendo já hora do almoço rumámos a outro lado da cidade para nos delíciarmos com uma refeição bem requintada no muito trendy e muito cosy restaurante Raconte Moi des Salades.

Situado em plena Place de Châtelain, este pequeno e muito discreto local, é um dos mais bem guardados segredos da gastronomia ligeira e moderna da capital Belga. Especializado em Saladas, a sua decoração recria em tom ligeiro (tal como a sua cozinha) os parâmetros clássicos das casas novecentistas, tendo um jardim nas traseiras com um ambiente entre o loungy e o urban chic, que é bastante concorrido durante os dias de Verão.

Foi exactamente no Jardim que decidimos almoçar e foi exactamente salada (a óbvia especialidade da casa) a nossa escolha. A nossa preferida foi a Salada de cogumelos Farsi, Queijo Chévre e Presunto, que estava absolutamente divinal!


15:00 O Bairro de Châtelain

Depois de um excelente almoço decidimos dar uma volta pelo bairro de Châtelain.

É um dos bairros mais típicos da capital Belga e onde se podem encontrar algumas das lojas mais trendy e dos cafés e restaurantes mais cool de toda a cidade.

O ambiente que se vive nesta zona da cidade é muito acolhedor, cosmopolita e verdadeiramente estimulante. Galerias de arte, escritórios, pequenos comércios de roupas vintage ou de marcas alternativas, lojas de decoração de um gosto excepcional convivem lado a lado com uma população jovem e muito diversificada e moderna, que ocupa as ruas e as esplanadas, conferindo a este bairro o título de "Bairro Arty" de Bruxelas ... e é mesmo!


15:30 A Avenida Louize

Foi a pé que chegámos a outra das zonas emblemáticas e mais movimentadas da cidade de bruxelas (onde acabámos a nossa visita de hoje): a Avenida Louize.

É nesta avenida que se situam as grandes lojas de luxo desta cidade, bem como as grandes chocolatarias belgas (famosas mundialmente) ou as lojas principais das grandes marcas mundiais. O ambiente de movimento nas ruas é o de um verdadeiro centro comercial em contexto urbano ... mas um detalhe impressiona-nos: vindo nós do Oriente, onde só em Orchard Road em Singapura (como vimos antes de ontem) haviam 4 lojas da Louis Vuitton gigantescas, aqui este tipo de lojas são de uma dimensão bastante mais reduzida.

É aqui que se nota, não só que na Europa estas são marcas de prestigio e não de consumo (como no Oriente o são), mas também a diferença de poder de compra entre os dois blocos económicos potenciada pelo tão afamado Milage Económico das Potências asiáticas


17:00 De Regresso a Casa

Foi da Avenida Louize que partimos rumo ao aeroporto de bruxelas e embarcámos no último dos muitos vôos deste "Novo Expresso do Oriente".

Agora sim entrámos no percurso final, invadidos com o sentimento de missão cumprida e com a sensação de que muito ficou por ver, experienciar e que temos e devemos voltar.

Fizemos uma viagem inspirada no mítico Expresso do Oriente, que tocou em culturas incontornáveis como a cultura chinesa, japonesa e árabe, mas também nas principais religiões que marcam o continente asiático, como o Hinduismo, o Budismo, o Islamismo e o Catolicismo. As gastronomias, os templos, as paisagens e as respectivas fauna e flora, as grandes e novas metrópoles e as suas gentes e hábitos. Ficámos em excelentes hotéis, em casas, em bed&breakfast e em ecolodges, estivemos em locais ultra sofisticados e outros verdadeiramente modestos, mas todos de uma autenticidade e de uma personalidade muito forte.

A multiplicação das experiências e dos sentimentos sucederam-se a um ritmo que imaginamos equivalente ao que os viajantes do príncipio do século XX ... mas tudo em versão contemporânea e modernizada.

A descoberta destas novas culturas emergentes, das suas tradições e hábitos, das suas religiões e das suas gentes foi algo verdadeiramente fascinante nesta viagem. Apesar da globalização ainda há muitas diferenças entre os povos e entre as culturas. O exotismo não se perdeu ... e ainda bem!

O NOVO EXPRESSO DO ORIENTE | DIRECTO - DIA 18


10:00 O Último Despertar no Oriente

É o nosso último dia aqui em Singapura e o penúltimo dia deste nosso "Novo Expresso do Oriente".

Já nos começa a invadir uma sensação de nostalgia perante todo um conjunto de maravilhas que vimos, aventuras que vivemos e sensações que tivemos ao longo da viagem ... mas o tempo não pára e como estas são as nossas últimas horas para gozarmos desta cidade de Singapura, decidimos fazer as malas, fazer o check out do Wanderlust e rumar às ruas de Singapura.

Sim porque este "Novo Expresso do Oriente" ainda não chegou exactamente o fim ... pois amanhã ainda teremos mais um destino antes do final ... mas por enquanto ainda estamos em Singapura ... por isso vamos passear e ver mais locais que ainda nos faltam conhecer.


11:00 Little India

A nossa viagem do "Novo Expresso do Oriente" não ficaria completa ignorando um dos países e uma das culturas mais importantes do Oriente: a Índia.

Como não tivemos tempo para podermos passar por este "sub-continente" (como é chamado, pela sua dimensão e diversidade) decidimos marcar a presença desta civilização com uma visita a um dos bairros mais emblemáticos de Singapura: a Little India.

Este conjunto de estreitas e muito coloridas ruas, são um dos bairros mais típicos da cidade estado. É entre estas ruas que a cultura de uma das etnias mais importantes de Singapura expressa e vive na plenitude a sua cultura originária. As cores dos prédios, as lojas, as publicidades, os restaurantes, os cheiros dos seus cozihados, transformam esta zona numa autêntica janela para uma Índia contemporânea e arreigada aos seus costumes e tradições.


12:00 Os Jardins Botânicos

Depois de um passeio pelo meio das ruas de Little India apanhámos um táxi e fomos até uma das atracções mais curiosas e mais belas desta cidade do sudoeste asiático: os seus Jardins Botânicos.

A proximidade de Singapura da linha do Equador e ao mesmo tempo a sua proximidade do oceâno e os seus imensos recursos financeiros fazem com que não só o clima seja o correcto para ter um dos melhores Jardins Botânicos do Mundo, mas essencialmente tenha os meios para os construir e manter. Se não são os melhores do Mundo, estão seguramente entre os primeiros.

A dimensão destes jardins é tão grande, que este é um dos principais parques da cidade de Singapura. É aqui que acontecem vários concertos ao fim-de-semana em palcos ao ar livre no meio deste cenário natural único e grandioso, ou que se encontram pelos cantos e relvados grupos de amigos a fazerem pic-nics, como em qualquer parque urbano do mundo.

É um passeio que vale a pena fazer, pela beleza natural de todo o cenário.


12:30 O Orquidário

No centro das nossas atenções para esta visita aos Jardins Botânicos de Singapura esteve o famosíssimo Orquidário.

Não é por acaso que Singapura tem uma flor nacional oficial e que esta é uma orquídea (a Vanda Miss Joaquim, aqui na foto): é que é aqui em Singapura que está o jardim com maior número de espécies de orquídeas de todo o Mundo.

Este é um local único e memorável e que não só deixa qualquer um absolutamente rendido a estas flores mágicas e hipnotizantes, mas essencialmente deixa qualquer um arrebatado pela diversidade e pela impressionante variedade de espécies, sub-espécies e derivações que existem de orquídeas tropicais.

A imensidão de tipos de orquídeas é tanta que muitas ainda nem têm nome científico, pelo que é costume do Governo do Estado de Singapura, a visitantes especiais, oferecer a escolha de uma orquídea para esta ter o seu nome como nome científico oficial. É assim que existe uma orquídea Kofi Anan, outra Margareth Tatcher ou outra Nelson Mandela (entre muitas outras que ganharam nomes de visitantes ilustres deste estado asitático).

Este é um passeio entre uma natureza luxuriantemente bela e exuberantemente especial.


14:00 A Chuvada Equatorial

Estávamos nós a sair dos Jardins Tropicais e mais uma vez nesta viagem cai uma chuvada tropical que nos deixa perfeitamente sequestrados à espera que esta acabe.

Depois de mais de meia hora de um dilúvio absolutamente incrível e que transformou a paisagem dos Jardins Tropicais, num autêntico e impressionante cenário de filme (pois esta chuva vinha acompanhada por uma trovoada fortíssima, ao contrário da que apanhámos em Banguecoque).

O resultado, além de ficarmos completamente ensopados (por termos sido apanhados desprevenidos em plenos Jardins Tropicais com esta torrente de água repentina), o que com o calor que fazia não significou mais do que algum desconforto das roupas a colarem ao corpo, foi cerca de uma hora à espera de um taxi para nos levar até ao nosso próximo destino: o nosso almoço.


15:30 O Almoço Árabe

Depois de uma viagem que explorou o novo e emergente sudoeste asiático, com incursões a locais mais desconhecidos (como a Sumatra e Yogyakarta), a locais míticos (como Bali) e a grandes metrópoles (como Banguecoque, Kuala Lumpur ou Jacarta e Singapura), em que não ignorámos as incontornáveis culturas orientais - China, Japão e Índia - havia uma cultura que faltava: a riquíssima cultura árabe.

Sendo estes os últimos momentos em Singapura e o penúltimo dia do nosso "Novo Expresso do Oriente", não resistimos a acabar a nossa visita de Singapura na Arab Town. Assim, e porque já passava da hora de almoço, a primeira paragem foi feita no modesto mas muito típico restaurante "Café Le Claire" (Arab Street, 33).

Aqui pudémos novamente ter uma refeição que explorou sabores novos nesta viagem. A gastronomia árabe (neste caso mais libanesa, pois os donos deste pequeno mas conhecido restaurante são originários do Líbano) tem uma riqueza de texturas e de sabores e uma sofisticação de temperos e de cheiros que enebriam o nosso apetite e satisfazem o nosso paladar.

Foi um almoço digno de nota!


17:30 Arab Town

Depois de um repousado almoço (e já completamente secos), fomos então explorar a Arab Town.

Claro que aqui o que reina são mil e uma lojas de produtos árabes, que nos transportam para outra região do globo. A música que emana dos estabelecimentos, as carpetes maravilhosas e de desenhos geométricos ou naturalistas, os trabalhos bordados de tecidos de cores absolutamente hipnotizantes, os cheiros das especiarias, ou os enebriantes perfumes que saem das famosas lojas de fragâncias árabes, são elementos de sobra para nos levar a mais uma sessão de compras final ... e foi o que aconteceu!

Não tendo a estrutura de uma medina árabe, este pequeno bairro tem bastante ambiente árabe, pelo que quando entramos numa loja para comprar o que quer que seja, somos imediatamente impelidos para uma das lógicas de negócio mais famosas nesta cultura: o regatear dos preços. Assim o fizemos até à exaustão e fizemos boas compras e passámos bons momentos finais em Singapura e no Oriente.


20:15 O Gigantesco Aeroporto de Singapura

Depois de passarmos mais tempo do que devíamos em plena Arab Town, seguimos de volta para o Hotel para nos podermos refrescar (pois tiveram a amável atenção de nos oferecer um quarto para tomarmos duche e nos refrescarmos, uma vez que íamos partir bastante mais tarde do que a hora do nosso check out) e então rumar para o aeroporto para apanharmos então os vôos da Etihad que nos iram transportar de novo até à Europa.

Foi uma viagem sem qualquer sobressalto de trânsito ou engarrafamentos (e ainda bem pois já íamos um pouco atrasados) até ao gigantesco aeroporto de Singapura. Este é um dos maiores aeroportos da Ásia e é sem dúvida um impressionante e desmesurado centro comercial onde existe tudo: lojas de marcas de todas as gamas e origens; vários jardins para se passear ao ar livre; um sem número de cafés e restaurantes e respectivas esplanadas; parques infantis e infra-estruturas de diversão; templos de oração das mais diversas religiões e credos; etc..

Depois de algum tempo a explorar esta impressionante estrutura, dirigimo-nos para a nossa porta de embarque e voltamos a estar no exclusivo e de muita qualidade território da companhia Etihad.

Assim apanhamos o vôo que nos levará até Abu Dhabi de novo onde apanharemos o segundo vôo que nos levará de novo até à Europa e ao nosso último destino desta viagem: a chamada Capital da Europa - Bruxelas.

Hoje passamos a noite a bordo, mas amanhã (depois de mais um vôo de várias horas), traremos os últimos detalhes e as últimas visitas deste "Novo Expresso do Oriente". Estamos quase no fim desta Viagem de Verão 2013 ... mas ainda faltam mais alguns locais a visitar ... por isso não percam!

O NOVO EXPRESSO DO ORIENTE | DIRECTO - DIA 18


10:00 O Último Despertar no Oriente

É o nosso último dia aqui em Singapura e o penúltimo dia deste nosso "Novo Expresso do Oriente".

Já nos começa a invadir uma sensação de nostalgia perante todo um conjunto de maravilhas que vimos, aventuras que vivemos e sensações que tivemos ao longo da viagem ... mas o tempo não pára e como estas são as nossas últimas horas para gozarmos desta cidade de Singapura, decidimos fazer as malas, fazer o check out do Wanderlust e rumar às ruas de Singapura.

Sim porque este "Novo Expresso do Oriente" ainda não chegou exactamente o fim ... pois amanhã ainda teremos mais um destino antes do final ... mas por enquanto ainda estamos em Singapura ... por isso vamos passear e ver mais locais que ainda nos faltam conhecer.


11:00 Little India

A nossa viagem do "Novo Expresso do Oriente" não ficaria completa ignorando um dos países e uma das culturas mais importantes do Oriente: a Índia.

Como não tivemos tempo para podermos passar por este "sub-continente" (como é chamado, pela sua dimensão e diversidade) decidimos marcar a presença desta civilização com uma visita a um dos bairros mais emblemáticos de Singapura: a Little India.

Este conjunto de estreitas e muito coloridas ruas, são um dos bairros mais típicos da cidade estado. É entre estas ruas que a cultura de uma das etnias mais importantes de Singapura expressa e vive na plenitude a sua cultura originária. As cores dos prédios, as lojas, as publicidades, os restaurantes, os cheiros dos seus cozihados, transformam esta zona numa autêntica janela para uma Índia contemporânea e arreigada aos seus costumes e tradições.


12:00 Os Jardins Botânicos

Depois de um passeio pelo meio das ruas de Little India apanhámos um táxi e fomos até uma das atracções mais curiosas e mais belas desta cidade do sudoeste asiático: os seus Jardins Botânicos.

A proximidade de Singapura da linha do Equador e ao mesmo tempo a sua proximidade do oceâno e os seus imensos recursos financeiros fazem com que não só o clima seja o correcto para ter um dos melhores Jardins Botânicos do Mundo, mas essencialmente tenha os meios para os construir e manter. Se não são os melhores do Mundo, estão seguramente entre os primeiros.

A dimensão destes jardins é tão grande, que este é um dos principais parques da cidade de Singapura. É aqui que acontecem vários concertos ao fim-de-semana em palcos ao ar livre no meio deste cenário natural único e grandioso, ou que se encontram pelos cantos e relvados grupos de amigos a fazerem pic-nics, como em qualquer parque urbano do mundo.

É um passeio que vale a pena fazer, pela beleza natural de todo o cenário.


12:30 O Orquidário

No centro das nossas atenções para esta visita aos Jardins Botânicos de Singapura esteve o famosíssimo Orquidário.

Não é por acaso que Singapura tem uma flor nacional oficial e que esta é uma orquídea (a Vanda Miss Joaquim, aqui na foto): é que é aqui em Singapura que está o jardim com maior número de espécies de orquídeas de todo o Mundo.

Este é um local único e memorável e que não só deixa qualquer um absolutamente rendido a estas flores mágicas e hipnotizantes, mas essencialmente deixa qualquer um arrebatado pela diversidade e pela impressionante variedade de espécies, sub-espécies e derivações que existem de orquídeas tropicais.

A imensidão de tipos de orquídeas é tanta que muitas ainda nem têm nome científico, pelo que é costume do Governo do Estado de Singapura, a visitantes especiais, oferecer a escolha de uma orquídea para esta ter o seu nome como nome científico oficial. É assim que existe uma orquídea Kofi Anan, outra Margareth Tatcher ou outra Nelson Mandela (entre muitas outras que ganharam nomes de visitantes ilustres deste estado asitático).

Este é um passeio entre uma natureza luxuriantemente bela e exuberantemente especial.


14:00 A Chuvada Equatorial

Estávamos nós a sair dos Jardins Tropicais e mais uma vez nesta viagem cai uma chuvada tropical que nos deixa perfeitamente sequestrados à espera que esta acabe.

Depois de mais de meia hora de um dilúvio absolutamente incrível e que transformou a paisagem dos Jardins Tropicais, num autêntico e impressionante cenário de filme (pois esta chuva vinha acompanhada por uma trovoada fortíssima, ao contrário da que apanhámos em Banguecoque).

O resultado, além de ficarmos completamente ensopados (por termos sido apanhados desprevenidos em plenos Jardins Tropicais com esta torrente de água repentina), o que com o calor que fazia não significou mais do que algum desconforto das roupas a colarem ao corpo, foi cerca de uma hora à espera de um taxi para nos levar até ao nosso próximo destino: o nosso almoço.


15:30 O Almoço Árabe

Depois de uma viagem que explorou o novo e emergente sudoeste asiático, com incursões a locais mais desconhecidos (como a Sumatra e Yogyakarta), a locais míticos (como Bali) e a grandes metrópoles (como Banguecoque, Kuala Lumpur ou Jacarta e Singapura), em que não ignorámos as incontornáveis culturas orientais - China, Japão e Índia - havia uma cultura que faltava: a riquíssima cultura árabe.

Sendo estes os últimos momentos em Singapura e o penúltimo dia do nosso "Novo Expresso do Oriente", não resistimos a acabar a nossa visita de Singapura na Arab Town. Assim, e porque já passava da hora de almoço, a primeira paragem foi feita no modesto mas muito típico restaurante "Café Le Claire" (Arab Street, 33).

Aqui pudémos novamente ter uma refeição que explorou sabores novos nesta viagem. A gastronomia árabe (neste caso mais libanesa, pois os donos deste pequeno mas conhecido restaurante são originários do Líbano) tem uma riqueza de texturas e de sabores e uma sofisticação de temperos e de cheiros que enebriam o nosso apetite e satisfazem o nosso paladar.

Foi um almoço digno de nota!


17:30 Arab Town

Depois de um repousado almoço (e já completamente secos), fomos então explorar a Arab Town.

Claro que aqui o que reina são mil e uma lojas de produtos árabes, que nos transportam para outra região do globo. A música que emana dos estabelecimentos, as carpetes maravilhosas e de desenhos geométricos ou naturalistas, os trabalhos bordados de tecidos de cores absolutamente hipnotizantes, os cheiros das especiarias, ou os enebriantes perfumes que saem das famosas lojas de fragâncias árabes, são elementos de sobra para nos levar a mais uma sessão de compras final ... e foi o que aconteceu!

Não tendo a estrutura de uma medina árabe, este pequeno bairro tem bastante ambiente árabe, pelo que quando entramos numa loja para comprar o que quer que seja, somos imediatamente impelidos para uma das lógicas de negócio mais famosas nesta cultura: o regatear dos preços. Assim o fizemos até à exaustão e fizemos boas compras e passámos bons momentos finais em Singapura e no Oriente.


20:15 O Gigantesco Aeroporto de Singapura

Depois de passarmos mais tempo do que devíamos em plena Arab Town, seguimos de volta para o Hotel para nos podermos refrescar (pois tiveram a amável atenção de nos oferecer um quarto para tomarmos duche e nos refrescarmos, uma vez que íamos partir bastante mais tarde do que a hora do nosso check out) e então rumar para o aeroporto para apanharmos então os vôos da Etihad que nos iram transportar de novo até à Europa.

Foi uma viagem sem qualquer sobressalto de trânsito ou engarrafamentos (e ainda bem pois já íamos um pouco atrasados) até ao gigantesco aeroporto de Singapura. Este é um dos maiores aeroportos da Ásia e é sem dúvida um impressionante e desmesurado centro comercial onde existe tudo: lojas de marcas de todas as gamas e origens; vários jardins para se passear ao ar livre; um sem número de cafés e restaurantes e respectivas esplanadas; parques infantis e infra-estruturas de diversão; templos de oração das mais diversas religiões e credos; etc..

Depois de algum tempo a explorar esta impressionante estrutura, dirigimo-nos para a nossa porta de embarque e voltamos a estar no exclusivo e de muita qualidade território da companhia Etihad.

Assim apanhamos o vôo que nos levará até Abu Dhabi de novo onde apanharemos o segundo vôo que nos levará de novo até à Europa e ao nosso último destino desta viagem: a chamada Capital da Europa - Bruxelas.

Hoje passamos a noite a bordo, mas amanhã (depois de mais um vôo de várias horas), traremos os últimos detalhes e as últimas visitas deste "Novo Expresso do Oriente". Estamos quase no fim desta Viagem de Verão 2013 ... mas ainda faltam mais alguns locais a visitar ... por isso não percam!

O NOVO EXPRESSO DO ORIENTE | DIRECTO - DIA 17


10:00 O Primeiro Dia em Singapura

Foi um acordar num contexto muito diferente do do dia anterior. Do luxo colonial do Muse Hotel de Banguecoque, passámos para a sofisticação trendy trashy do mais recente Design Hotel de Singapura: o Wanderlust.

Os quartos, têm como ponto essencial o seu design muito distintivo e a sua especificidade de decoração. Cada andar tem um tipo de quartos e cada quarto é diferente um do outro, tornando cada estadia neste hotel uma verdadeira experiência.

No piso térreo funciona uma pequena cafetaria que (em versão quase hostel) serve de ponto de encontro e de zona de pequenos almoços e refeições ligeiras deste muito afamad Boutique Hotel de Singapura.

Mas a cidade de Singapura espera-nos e por isso saímos para descobrir um dos países mais ricos do Mundo.


11:00 A Famosa Orchard Road

Se há uma zona famosa em Singapura é a muito selecta e caríssima Orchard Road.

Nesta pequena avenida de apenas 2,2 km tem uma das maiores cncentrações de lojas de marcas de Luxo Mundo. Com mais de 15 centros comerciais concentrados nesta zona, não há grande marca internacional de prestígio que não tenha aqui uma loja.

Esta é definitivamente uma das zonas que, pela sua exuberância de apelo ao consumo e pela sua veneração ao melhor do luxo mundial (desde moda a tecnologia, passando por carros e comida), impacta definitivamente quem a visita pela primeira vez.

Apenas uma curiosidade para nós europeus: aqui nesta zona do globo o facto de a Chanel, a Dior, a Fendi ou a Hermés ou a Prada ou a Valentino partilharem o mesmo espaço da Zara apenas quer dizer uma coisa: a Zara no Extremo Oriente é uma marca de médio luxo!


12:00 O Almoço em Orchard Road

Estamos definitivamente numa das zonas comerciais do Mundo com mais dinheiro a circular.

É exactamente no meio desta sofisticação e desta exclusividade que decidimos almoçar e dirigimo-nos para o centro comercial Palais Renaissance, subimos ao penúltimo andar e entramos no muito selecto PS Café.

Este café e restaurante tem uma das comidas mais internacionais e mais acessíveis de toda a Orchard Road, dando a possibilidade de ao mesmo tempo se estar num ambiente bastante diferente de um centro comercial (apesar de se entrar por um). Foi uma almoço relaxado, bem servido e muito requintado.


13:45 Marina Bay

Hoje o dia está consagrado a mergulhar na muito moderna e muito sofisticada metrópole de Singapura. Assim depois de almoço em plena Orchard Road decidimos apanhar o Metro e rumar a outro dos pontos mais emblemáticos da cidade a Marina Bay.

Esta antiga zona de estuário de um dos oito rios que formam Singapura foi nos últimos anos transformada numa das mais modernas áreas de arquitectura do Mundo. Com emblemáticos edifícios, toda esta área existe devido ao aterro de zonas que antigamente pertenciam ao oceano.

Agora são o palco de uma das maiores "fogueiras de vaidades" e mais exuberantes aglomerados de peças arquitectónicas do mundo. Torres de escritórios deslumbrantes, os novos auditórios e a nova Ópera de Singapura, a Ponte Helix e o muito famoso Hotel Marina Bay, fazem desta doca um dos locais mais populres e espectaculares de toda a cidade.

Com o Sol alto e com um tempo maravilhoso (e o calor a apertar bastante, temos de confessar) decidimos passar umas horas a dar uma volta (e a relaxar numa das muitas esplanadas também) a toda a Marina Bay e apreciar (de todos os ângulos possíveis) esta área verdadeiamente bela e simbólica do novo poder económico asiático.


16:30 Os Garden of The Bay

Inaugurados muito recentemente, os vizinhos Garden Bay são o nosso próximo destino.

Assim rumámos a este moderníssimo parque urbano onde se situam algumas das mais intrigantes e mais interessantes peças de arquitectura contemporânea de Singapura.

É neste novíssimo e enormíssimo jardim (também ele construído sobre terrenos de aterro ... o que torna toda esta área um autêntico prodígio do engenho humano e uma demonstração ostensiva e ostentatória do poder económico deste pequeno país) que se situam as novas e modernas estufas da cidade bem como as impressionantes e muito modernas Super Árvores. Não deixámos de as visitar!

Foi um passeio incrível e que nos mostrou que o Pôr do Sol em Singapura e no meio de um cenário verdadeiramente artificial também pode ser um momento mágico.


18:30 O Topo da Cidade

Já com o Sol posto, mas ainda antes de jantar, e porque hoje é o último dia em que poderemos fazer-lo (já que amanhã à noite apanhamos o primeiro dos três vôos que nos leva de volta a casa) decidimos ir beber uma bebida a um dos roof top bar da cidade.

Assim rumamos até à famosa Raffles Tower e subimos até ao muito conhecido (e considerado como o melhor dos roof top bars de Singapura) 1-Altitude.

Com um ambiente sossegado e muito selectivo, este bar situa-se num dos três pontos mais altos da cidade de Singapura e permite uma vista de 360º sobre uma cidade que se estende por um território a perder de vista. A sensação que esta vista absolutamente fabulosa é muito grande e impactante, deixando perceber a dimensão e a força deste gigante económico da nova Ásia e da nova Economia Mundiais.


20:30 O Jantar de Xiaolongbaos

Ainda faltava um último momento alto do dia: o Jantar.

Assim rumamos então de novo até ao nosso pont de partida do dia de hoje (Orchard Road) e entramos no centro comercial Wisma Atria, descemos à primeira cave e entramos no muito prestigiado restaurante Din Tai Fung.

Sendo este um dos três restaurantes desta cadeia internacional de restaurantes de Xiaolongbaos tem em Singapura, este é talvez o mais animado de todos, bem como o mais prestigiado entre os gourmets da cidade.

Originária de Taiwan, esta cadeia de restaurantes, considerados pelo New York Times como os melhores locais do mundo para comer estas especialidades da gastronomia chinesa (que os ingleses chamam de "Dumplings"). E têm toda a razão, pois a qualidade dos ingredientes, a riqueza de sabores e a explosão de sabores de cada um dos Xiaolongbaos que provámos, são absolutamente indescritíveis ... e nada têm a ver com os que temos comido anteriormente.

Porque o dia já vai longo e porque foi relactivamente cansativo, voltamos então para o Hotel e descansamos, porque amanhã não só temos de fazer as malas, como ainda temos muito que visitar neste segundo dia em Singapura, último dia no Extremo Oriente, mas penúltimo dia de visitas desta viagem.